Substantivo / Adjetivo - Gramática para Concursos
Substantivo é a palavra que usamos para nomear seres, coisas e ideias. Como palavra variável, apresenta flexões de gênero, número e grau.
CLASSIFICAÇÃO DOS SUBSTANTIVOS
Substantivo comum - é aquele que indica nome comum a todos os seres da mesma espécie, escreve-se com letra minúscula (a menos que esteja em início de frase). Ex.: casa, rio, cidade, pais, etc.
Substantivo próprio - é aquele que particulariza um ser da espécie, escreve-se com letra maiúscula. Ex.: João, Recife, Goiás, Brasil, Tietê, Revolução Russa, Lulu, etc.
Substantivo concreto - é aquele que indica seres reais ou imaginários, que não dependem de outro para existir. Ex.: fada, saci, mesa, cadeira, computador, dragão, internet, dinheiro, etc.
Substantivo abstrato - é aquele que indica seres que dependem de outro para existir (sentimentos, ações, estados e qualidades são abstratos). Ex.: amor, trabalho, solidariedade, beleza, etc.
Saci-pererê, mula-sem-cabeça, diabo, dragão, fantasma, bruxa, vampiro, sereia não são sentimentos, são invenções do ser humano. Os dias da semana, os meses do ano, as estações do ano e os ícones religiosos existem por si só.
Substantivo coletivo - entre os substantivos comuns, encontram-se os coletivos que, embora no singular, indicam uma multiplicidade de seres da mesma espécie. Ex.: álbum, de fotografias, de selos; alcateia, de lobos, de feras; banca, de examinadores; biblioteca, de livros; caravana, de viajantes, de peregrinos; código, de leis; enxame, de abelhas, de insetos; enxoval, de roupas e complementos; esquadrilha, de aviões; etc.
Existem coletivos específicos: hemeroteca (apenas para jornais / revistas), pinacoteca (apenas para quadros), universidade (apenas para faculdades), e genéricos: congresso (de senadores, deputados, cientistas e especialistas), colônia (de pescadores e imigrantes)
FLEXÃO DO GÊNERO
Em português, todos os nomes, sem exceção, dividem-se em masculinos e femininos. É importante salientar que gênero é classificação gramatical, enquanto sexo é questão biológica.
1. UNIFORMES - possuem grafia única para masculino e feminino.
Epiceno - é o substantivo de um só gênero que indica nomes de certos animais. Para especificar o sexo, são utilizadas as palavras "macho" ou "fêmea". Ex.: cobra macho, cobra fêmea, onça macho, onça fêmea, jacaré macho, jacaré fêmea.
Comum de dois gêneros - é o substantivo que possui uma só forma para o masculino e o feminino, mas permite a variação de gênero através do artigo ou outro determinante. Ex.: o estudante / a estudante, meu / minha artista, dois / duas jornalistas, bom / boa cliente etc.
Sobrecomum - é o substantivo de um só gênero que indica tanto seres do sexo masculino como do sexo feminino. Ex.: a criança, o indivíduo, a testemunha, a vítima, o cônjuge, etc. A identificação do gênero se faz pelo contexto.
2. BIFORMES - possuem duas grafias, sendo uma para o masculino e outra para o feminino
Desinenciais - o feminino apresenta o mesmo radical do masculino; a flexão é indicada pela desinência (terminação). Ex.: aluno/aluna, médico/médica, etc.
Heterônimos - o feminino apresenta um radical diferente daquele que forma o masculino. Ex.: genro/nora, padrinho/madrinha, pai/mãe, etc.
ALGUMAS PARTICULARIDADES DO GÊNERO
Quanto ao gênero, alguns substantivos costumam causar dúvidas. Por isso, merecem destaques:
São masculinos - o apêndice, o dó, o guaraná, o clã, o eclipse, o eczema, o destaque, o sósia, o formicida, o telefonema, o herpes, o pernoite, o aneurisma, o êxtase, o champanhe etc.
