Língua Pátria - TV Câmara - Programa 185 - Tipos de Sujeito
O sujeito é o termo da oração que diz respeito à pessoa ou ao objeto a que a ação ou o predicado faz referência.
“Sujeito é o ser do qual se diz alguma coisa.” (CEGALLA, 2008, p. 324)
O sujeito é constituído por um substantivo ou pronome, ou por uma palavra ou expressão substantivada.
O sino era grande.
Ela tem uma educação fina.
Vossa Excelência agiu com imparcialidade.
Isto não me agrada.
Morrer pela pátria é glorioso.
O que se nomeia núcleo do sujeito é a palavra base, que pode ser considerada a sua própria essência. Normalmente, são substantivos ou pronomes. As palavras secundárias podem ser artigos, adjetivos, locuções adjetivas etc.
Todos os ligeiros rumores da mata tinham uma voz para a selvagem filha do sertão.
1. Tipos de seujeito
a) Simples: quando possui apenas um núcleo.
Eduardo anda muito pela manhã.
b) Composto: quando possui mais de um núcleo.
Daniel e Felipe escrevem poesias.
c) Explícito: quando aparece expresso na oração.
Os meninos vieram com os pais.
d) Oculto ou Elíptico: quando aparece de maneira implícita, não expressa na oração.
Deu um livro ao neto.
e) Agente: quando se faz a ação expressa pela voz ativa.
O gato quebrou a cristaleira.
f) Paciente: quando sofre ou recebe os efeitos da ação expressa pelo verbo passivo.
A cristaleira foi quebrada pelo gato.
g) Indeterminado: quando não se indica o agente da ação verbal.
Alguém veio à minha procura.
Todos são meus conhecidos.
Nem sempre a gente é compreendido.
h) Verbo na 3a pessoa do plural sem referencia a qualquer termo que, anterior ou seguinte, lhe sirva de sujeito.
Nunca me disseram isso.
Onde puseram meu livro?
i) Verbo no infinitivo ou na 3º pessoa do singular com valor de 3º pessoa do plural, nas mesmas circunstâncias do emprego anterior.
É bom resolver o problema.
Diz que o fato não aconteceu assim.
j) Verbo na 3º pessoa do singular acompanhado do pronome se , originariamente reflexivo, não seguido ou não referido a substantivo que sirva de sujeito do conteúdo do predicativo. Trata-se de um sujeito indiferenciado, referido à massa humana em geral; dessa forma, chamamos de índice de indeterminação do sujeito.
Vive-se bem aqui.
Lê-se pouco entre nós.
k) Inexistente: quando são enunciações puras e absolutas de um fato por meio de um predicado. Também podem ser chamadas de impessoais.
Chove pouco no nordeste.
Nunca nevou no Rio de Janeiro.
Faz muito calor aqui.
São considerados verbos impessoais:
a) Os que denotam fenômenos atmosféricos ou cósmicos (chover, trovejar, relampejar, nevar, anoitecer, fazer + frio, calor…; entre outros;
b) Haver e ser em orações equivalentes às constituídas com existir;
Há bons livros.
Eram vinte pessoas no máximo.
c) Haver, fazer e ser nas indicações de tempo;
Há cem anos nasceu meu avô.
Faz cinco anos que não aparece aqui.
Era a hora da ceia.
d) Bastar, chegar + de (nas ideias de ser suficiente);
Basta de histórias.
Chega de promessas.
e) Ir acompanhado das preposições em ou para exprimindo o tempo em que algo acontece ou aconteceu;
Vai em dois anos ou pouco mais.
f) Vir, andar acompanhados das preposições em ou ara exprimindo o tempo em que algo acontece;
Andava por uma semana que não comparecia às aulas.
Nesse mesmo dia, veio pela tarde.
g) Passar acompanhado da preposição de exprimindo tempo;
Já passava de duas horas.
h)Tratar-se acompanhado da preposição de em construções como:
Trata-se de assuntos sérios.
2. Posição do sujeito na oração
Normalmente, o sujeito antecede o predicado; todavia, a posposição do sujeito ao verbo é corriqueiro em nossa língua.
É facílimo este problema !
Vão-se os anéis, ficam os dedos.
Para o cargo de primeiro governador do Brasil, foi escolhido o fidalgo Tomé de Sousa.
