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Mostrando postagens de novembro, 2019

Língua Pátria - TV Câmara - Programa 192 - Pleonasmo

Pelo fato da língua portuguesa funcionar como uma forma de expressão, é possível que apareçam algumas figuras estilísticas, que possibilitam ao falante montar diversas orações, com os mais diversos sentidos. Sendo considerada uma figura de sintaxe, que se baseia na repetição enfática de determinada ideia, que pode ser conhecida também como um vício de linguagem, tem-se o pleonasmo. “É a repetição de um termo já expresso ou de uma ideia já sugerida para fins de clareza ou ênfase.” (BECHARA, 2004, p.476) 1. Casos comuns de pleonasmo a) séries de pronomes possessivos (seu…dele, sua…dela) para fugir à ambiguidade: Recentemente, ela morreu antes de se casar com seu marido. José cumprimentou o vizinho dele antes de sair de casa. b) o emprego de dois termos de significado negativo para afirmar: Não indouto = douto Não em razão = com razão Nada anormal = muito normal Sem desconhecer = Conhecendo Indesculpável = culpável c) repetição da conjunção integrante em algumas construç...

Língua Pátria - TV Câmara - Programa 191 - Pronomes de Tratamento

Tendo em vista que o pronome é tudo aquilo que identifica as pessoas e sobre o que elas estão falando dentro de um discurso, os pronomes de tratamento são formas de tratar essas pessoas de acordo com sua posição social ou profissional. “Existem ainda formas substantivas de tratamento indireto de 2a pessoa que levam o verbo para a 3a pessoa. São as chamadas formas substantivas de tratamento ou formas pronominais de tratamento.” (BECHARA, 2004, p. 135) 1. Formas de tratamentoAutoridades universitárias Reitores: Vossa Magnificência ou Vossa Excelência (V. Maga / V. Exa) – Vocativo: Magnífico Reitor ou Excelentíssimo Senhor Reitor; Vice-reitores: Vossa Excelência (V. Exa) – Vocativo: Excelentíssimo Senhor Vice-Reitor; Assessores, Pró-reitores, Diretores e Coordenador de Departamento: Vossa Senhoria (V.S ou V.Sa) – Vocativo: Senhor + cargo. Autoridades judiciárias Auditores, Curadores, Defensores Públicos, Desembargadores, Membros de Tribunais, Presidentes de tribunais, Procurado...

Língua Pátria - TV Câmara - Programa 190 - Pronomes Pessoais

Pronome é tudo aquilo que identifica as pessoas e sobre o que elas estão falando dentro de um discurso. Podem ser classificados de várias maneiras de acordo com seus empregos específicos. Os pronomes pessoais são aqueles que representam a pessoa dentro de um dado discurso. “Pronomes pessoais são palavras que substituem os substantivos e representam as pessoas do discurso.” (CEGALLA, 2008, p. 180) Os pronomes pessoais podem ser divididos em duas categorias: retos e oblíquos. 1. Pronomes pessoais retos Funcionam, em regra, como sujeito da oração. 1 pessoa (a que fala): eu, nós 2ª pessoa (a com quem se fala): tu, vós 3ª pessoa (a pessoa ou coisa de que se fala): ele, ela, eles, elas Ex: Eu escrevi o texto. Tu escrevestes o texto. Ele escreveu o texto. Nós escrevemos o texto. Vós escrevestes o texto. Eles escreveram o texto. Pronomes pessoais como predicativo do sujeito Os pronomes do caso reto podem assumir a função de predicativo do sujeito nos predicados nominais...

Língua Pátria - TV Câmara - Programa 189 - Tipos de Sujeito

O sujeito e o predicado são termos essenciais de qualquer oração e estão presentes em todos os momentos do discurso de alguma maneira. O sujeito é aquele a quem se refere a ação e o predicado representa essa ação e os complementos ligados a ela. “Sujeito é o ser do qual se diz alguma coisa. Predicado é aquilo que se declara do sujeito, ou melhor é o termo que contem a declaração, referida, em geral, ao sujeito.” (CEGALLA, 2008, p. 324) 1. Sujeito É constituído por um substantivo ou pronome, ou por uma palavra ou expressão substantivada. O sino era grande. Ela tem uma educação refinada. Vossa Excelência agiu com imparcialidade. Morrer pela pátria é glorioso. Ouvia-se o matraquear de máquinas de escrever. Sujeito Simples Aquele que possui apenas um núcleo. As rosas têm espinhos. Sujeito Composto Aquele que tem mais de um núcleo. O burro e o cavalo nadavam ao lado da canoa. Sujeito Expresso Quando está explícito, enunciado. Eu viajarei amanhã. Sujeito Oculto ou...