São femininos - a alface, a dinamite, a gênese, a apendicite, a comichão, a cal, a derme, a entorse, a libido, a ênfase, a atenuante, a matinê, a patinete etc.
admitem os dois gêneros - o/a tesão, o/a diabetes, o/a usucapião, o/a laringe, o/a agravante, o/a própolis, o/a sabiá
Bólido (masculino) é variante de bólide (feminino).
No masculino, agravante se refere ao ato, no feminino, refere-se à circunstância.
GÊNERO APARENTE
É quando aparenta mudança de gênero, mas na verdade não ocorre essa mudança. O que ocorre é uma mudança de sentido por causa da alteração de masculino e feminino. Veja os exemplos:
A cabeça - parte do corpo
O cabeça - líder
A rádio - aparelho
O rádio - emissora
A capital - cidade
O capital - dinheiro
A cisma - desconfiança
O cisma - separação religiosa
A cura - ato ou efeito de curar
O cura - padre
A crisma - sacramento
O crisma - óleo
A moral - conjunto de regras; lição
O moral - estado de espírito
A lente - instrumento óptico
O lente - professor (este deriva do particípio presente latino do verbo legere - ler)
A grama - relva
O grama - medida de massa
A polícia - corporação
O polícia - policial
Substantivos de origem grega terminados em ema ou oma são masculinos. Ex.: o axioma, o fonema, o poema, o sistema, o sintoma, o teorema.
FLEXÃO DE GRAU
Além do que se convém chamar de grau anormal, o substantivo pode-se apresentar em dois graus distintos: o aumentativo e o diminutivo. Ex.:
parede grande (aumentativo analítico);
paredão (aumentativo sintético);
livro pequeno (diminutivo analítico);
livrinho (diminutivo sintético).
Aumentativos e diminutivos formais (ou aparentes). Ex.: cartão, portão, caldeirão, fogão, cartilha, folhinha (calendário), pastilha, coxinha, quentinha, caixinha (gorjeta) etc.
Alguns têm outro sentido - patricinha (garota de família rica que só usa roupas de marca, frequenta lugares que estão na moda e se veste com esmero), santinho (imagem de um santo, folheto de propaganda eleitoral, pessoa que finge ser boa e virtuosa), cursinho (curso preparatório para concursos e vestibulares).
O grau com valor afetivo ou pejorativo: Ex.: paizinho, mãezinha (afetivo); gentinha (pejorativo).
Aumentativos e diminutivos formados por prefixação. Ex.: supermercado, hipermercado, megaevento, minidicionário, microempresário etc.
FLEXÃO DE NÚMERO
1. SUBSTANTIVO SIMPLES
A) Os terminados em vogal, ditongo oral e N fazem o plural pelo acréscimo de S. Ex.:
ímã - ímãs
troféu - troféus
elétron - elétrons
Casos particulares:
cânon - cânones
espécimen - espécimens ou especímenes
hífen - hifens ou hífenes
pólen - polens ou pólenes
líquen - liquens ou líquenes
B) Os terminados em IL fazem o plural de duas maneiras:
quando oxítonos, em IS. Ex.: canil - canis, barril - barris, funil - funis;
quando paroxítonos, em EIS. Ex.: míssil - mísseis, fóssil - fósseis.
OBSERVAÇÕES:
Pela regra, o plural de gol seria gois ou goles, mas o uso consagrou a forma gols.
réptil (répteis) ou reptil (reptis), projétil (projéteis) ou projétil (projeteis);
mal (males), mel (méis ou meles), gel (géis ou geles), cônsul (cônsules).
C) Os terminados em S fazem o plural de duas maneiras:
quando monossílabos ou oxítonos, mediante o acréscimo de ES. Ex.: mês - meses, francês - franceses.
quando paroxítonos ou proparoxítonos, ficam invariáveis. Ex.: o lápis - os lápis, o ônibus - os ônibus.
