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Mostrando postagens de outubro, 2019

Língua Pátria - TV Câmara - Programa 94 - Adjetivos Pátrios

Os adjetivos pátrios, basicamente, remetem aos que caracterizam pessoas ou coisas conforme as origens. Considera-se uso para caracterizar nascidos em cidades, estados, países e variações, que podem ainda incluir continentes e regiões, por exemplo. Os adjetivos pátrios sempre serão grafados em letras minúsculas. Antes de aprofundar sobre os adjetivos pátrios, é necessário antes recordar os adjetivos. Estes, por sua, vez, são uma classe da gramática portuguesa utilizada para caracterizar um substantivo, seja ele próprio ou comum. Concede, assim, uma qualidade, um estado ou ainda uma específica característica. São passíveis de flexões de acordo com gênero, número e ainda grau. Dessa forma, os adjetivos pátrios são uma vertente dos adjetivos, com o intuito de caracterizar substantivos, agora conforme origem. Os adjetivos pátrios são utilizados para dizer que uma pessoa é gaúcha, por exemplo. (Imagem: Reprodução) Os adjetivos pátrios: definição e exemplos Levando em consideração a l...

Língua Pátria - TV Câmara - Programa 93 - Análise Sintática

A análise sintática é um processo muito mais aprofundado. Ela pode ser descrita como uma vertente da gramática que estuda função e ligação de cada elemento de uma oração. Antes de entender a análise sintática, é necessário, anteriormente, apreender o que seria “sintaxe”. Esta, por sua vez, é a ciência que pesquisa, estuda e desenvolve a constituição das sentenças. A partir desta construção, realizar uma análise sintática significa fazer uma análise da sintaxe. Ou seja, identificar e determinar as funções dos elementos que constituem um período a partir de seu contexto. Além disso, ainda busca estabelecer os determinados modos de organização, harmonia e formação de uma determinada oração. Além da análise sintática, há também as análises morfológicas e morfossintáticas. A primeira estuda cada elemento da oração de forma individual, independente, assim, de sua função perante o contexto. Já a segunda analisa elementos de mesmo enunciado linguístico, a partir de uma visão sintática e ...

Língua Pátria - TV Câmara - Programa 92 - Preconceito Linguístico

Preconceito é uma palavra cada vez mais constante no nosso dia a dia. Diariamente ouvimos falar em alguma forma de preconceito, seja ele por questões de gênero, raça, socioeconômicas,etc. Abordando o preconceito linguístico, devemos ter em mente que se trata de um preconceito da esfera político-social: aquele que fala/escreve segundo as normas cultas da língua, se sente superior ao que fala/escreve sem estar de acordo com essas normas. Imagem: Reprodução Indo mais a fundo, Marcos Bagno, professor e autor do Livro “Preconceito Linguístico: o que é, como se faz” (1999), defende que a língua é uma entidade de cunho político, e que falar dela logicamente traz à tona pontos muito políticos, de uma forma ou de outra. Nesse contexto, ele atribui como origem do preconceito linguístico a confusão criada entre língua e gramática normativa. Assim, a realização desse preconceito se dá quando negamos, principalmente, a variedade da fala presente nos mais variados espaços geográfico e nas d...

Língua Pátria - TV Câmara - Programa 91 - Metáfora

A linguagem não tem uma existência em si, bem como a metáfora, sendo desvinculada de seu uso. Ela é uma atividade humana. Por esse motivo, podemos manipulá-la, em função de objetivos específicos: comunicar-nos, expressar emoções, impressionar, persuadir, etc. Para que esses objetivos possam ser alcançados, precisamos aprender a utilizar recursos que criem efeitos em sentidos variados. Para produzir certos efeitos, utilizamos as figuras de linguagem, como a já dita metáfora. Figuras de Linguagem As figuras de linguagem são recursos estilísticos utilizados no nível dos sons, palavras, das estruturas sintáticas ou do significado para dar maior valor expressivo à linguagem. As figuras de linguagem podem ser: Aliteração Alusão Ambiguidade Anáfora Antítese Apóstrofe Cacofonia Catacrese Elipse Eufemismo Hipérbato Hipérbole Metonímia Onomatopeia Paradoxo Pleonasmo Prosopopeia Sinestesia Metáfora: formas de uso A mais conhecida das figuras de linguagem, a metáfora bas...