Língua Pátria - TV Câmara - Programa 188 - Substantivos

Os substantivos fazem parte da classe morfológica de palavras e é um dos grupos mais abrangentes dentro da língua portuguesa. Eles são responsáveis por dar nomes às coisas existentes no mundo. “É a classe de palavra que se caracteriza por significar o que convencionalmente chamados de objetos substantivos, isto é, em primeiro lugar, substâncias (homem, casa, livro) e, em segundo lugar, quaisquer outros objetos mentalmente apreendidos como substâncias, quais sejam qualidades (bondade, brancura), estados (saúde, doença), processos (chegada, entrega, aceitação).” (BECHARA, 2004, p.70) 1. Concretos e abstratos a) Substantivo concreto: é o que designa ser de existência independente. São aqueles que nomeiam pessoas, lugares, animais, vegetais, minerais e coisas. Casa, mar, sol, automóvel, filho, mãe… b) Substantivo abstrato: é o que designa ser de existência dependente. São aqueles que designam ações, estado e qualidade, considerados fora dos seres, como se tivessem uma existência ...

Língua Pátria - TV Câmara - Programa 187 - Pronomes Relativos

Pronome é tudo aquilo que identifica as pessoas e sobre o que elas estão falando dentro de um discurso. Podem ser classificados de várias maneiras de acordo com seus empregos específicos. Os pronomes relativos representam ideias já referidas e que estão relacionadas. “Pronomes relativos são palavras que representam substantivos já referidos, com os quais estão relacionadas.” (CEGALLA, 2008, p.184) Armando comprou a casa que lhe convinha. (A palavra “que” representa o substantivo “casa”, relaciona-se com o termo casa.) Exemplos: Sejamos gratos a Deus, a quem tudo devemos. O lugar onde paramos era deserto. Traga tudo quanto lhe pertence. Leve tantos ingressos quanto quiser. Posso saber o motivo por que desistiu do concurso? Levarei alguns livros na viagem, com os quais pretendo encher o tempo. Por fim, entrou numa rua larga, com muitas árvores, através das quais se avistava o rio. Depois, seu olhar se fixou no corrimão da escada, cujos degraus não voltaria a pisar. T...

Língua Pátria - TV Câmara - Programa 186 - Tempos Verbais / Tempos Primitivos e Derivados

O verbo é um dos constituintes da língua portuguesa mais variados e mais usados da língua portuguesa. Uma das suas variações diz respeito ao tempo, que pode ser tanto referente ao passado, como ao presente e ao futuro. “Os tempos verbais situam o fato ou a ação verbal dentro de determinado momento (durante o ato da comunicação, antes ou depois dele).” (CEGALLA, 2008, p. 194) 1. Tempos verbais a) Presente: faz referência a fatos que se passam ou se estendem ao momento em que falamos. Agora eu leio. Eu canto para vocês. b) Pretérito: tem referência a fatos anteriores ao momento em que falamos. Imperfeito: expressa um fato ocorrido e um momento anterior ao atual, mas que não foi completamente terminado. Depois de entrar, ele trancava a porta. Ele estudava as lições quando algo chamou sua atenção. Perfeito (simples): expressa um fato que teve início em um momento anterior ao atual e que foi totalmente terminado. Ele trancou a porta. Ele estudou todas as matérias ontem à...