OBSERVAÇÃO:
cais e cós são invariáveis.
D) Os terminados em ÃO fazem o plural de três maneiras: Ex.:
ilusão - ilusões
pão - pães
cidadão - cidadãos
Alguns admitem mais de um plural: aldeão - aldeões, aldeãos ou aldeães / cirurgião - cirurgiões ou cirurgiães.
E) Os terminados em X. Ex.:
monossílabos: fax - os fax ou faxes, box - os box ou boxes
dissílabos: tórax - os tórax (invariáveis)
F) Outros casos:
caráter - caracteres / júnior - juniores / sênior - seniores
substantivos estrangeiros aportuguesados: o chope - os chopes, o drope - os dropes, o clipe - os clipes; para os não aportuguesados, também se acrescenta o -s: o show - os shows.
mudança de número com mudança de sentido: bem (virtude) / bens (riquezas), costa (litoral) / costas (dorso), vencimento (prazo final) / vencimentos (salário), féria (renda diária) / férias (descanso), letra (sinal gráfico) / letras (literatura)
Alguns plurais metafônicos: corpo (ô) / corpos (ó); esforço (ô) / esforços (ó), osso (ô) / ossos (ó), povo (ô) / povos (ó), olho (ô) / olhos (ó), imposto (ô) / impostos (ó).
substantivos só usados no plural: os pêsames, os parabéns, os óculos, as núpcias, as férias, as reticências, as finanças.
Reticências é palavra usada sempre no plural, quando se trata do sinal de pontuação. Reticência é a interrupção intencional de algo que poderia ser dito, incerteza, indecisão.
Férias, obrigatoriamente no plural, é o período de descanso. Féria, no singular, designa a remuneração de empregados.
Os nomes das letras podem ser pluralizados de duas maneiras:
conforme a regra - os cês, os eles, os enes
dobrando-se a letra - os cc, os ll, os nn
2. SUBSTANTIVOS COMPOSTOS
Não separados por hífen: Acrescenta-se o "-s".
Ex.: pernalongas, pontapés, passatempos...
Separados por hífen:
a) Flexiona-se os dois elementos, quando for:
substantivo + substantivo: redatores-chefes / cotas-partes
substantivo + adjetivo: lugares-comuns / cachorros-quentes
adjetivo + substantivo: gentis-homens
numeral + substantivo: primeiros-ministros / terças-feiras
DICA:
Existem dois grupos de palavras:
1) SAN = Substantivo, adjetivo e numeral - Variam
2) VAP = Verbo, Advérbio e Prefixo - Não variam
b) Flexiona-se somente o segundo elemento, quando for:
verbo + substantivo: guarda-roupas, tira-dúvidas, bate-papos
palavra invariável + palavra variável: vice-campeões, recém-nascidos
grão, grã e bel seguidos de substantivos: grão-duques, grã-cruzes, bel-prazeres
palavras repetidas ou imitativas: reco-recos, tique-taques
OBSERVAÇÃO: Se os elementos repetidos forem verbos: corre(s)-corres, pisca(s)-piscas
Só devem ir para o plural os elementos representados por substantivos, adjetivos e numerais. Verbos, advérbios e prefixos (co-, ex-, vice-, etc.) ficam invariáveis.
c) Flexiona-se somente o primeiro elemento, quando formados de:
substantivo + preposição clara + substantivo: pés-de-moleque, pães-de-ló
substantivo + preposição oculta + substantivo: cavalos-vapor
um segundo elemento limitando (ou determinando) a ideia do primeiro, indicando TEF (tipo, espécie ou finalidade): vales-transporte, palavras-chave, peixes-espada, seguros-desemprego.