Língua Pátria - TV Câmara - Programa 90 - Ponto de Interrogação

O ponto de interrogação é uma denotação de dúvida. Assim como ele há certos recursos da linguagem – pausa, melodia, entonação e até mesmo, silêncio – que só estão presentes na oralidade. Na linguagem escrita, para substituir tais recursos, usamos os sinais de pontuação. Estes são também usados para destacar palavras, expressões ou orações e esclarecer o sentido de frases, a fim de esclarecer qualquer tipo de ambiguidade. Imagem: Reprodução Relembrando os sinais de pontuação1. A vírgula (uma breve pausa) A vírgula é empregada para separar os elementos mencionados numa relação, isolar o vocativo, para isolar o aposto, para isolar palavras e expressões explicativas, para isolar o adjunto adverbial antecipado, para isolar elementos repetidos, isolar, nas datas, o nome do lugar, para isolar os adjuntos adverbiais, isolar as orações coordenadas, exceto as introduzidas pela conjunção “e”, para indicar a elipse de um elemento da oração, para separar o paralelismo de provérbios, após a ...

Língua Pátria - TV Câmara - Programa 89 - Ponto de Exclamação

O ponto de exclamação, também chamado de ponto de admiração, é utilizado exatamente para exclamar. Há certos recursos da linguagem – pausa, melodia, entonação e até mesmo, silêncio – que só estão presentes na oralidade. Na linguagem escrita, para substituir tais recursos, usamos os sinais de pontuação. Estes são também usados para destacar palavras, expressões ou orações e esclarecer o sentido de frases, a fim de esclarecer qualquer tipo de ambiguidade. Relembrando os sinais de pontuação: 1. Vírgula (uma breve pausa) Emprega-se a vírgula para separar os elementos mencionados numa relação, isolar o vocativo, para isolar o aposto explicativo ou comparativo, exceto o especificativo, para isolar palavras e expressões explicativas ou retificadoras, para isolar o adjunto adverbial anteposto ou intercalado, para isolar elementos repetidos, isolar, nas datas, o nome do lugar e nos endereços, a rua do numeral, para isolar objeto pleonástico - direto ou indireto - antecipado, para isola...

Língua Pátria - TV Câmara - Programa 88 - Conjunções Coordenativas

As conjunções coordenativas, antes de mais nada, são conjunções. Como tais, tratam-se de palavras que interligam outras duas sentenças do período. Exerce o papel fundamental de ligar orações, promovendo sentido específico a ela. Estabelece-se, assim, uma relação de coordenação ou de subordinação. As subordinativas têm uma relação muito mais de dependência. Ao interligar determinadas orações, uma fica dependendo da outra para promover o sentido real. Ou seja, as conjunções coordenativas não apresentam tal dependência. Elas são complementos de um sentido. Uma informação que existe causa, mas explicita também consequência. Dessa forma, estas orações ligam sentenças com funções gramaticais iguais. Não dependendo sintaticamente uma da outra, as coordenativas propõem a ideia de conceito fechado, sem a necessidade real de complementação. Existem cinco diferentes tipos de conjunções coordenativas. São elas: Aditivas; Adversativas; Alternativas; Conclusivas; Explicativas; São c...

Língua Pátria - TV Câmara - Programa 87 - Palíndromos

O termo “palíndromos” é de origem grega, sendo formado pelos elementos “palin” (novo), mais “dromo” (percurso ou circuito). Esse termo serve para designar aquelas palavras ou orações que lidas tanto direita para esquerda ou da esquerda para a direita possuem o mesmo sentido. Imagem: Reprodução Um exemplo muito simples pode ser a palavra “ovo”. Em um palíndromo, desconsideramos os acentos, pontuações e espaços e consideramos apenas as letras e as palavras. O palíndromo também pode ser reconhecido como “anacíclico” já que o termo refaz o seu percurso. O registro mais antigo na língua portuguesa está no primeiro dicionário publicado no Brasil, de 1789, que traz o verbete “palíndromo” com o exemplo “Roma me tem amor”. Não é de hoje que a escrita intriga e cria seus enigmas. O palíndromo mais antigo do mundo vem do latim é a frase: “Sator arepo tenet opera rotas” . Ele pode, inclusive, ser lido em todas as direções, até de baixo para cima. Significa “O lavrador diligente ...