Língua Pátria - TV Câmara - Programa 185 - Tipos de Sujeito

O sujeito é o termo da oração que diz respeito à pessoa ou ao objeto a que a ação ou o predicado faz referência. “Sujeito é o ser do qual se diz alguma coisa.” (CEGALLA, 2008, p. 324) O sujeito é constituído por um substantivo ou pronome, ou por uma palavra ou expressão substantivada. O sino era grande. Ela tem uma educação fina. Vossa Excelência agiu com imparcialidade. Isto não me agrada. Morrer pela pátria é glorioso. O que se nomeia núcleo do sujeito é a palavra base, que pode ser considerada a sua própria essência. Normalmente, são substantivos ou pronomes. As palavras secundárias podem ser artigos, adjetivos, locuções adjetivas etc. Todos os ligeiros rumores da mata tinham uma voz para a selvagem filha do sertão. 1. Tipos de seujeito a) Simples: quando possui apenas um núcleo. Eduardo anda muito pela manhã. b) Composto: quando possui mais de um núcleo. Daniel e Felipe escrevem poesias. c) Explícito: quando aparece expresso na oração. Os meninos vieram...

Língua Pátria - TV Câmara - Programa 184 - Ortografia

A ortografia é uma das primeiras partes da gramática que as pessoas têm contato, já que essa é o estudo das letras e dos sinais gráficos que compõem a língua portuguesa. “Ortografia, do grego orthographia, escrita correta, é a parte da Gramática que trata do emprego correto das letras e dos sinais gráficos na língua escrita.” (CEGALLA, 2008, p.52) * Curiosidade: o sistema ortográfico atualmente em vigor é o de 1990, decorrente do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa assinado em Lisboa, em 16 de dezembro daquele ano, pelos representantes dos sete países lusófonos e aprovado pelo Congresso Nacional em 1964. O alfabeto português O alfabeto da língua portuguesa compõe-se de 26 letras. Ora sozinhos, ora combinados com outras letras ou auxiliados por certos sinais gráficos, estes signos representam os mais de trinta fonemas da nossa língua. A B C D F G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y Z a) Emprego das letras K, W e Y: usam-se apenas em abreviaturas e como símbolos de t...

Língua Pátria - TV Câmara - Programa 183 - Crase

Primeiramente precisamos saber que “crase” não é o nome do acento, mas sim do fenômeno ocorrido quando substituímos duas vogais idênticas fazendo o uso do acento grave. Portanto, se dissermos que uma frase possui crase ou que uma letra é “craseada” estamos confundindo as coisas e o melhor a fazer é apenas dizer que tal frase tem acento grave. “Na Língua Portuguesa, restringiu-se o termo a contração, a junção ou a fusão de dois “as”, os quais serão representados por um único “a” sobre o qual se coloca o acento grave (‘).” (BEZERRA, 2011, p. 609) A crase ocorre sempre que o termo regente se “junta” com o termo regido: crase Em grande parte dos casos, o uso do acento grave altera bruscamente o sentido das frases: Da cozinha, ela percebeu que alguém bateu a porta. (trancou, bateu com força) Da cozinha, ela percebeu que alguém bateu à porta. (bateu na porta) 1. Casos obrigatórios em que ocorrem a crase a) Diante de nomes femininos, quando os termos regentes exigem a preposi...

Língua Pátria - TV Câmara - Programa 182 - Figuras de Linguagem

A essência da arte literária está no poder da palavra. Quando usada por escritores, poetas ou até por nós mesmos, a palavra possui uma capacidade significativa de estabelecer uma relação entre um autor e seus leitores/ouvintes. Cada frase possui uma característica distinta, que foi colocada segundo o desejo de quem a construiu. Para que seja possível classificá-las em todas as suas vertentes, temos as figuras de linguagem. Antes disso, é preciso compreender uma pequena diferença, que facilitará a compreensão desse assunto. Para isso, têm-se as definições de sentido conotativo e denotativo: O sentido conotativo é aquele que as palavras e expressões adquirem em um dado contexto, quando o seu sentido literal é modificado. Já quando ocorre a denotação, dizemos que uma palavra foi utilizada em sentido literal quando é tomada em seu significado ‘básico’, que pode ser apreendido sem ajuda do contexto (ABAURRE; PONTARRA, 2005, p. 21). Voltando à discussão anterior, tem-se por defin...