OBSERVAÇÃO: No padrão culto, também é correto o plural de ambos os elementos "bananas-maçãs", "canetas-tinteiros" (HOUAISS).
d) Permanecem invariáveis, quando formados de:
verbo + advérbio: os bota-foras, os pisa-mansinho
verbo + substantivo no plural: os porta-lápis
verbos opostos: os leva-e-traz, os ganha-perde
OBSERVAÇÕES:
Outros plurais: pores-do-sol, os sem-terra, capitães-mores, os arco-íris, os louva-a-deus, os diz-que-diz, os maria-vai-com-as-outras; bem-te-vis, bem-me-queres; os lugar-tenentes, os banhos-maria, os mapas-múndi
duas formas de plural: guardas-marinha(s), padres(s)-nossos, salvo(s)-condutos, terras(s)-novas, salários-família(s), máquinas-caixão(ões), pai(s)-nossos, extrema(s)-unções
Compostos com a preposição sem:
quando têm sentido substantivo - variam: sem-fim > sem-fins, sem-cerimônia > sem-cerimônias, sem-vergonhice > sem-vergonhices
quando têm sentido adjetivo - ficam invariáveis: sem-número, sem-teto, sem-vergonha
Adjetivos são palavras variáveis, em gênero, número e grau, que exprimem qualidade, defeito, origem, estado do ser.
Classificação dos Adjetivos
Primitivo: dá origem a outra palavra.
Ex.: bom, mau etc.
Derivado: tem origem em outra palavra.
Ex.: bondoso, maldoso etc.
Simples: formado de um só radical.
Ex.: brasileiro, belo, rápido etc.
Composto: formado de mais de um radical.
Ex.: franco-brasileiro, cívico-religioso etc.
Explicativo: exprime qualidade essencial, inerente ao ser.
Ex.: neve fria, luz clara etc.
Restritivo: exprime qualidade acidental do ser.
Ex.: fruta madura, água límpida etc.
Pátrio ou gentílico: É o adjetivo que indica a naturalidade ou a nacionalidade do ser.
Ex.: greco-romano; Acre - acreano; Paraíba - paraibano
Observação:
nacionalidade brasileira (corrido)
nacionalidade: brasileiro(a) (depois de dois pontos, em formulários, fichas de inscrição etc.)
OBSERVAÇÃO: Os adjetivos explicativos e restritivos são apresentados em algumas gramáticas, são sempre associados a uma qualidade específica ou genérica de um substantivo.
Locução adjetiva
É toda expressão formada de uma preposição mais um substantivo, equivalente a um adjetivo.
Ex.:
dia de festa (festivo)
amor de pai (paterno)
Flexão dos adjetivos
Flexão de gênero
Uniforme - Tem uma só forma tanto para o masculino como para o feminino. Por exemplo, homem feliz ou cruel e mulher feliz ou cruel. Se o adjetivo é composto e uniforme, fica invariável no feminino. Por exemplo, ambiente sociocultural e variação sociocultural.
Biforme - Tem duas formas, sendo uma para o masculino e outra para o feminino. Por exemplo, mau e má, judeu e judia. Se o adjetivo é composto e biforme, ele flexiona no feminino somente o último elemento. Por exemplo, perfil socioeconômico e situação socioeconômica.
Casos particulares: surdo-mudo e surda-muda
Flexão de número
Adjetivos simples
Seguem a mesma forma dos substantivos simples. Ex.: pessoas amigas, cães ferozes, crianças amáveis
Substantivo usado como adjetivo (derivação imprópria) fica invariável. Ex.: calças vinho, cursos relâmpago, eventos monstro.
Dica - substantivo tomado por empréstimo para funcionar como adjetivo
Adjetivos compostos
Regra geral: somente o último elemento varia em gênero e número.
Ex.: pastas verde-claras, acordos luso-brasileiros, atendimentos médico-cirúrgicos, pesquisas afro-brasileiras
Casos específicos
Se o último elemento for substantivo emprestado, o adjetivo composto mantém no plural a mesma forma singular.