Língua Pátria - TV Câmara - Programa 86 - Aliteração

O termo Aliteração se originou do vocábulo em latim alliteratio, que veio de littera e quer dizer “letra”. A aliteração é uma figura de linguagem. Como toda figura de linguagem, é um recurso estilístico utilizado no nível dos sons das palavras, das estruturas sintáticas ou dos significados para dar maior valor expressivo à linguagem. A aliteração é o que chamamos de “figura sonora”, assim como a onomatopeia, a assonância e a paronomásia. Nessa categoria, a sonoridade das palavras e sílabas criam sentidos e expressões diversas. De modo geral, A sonoridade das palavras é sua característica principal. A repetição de fonemas consonantais com a intenção de criar um efeito sonoro significativo é o que chamamos de aliteração. Exemplos de Aliteração A aliteração presente em ditados populares, versos folclóricos e brincadeiras infantis. Talvez sejam os melhores meios de fazer compreender este recurso estilístico. Vejamos: O rato roeu a roupa do rei de Roma. A aliteração está ...

Língua Pátria - TV Câmara - Programa 85 - Palavras e emoções: Função emotiva ou expressiva

A função emotiva ou expressiva é uma das funções da linguagem estudadas pelo linguista russo Roman Jakobson. O linguista russo tornou-se famoso pelas seis funções que apontou para a linguagem. São elas: referencial, emotiva, conativa, poética, fática e metalinguística. Essas funções, segundo ele, não esgotariam o papel da língua, pois tais funções dizem respeito ao papel maior, que é o da comunicação. As funções da linguagem, apontadas por Jakobson, dizem respeito, na verdade, aos usos particulares da língua que podem estar total ou parcialmente presentes em uma situação comunicativa. Função emotiva ou expressiva – ênfase no emissor Quando o objetivo da mensagem é a expressão das emoções, atitudes estados de espírito do emissor com relação ao que fala, diz-se que que a função predominante no texto é a emotiva, denominada igualmente de expressiva ou de exteriorização psíquica. É a função predominante nos poemas, letras de música, cartas pessoais, cordéis, novelas, textos ...

Língua Pátria - TV Câmara - Programa 84 - Linguagem e comunicação: função referencial, denotativa ou informativa

A função referencial ou denotativa é uma das funções da linguagem estudadas pelo linguista russo Roman Jakobson. O linguista russo tornou-se famoso pelas seis funções que apontou para a linguagem. São elas: referencial, emotiva, conativa (ou apelativa) poética, fática e metalinguística. Essas funções, segundo ele, não esgotariam o papel da língua, pois tais funções dizem respeito ao papel maior, que é o da comunicação. As funções da linguagem, apontadas por Jakobson, dizem respeito, na verdade, aos usos particulares da língua que podem estar total ou parcialmente presentes em uma situação comunicativa. Função referencial ou denotativa – ênfase no contexto Quando o objetivo da mensagem é a transmissão de informação sobre a realidade ou sobre um elemento a ser designado, diz-se que a função predominante no texto é a referencial, denominada igualmente de denotativa, informativa ou cognitiva. Por possuir essas características, é a linguagem principalmente usada no jornalismo...

Língua Pátria - TV Câmara - Programa 83 - Convencendo o interlocutor: função conativa, apelativa ou imperativa

A função conativa também conhecida como apelativa, é uma das funções da linguagem estudadas pelo linguista russo Roman Jakobson. O linguista tornou-se famoso pelas seis funções que apontou para a linguagem: referencial, emotiva, conativa (ou apelativa) poética, fática e metalinguística. Essas funções, segundo ele, não esgotariam o papel da língua, pois tais funções dizem respeito ao papel maior, que é o da comunicação. As funções da linguagem, apontadas por Jakobson, dizem respeito, na verdade, aos usos particulares da língua que podem estar total ou parcialmente presentes em uma situação comunicativa. Função conativa ou apelativa – ênfase no receptor Quando o objetivo da mensagem do texto é persuadir o destinatário, influenciando seu comportamento, dizemos que a função predominante do texto é a conativa, denominada igualmente de função apelativa ou função imperativa, ou também função diretiva. A linguagem da propaganda é a expressão típica da função conativa. As expre...