Língua Pátria - TV Câmara - Programa 181 - Semântica

São três os principais componentes dos estudos linguísticos tradicionais: a semântica, a sintaxe e a fonologia. A semântica é uma área dentro do estudo da linguística, que trabalha o conceito de significado no contexto da comunicação e da linguagem, analisando os sentidos das frases, signos e das palavras, ou seja, a relação entre conteúdo e significado. Estuda também as mudanças de sentido de uma mesma palavra, frase ou signo que podem ocorrer devido a fatores como tempo e espaço geográfico. O conceito de semântica pode estar presente em outras áreas além da linguística, como, por exemplo, no estudo da lógica, linguagem computacional e semiótica. O termo “semântica linguística” refere-se ao estudo do significado enquanto expressão de uma língua. “Entende-se por lexemática ou semântica estrutural o estudo da estrutura do conteúdo (“significado”) léxico. (…) É justamente o estudo da estruturação das relações de significação que separa a lexemática de outras disciplinas, todas impo...

Língua Pátria - TV Câmara - Programa 180 - Texto Dissertativo

O texto dissertativo é o gênero textual mais comum utilizado nas propostas de redação. É caracterizado pela articulação de sequências argumentativas, defendendo um ponto de vista. Estrutura do texto dissertativo A estrutura do texto dissertativo é constituída de três partes essenciais: introdução, desenvolvimento e conclusão. Introdução Também recebe a denominação de “Tese”. Durante a introdução, o autor deve expor a ideia central do texto, deixando claro qual o tema que será tratado e apresentando nesse momento, e as informações que serão desenvolvidas. É o momento de apresentar a “tese” ao leitor. Desenvolvimento Também chamada de “Antítese”. Nesse momento que será desenvolvida a argumentação do autor baseada em dados, estatísticas e fatos. Durante o desenvolvimento do texto, é que o autor deve defender sua “tese” (ideia central) sobre  o tema discutido. Conclusão A finalização do texto, o momento do fechamento das ideias desenvolvidas e de apresentar uma nova i...

Língua Pátria - TV Câmara - Programa 179 - Texto Narrativo

O texto narrativo consiste na narração de uma história através de uma sequência de ações. Essa sucessão de acontecimentos é organizada em três partes: introdução, desenvolvimento e conclusão. Os principais gêneros de um texto narrativo são: Conto: narrativa curta com um só conflito e poucos personagens. Crônica: narrativa curta sobre algum acontecimento cotidiano. Romance: narrativa longa, dividida em capítulos. Novela: narrativa curta, dividida em episódios, sem interrupção. Fábula: narrativa breve, cujos personagens são, geralmente, animais. Sempre trazem uma moral ao fim da narrativa. “O conflito constitui o elemento central nos textos narrativos, pois em torno dele se desenvolvem as ações. Os conflitos são normalmente provocados por choque de interesses entre o protagonista e outras personagens (muitas vezes contra um único antagonista, seu principal opositor). Há ainda conflitos internos do protagonista consigo mesmo. “ (Campos et al., 2008,pg 90) Elementos da nar...

Língua Pátria - TV Câmara - Programa 178 - Verbos Irregulares

Os verbos irregulares dividem-se em fortes e fracos. Os verbos irregulares fracos apresentam um radical do infinitivo que não se modifica no no pretérito: sentir-senti; perder-perdi. Também apresentam formas iguais tanto no infinitivo flexionado quanto no futuro do subjuntivo, como no exemplo a seguir: Infinitivo                    Futuro do Subjuntivo Sentir                          Sentir Sentires                       Sentires Sentir                          Sentir Sentirmos                   Sentirmos Sentirdes                    Sentirdes Sentirem                     Sent...

Língua Pátria - TV Câmara - Programa 177 - Verbos Regulares

Para entender como funciona a conjugação dos verbos regulares em português, é necessários entender primeiramente os conceitos de desinências e morfemas. Morfemas são as unidades significativas mínimas que compõem uma palavra. Ou seja, um morfema é o menor fragmento que se pode identificar associado a algum significado. A desinência é um tipo de morfema que é responsável por designar algumas características na palavra. É o sufixo que aparece ao final e pode ser flexionados, adicionando ao seu radical significados gramaticais. Tipos de conjugação Assim, os verbos regulares são caracterizados por conjugações invariáveis, sem sofrer alterações no seu radical ou desinências, seguindo um padrão/paradigma. Apresentam 3 tipos de conjugação, de acordo com vogal temática (a,e ou i). primeira conjugação são terminados em ar segunda conjugação são terminados em er terceira conjugação são terminados em ir Portanto, um verbo regular utilizará sempre os mesmos morfemas para indicar ...