Foi ouvida por Deus a súplica do condenado.
“Sujeito é o ser do qual se diz alguma coisa.” (CEGALLA, 2008, p. 324)
O sujeito é constituído por um substantivo ou pronome, ou por uma palavra ou expressão substantivada.
O sino era grande.
Ela tem uma educação fina.
Vossa Excelência agiu com imparcialidade.
Isto não me agrada.
Morrer pela pátria é glorioso.
O que se nomeia núcleo do sujeito é a palavra base, que pode ser considerada a sua própria essência. Normalmente, são substantivos ou pronomes. As palavras secundárias podem ser artigos, adjetivos, locuções adjetivas etc.
Todos os ligeiros rumores da mata tinham uma voz para a selvagem filha do sertão.
1. Tipos de seujeito
a) Simples: quando possui apenas um núcleo.
Eduardo anda muito pela manhã.
b) Composto: quando possui mais de um núcleo.
Daniel e Felipe escrevem poesias.
c) Explícito: quando aparece expresso na oração.
Os meninos vieram com os pais.
d) Oculto ou Elíptico: quando aparece de maneira implícita, não expressa na oração.
Deu um livro ao neto.
e) Agente: quando se faz a ação expressa pela voz ativa.
O gato quebrou a cristaleira.
f) Paciente: quando sofre ou recebe os efeitos da ação expressa pelo verbo passivo.
A cristaleira foi quebrada pelo gato.
g) Indeterminado: quando não se indica o agente da ação verbal.
Alguém veio à minha procura.
Todos são meus conhecidos.
Nem sempre a gente é compreendido.
h) Verbo na 3a pessoa do plural sem referencia a qualquer termo que, anterior ou seguinte, lhe sirva de sujeito.
Nunca me disseram isso.
Onde puseram meu livro?
i) Verbo no infinitivo ou na 3º pessoa do singular com valor de 3º pessoa do plural, nas mesmas circunstâncias do emprego anterior.
É bom resolver o problema.
Diz que o fato não aconteceu assim.
j) Verbo na 3º pessoa do singular acompanhado do pronome se , originariamente reflexivo, não seguido ou não referido a substantivo que sirva de sujeito do conteúdo do predicativo. Trata-se de um sujeito indiferenciado, referido à massa humana em geral; dessa forma, chamamos de índice de indeterminação do sujeito.
Vive-se bem aqui.
Lê-se pouco entre nós.
k) Inexistente: quando são enunciações puras e absolutas de um fato por meio de um predicado. Também podem ser chamadas de impessoais.
Chove pouco no nordeste.
Nunca nevou no Rio de Janeiro.
Faz muito calor aqui.
São considerados verbos impessoais:
a) Os que denotam fenômenos atmosféricos ou cósmicos (chover, trovejar, relampejar, nevar, anoitecer, fazer + frio, calor…; entre outros;
b) Haver e ser em orações equivalentes às constituídas com existir;
Há bons livros.
Eram vinte pessoas no máximo.
c) Haver, fazer e ser nas indicações de tempo;
Há cem anos nasceu meu avô.
Faz cinco anos que não aparece aqui.
Era a hora da ceia.
d) Bastar, chegar + de (nas ideias de ser suficiente);
Basta de histórias.
Chega de promessas.
e) Ir acompanhado das preposições em ou para exprimindo o tempo em que algo acontece ou aconteceu;
Vai em dois anos ou pouco mais.
f) Vir, andar acompanhados das preposições em ou ara exprimindo o tempo em que algo acontece;
Andava por uma semana que não comparecia às aulas.
Nesse mesmo dia, veio pela tarde.
g) Passar acompanhado da preposição de exprimindo tempo;
Já passava de duas horas.
h)Tratar-se acompanhado da preposição de em construções como:
Trata-se de assuntos sérios.
2. Posição do sujeito na oração
Normalmente, o sujeito antecede o predicado; todavia, a posposição do sujeito ao verbo é corriqueiro em nossa língua.
É facílimo este problema !
Vão-se os anéis, ficam os dedos.
Para o cargo de primeiro governador do Brasil, foi escolhido o fidalgo Tomé de Sousa.
Foi ouvida por Deus a súplica do condenado.
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