Língua Pátria - TV Câmara - Programa 82 - Verificando o canal: função fática ou de contato

A função fática é uma das funções da linguagem estudadas pelo linguista russo Roman Jakobson. O linguista russo tornou-se famoso pelas seis funções que apontou para a linguagem. São elas: referencial, emotiva, conativa, poética, fática e metalinguística. Essas funções, segundo ele, não esgotariam o papel da língua, pois tais funções dizem respeito ao papel maior, que é o da comunicação. As funções da linguagem, apontadas por Jakobson, dizem respeito, na verdade, aos usos particulares da língua que podem estar total ou parcialmente presentes em uma situação comunicativa. Função fática – ênfase no canal Quando o objetivo da mensagem é simplesmente o de estabelecer ou manter a comunicação, ou seja, o contato entre o emissor e o receptor dizemos que função predominante é a fática, denominada igualmente de função de contato. Função predominante nos cumprimentos, saudações, conversas telefônicas e vinhetas de intervalo de filmes e seriados na TV aberta e TV por assinatura. As ...

Língua Pátria - TV Câmara - Programa 81 - A linguagem explicando ela mesma: função metalinguística ou metalinguagem

A função metalinguística é uma das funções da linguagem estudadas pelo linguista russo Roman Jakobson. O linguista russo tornou-se famoso pelas seis funções que apontou para a linguagem. São elas: referencial (denotativa, informativa ou cognitiva), emotiva (ou expressiva), conativa (apelativa ou imperativa), poética (ou estética), fática (ou de contato) e metalinguística (ou metalinguagem). Essas funções, segundo ele, não esgotariam o papel da língua, pois tais funções dizem respeito ao papel maior, que é o da comunicação. As funções da linguagem, apontadas por Jakobson, dizem respeito, na verdade, aos usos particulares da língua que podem estar total ou parcialmente presentes em uma situação comunicativa. Função metalinguística Quando o objetivo da mensagem é falar sobre a própria linguagem, diz-se que predomina no texto a função metalinguística, denominada igualmente de metalinguagem. Um exemplo evidente da função metalinguística são as definições de verbetes encontrad...

Língua Pátria - TV Câmara - Programa 80 - Interpretação de Texto

Uma interpretação de texto não é apenas entender o texto, mas sim compreender o que há além dele. Pensando nos elementos da comunicação existentes, é possível esquematizar os canais, o contexto e os locutores participantes. Dessa forma, a interpretação se baseia em identificar elementos presentes em um determinado texto. Elementos estes que podem ser observados claramente ou ainda implicitamente. Afinal, quantas vezes um texto foi lido, relido e lido outra vez e nada fora tirado dele? É muito comum. Isso porque não é a quantidade de vezes que se lê, mas sim a necessidade de vezes que precisa compreender. Com algumas técnicas especiais e dicas precisas, é possível interpretar os textos rebuscados de Machado de Assis. Ou ainda um enigmático Graciliano Ramos, por exemplo. interpretação de textoA leitura diária de um livro é o exercício ideal para interpretação de texto no vestibular.(Imagem: Reprodução) 10 dicas para interpretação de texto Interpretação de texto não é algo simples...

Língua Pátria - TV Câmara - Programa 79 - Elementos da Comunicação (Roman Jakobson)

Os elementos da comunicação são divididos em seis diferentes tipos. Para que uma comunicação seja estabelecida, é imprescindível que os seis estejam presentes. A comunicação está diretamente interligada à linguagem e à interação. Dessa forma, ambas exigirão os elementos da comunicação para compor uma situação de inter-relação. Por meio disso, elas serão parte intermediária da troca de mensagens entre um emissor e receptor – igualmente presentes como elementares. elementos da comunicação(Imagem: Reprodução) Compondo seis diferentes tipos, os elementos necessários para determinar uma comunicação são: Emissor; Receptor; Mensagem; Canal; Contexto; Código; Todo e qualquer ato de comunicação exige um emissor (quem emite) e um receptor (quem recebe). Enquanto ao receptor está a responsabilidade de elaboração do texto, ao receptor está a de compreender. Assim, seja uma opinião, uma solicitação ou uma reivindicação, será necessária a compreensão de quem recebe para que se configure...