Língua Pátria - TV Câmara - Programa 176 - Verbo Intransitivo

Bastante lembrado como a palavra que denota ação, o verbo (do latim verbum) indica um processo: ação, acontecimento, desejo, atividade mental, mudança de estado, fenômeno da natureza ou a simples existência dos seres. Na língua portuguesa, é a classe de palavras que possui o maior número de flexões, variando em número (singular/plural), pessoa (primeira: falante, segunda: interlocutor, terceira: referente), modo (indicativo, subjuntivo, imperativo), tempo (presente, pretérito, futuro) e voz (ativa, passiva, reflexiva). Os verbos podem ser classificados quanto à predicação verbal, isto é, a relação de dependência que se estabelece entre o verbo e seus complementos, subdividindo-se em transitivos ou intransitivos. Neste artigo, saiba mais sobre os verbos intransitivos. O que é um verbo intransitivo? Quanto à predicação verbal, os verbos podem ser classificados entre aqueles que trazem a ideia completa e os que devem vir acompanhados por complementos para que a frase tenha sentido. ...

Língua Pátria - TV Câmara - Programa 175 - Verbo Transitivo

Denomina-se predicação verbal a relação de dependência que se estabelece entre o verbo e seus complementos. De acordo com a Gramática Normativa da Língua Portuguesa, quanto à predicação, os verbos podem ser intransitivos, transitivos ou de ligação. Neste artigo, vamos aprender mais sobre os verbos transitivos. O que é um verbo transitivo? Existem verbos que não possuem sentido completo e, por este motivo, eles necessitam de outros termos para integrar o predicado, apresentando a predicação incompleta. Tais verbos são denominados verbos transitivos (VT) e precisam de um complemento para dar sentido completo à frase. Observe o exemplo a seguir: Rafael e Juliana não invejavam os ricos nem aspiravam à riqueza. Observe que os verbos invejar e aspirar necessitam de termos para que o seu sentido seja completo. Para facilitar a compreensão, lembre-se de fazer perguntas ao verbo. Por exemplo: Quem inveja, inveja alguém, certo? Inveja quem? Quem aspira, aspira a alguma coisa. Aspira...

Língua Pátria - TV Câmara - Programa 174 - Modo Indicativo

O verbo (do latim verbum) é uma classe de palavras que denota ação e indica também uma série de fenômenos, estado, desejo, ocorrência e outros processos. Pode variar em número (singular/plural), pessoa (primeira, segunda, terceira), modo (indicativo, subjuntivo, imperativo), tempo (presente, pretérito, futuro) e voz (ativa, passiva, refletiva). Neste artigo, vamos nos aprofundar no modo indicativo, que é um modo verbal que expressa uma certeza, uma convicção, uma realidade, um fato. Tempos verbais do modo indicativo A indicação de tempo verbal normalmente está relacionada à indicação de modo, ou seja, a expressão da atitude de quem fala (ou escreve) em relação ao conteúdo que está sendo falado (ou escrito). No momento em que alguém fala ou escreve, o processo verbal pode estar em plena ocorrência, já estar concluído ou pode ainda não ter ocorrido. Estas três possibilidades básicas são expressas pelos três tempos verbais: o presente, o pretérito (perfeito, imperfeito ou mais-que-...

Língua Pátria - TV Câmara - Programa 173 - Modo Imperativo

Na língua portuguesa, o verbo é a classe de palavras que possui o maior número de flexões, podendo variar em número (singular/plural), pessoa (primeira, segunda, terceira), modo (indicativo, subjuntivo, imperativo), tempo (presente, pretérito, futuro) e voz (ativa, passiva, reflexiva). Os três modos indicam a maneira como expressam a ação. Neste artigo, saiba mais sobre o modo imperativo. O modo imperativo na língua portuguesa O modo imperativo é o modo verbal pelo qual se expressa uma ordem, um pedido, alerta, conselho, orientação, súplica, sugestão, instrução, convite, alerta ou recomendação. Possui duas formas distintas: a positiva e a negativa. No imperativo, não existe a primeira pessoa do singular (eu), e os pronomes pessoais podem ser posicionados após os verbos. Exemplos: Saia daqui! Partamos antes que escureça. Não se preocupe com isso. Não deixem de comparecer à festa. “Livrai-nos do mal.” A formação do imperativo Imperativo afirmativo (ou positivo) Para...