Língua Pátria - TV Câmara - Programa 78 - Linguagem Verbal, Não Verbal e Mista

A Linguagem Verbal e Não-Verbal utiliza de recursos diferentes para referenciar-se a uma mensagem. Enquanto a linguagem verbal utiliza de palavras para inferir significado, a não-verbal usufrui de imagens. De uma forma bastante básica, o conceito é esse. Apesar de essa ser uma definição bastante simplória, a conceitualização que pondera a linguagem verbal e não-verbal segue uma ordem. A linguagem verbal, como o próprio nome pressupõe, abrange as palavras, sejam elas escritas ou faladas. Assim sendo, resume-se em linguagem verbalizada; aquela em que há uma mensagem sendo representada por palavras. Enquanto isso, a linguagem não-verbal usufrui de signos visuais. Um exemplo são placas de trânsito, de avisos ou com separação de cores da reciclagem, além de outras. Linguagem Verbal e Não-Verbal(Imagem: Reprodução) Linguagem Verbal e Não-Verbal: decifrando cada uma É imprescindível ressaltar, antes, que a linguagem verbal e não-verbal abrange tipos de modalidades comunicativas. Sendo...

Língua Pátria - TV Câmara - Programa 77 - Tipos de Frase

Existem cinco tipos de frases diferentes. São elas as exclamativas, as declarativas, as imperativas, as interrogativas e as optativas. Suas definições são totalmente condizentes com suas nominações. Dessa forma, cada um terá sua função representacional, expressando um sentido completo emitido pelo locutor e recebido (compreendido) pelo interlocutor. Por meio dos tipos de frases é possível descobrir a intenção do discurso do emissor a ser manifestado. Além da intenção, seu significado depende muito do tipo de frase utilizada para expressar uma determinada situação. Além dos tipos de frases, dessa maneira, há também o complemento por parte dos sinais de pontuação. Estes acompanharão, auxiliarão e consequentemente expressarão o sentido de cada frase. Uma frase, para ciência de objeto, trata-se de um enunciado, seja ele falado, seja ele escrito. Ela sempre deverá apresentar um sentido completo, independente do número de palavras que a compõe. Dessa forma, uma frase pode conter vinte ...

Língua Pátria - TV Câmara - Programa 76 - Novo Acordo Ortográfico

O Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa começou a ter sua implantação no Brasil em 2008. Antes disso, o Acordo havia sido promovido e aprovado no dia 12 de outubro de 1990. Sendo assinado em 16 de dezembro do mesmo ano, o acordo foi firmado entre representantes dos países de língua portuguesa. Entre estes estavam a Academia de Ciências de Lisboa e a Academia Brasileira de Letras. Ainda complementaram representantes de Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe. Também houve acordo de adesão ao Acordo uma delegação representante da Galícia. Apesar de a região norte da Espanha não ter o português como idioma principal, lá fala-se o galego. Este, por sua vez, é conhecido como a língua-mãe do idioma português. Dessa forma, o Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa começa a ser implementado aos poucos. O objetivo era uma maior aproximação das nações por meio do idioma que as unem. Principais mudanças proporcionadas pelo Novo Acordo Ortográfico da Lí...

Língua Pátria - TV Câmara - Programa 75 - Palavras Cognatas

As palavras cognatas derivam de uma mesma raiz ou de uma mesma origem etimológica, sendo similares na forma e no conteúdo. A origem do termo “palavras cognatas” “Cognata” é um vocábulo derivado do latim cognatus, substantivo que denomina as palavras que “nasceram juntas” e, por isso, apresentam similaridades. Portanto, é como se as palavras cognatas fossem palavras irmãs, derivadas de uma mesma raiz ou provenientes de uma mesma origem etimológica Etimologia é a parte da Gramática que trata da origem e da formação das palavras. Veja alguns exemplos de palavras cognatas: a)    lei, legal, ilegal, legalizar, legislar, legislação, legislativo; b)    cor, decorar, decoração, colorir, corar, corante, incolor, tricolor; c)    coração, decorar (=saber de cor), cordial, concordar, discordar, condecorar; d)    roda, rodeio, rótula, rotina, rotativa, rotatória; e)    mês, mensal, bimensal (=duas vezes no mês), menstruação, bimest...