Ex.: blusas verde-bandeira, tecidos verde-abacate.
Azul-marinho e azul-celeste são invariáveis, assim como os compostos formados pela expressão 'cor de' + adjetivo e a expressão rosa-choque. Ex.:
Camisas azul-marinho, calças azul-celeste, sapatos cor de azul (cor da terra), pulseiras cor-de-rosa.
Vermelho é um adjetivo, portanto há flexão em infravermelho (palavra derivada): radiação infravermelha / raios infravermelhos.
Violeta é um substantivo, portanto ultravioleta (palavra derivada) é invariável: raios ultravioleta.
Os componentes sendo palavra (ou elemento) invariável + adjetivo, somente esse último se flexionará.
Ex.: povos semisselvagens, esforços sobre-humanos, crianças recém-nascidas, políticos anti-imperialistas.
Casos particulares: surdos-mudos, surdas-mudas.
Flexão de grau
Comparativo - pode ser:
De igualdade: tão + adjetivo + quanto (ou como):
Ex.: Ela é tão inteligente quanto eu.
De superioridade: mais + adjetivo + (do) que:
Ex.: Ela é mais inteligente (do) que eu.
De inferioridade: menos + adjetivo + (do) que:
Ex.: Ela é menos inteligente (do) que eu.
OBSERVAÇÕES:
Quando houver duas qualidades para um mesmo ser, emprega-se a forma analítica: Ele é mais bom que inteligente.
Quando houver dois seres, mas uma só qualidade, emprega-se a forma sintética: Ela é melhor que você.
Superlativo – pode ser:
Absoluto: a qualidade não é expressa em relação a outros elementos
Analítico (duas ou mais palavras): Este assunto é muito fácil.
Usam-se advérbios de intensidade - muito, bastante, demasiadamente, extremamente, excessivamente, excepcionalmente.
Sintético (uma palavra): Este assunto é facílimo.
Usam-se sufixos - íssimo, imo, érrimo, ílimo.
Relativo: a qualidade é expressa em relação a outros elementos.
De superioridade: Cláudia é a mais inteligente.
De inferioridade: Eles são os menos inteligentes.
Alguns adjetivos apresentam formas irregulares:
bom, mau, grande e pequeno - ótimo, péssimo, máximo e mínimo
superior - supremo ou sumo
inferior - ínfimo
posterior - póstumo
ulterior - último
exterior ou externo - extremo
interior ou interno - íntimo
O superlativo também pode ser formado por:
prefixos: super, extra, hiper, mega, ultra - Ele estava superelegante na festa.
repetição do adjetivo - Encontrei uma flor linda, linda.
expressões coloquiais (de mão cheia, linda de morrer) - Tenho uma amiga podre de rica.
comparações (rápido como um foguete, feio como o diabo) - Seu olhar é doce como o mel.
aumentativo - O trem chegou lotadão.
diminutivo - A prova estava facinha.
Na linguagem da internet, também é obtido pela repetição de um fonema ou pelo uso de caixa alta - maiúscula.
SEMÂNTICA
Alguns adjetivos podem assumir significação variada de acordo com a posição em que aparecem.
Ex.:
Mudança de sentido
velho amigo - amigo há muito tempo / amigo velho - idoso
alto oficial - posto alto / oficial alto - estatura
pobre homem - infeliz / homem pobre - sem recursos financeiros
simples médico - insignificante / médico simples - humilde
Mudança de função
O cético Marx (adjunto adnominal)
Marx, o cético (aposto, título)
O contexto é importante para se determinar o valor semântico de algumas locuções adjetivas.
Ex.: Água de chuva (pluvial) Dia de chuva (chuvoso)
Problema de coração (cardíaco, denotação) Atendimento de coração (cordial, conotação).
Interior também é usado como substantivo em oposição a 'capital', a 'litoral' ou a 'exterior'.
No português atual, alguns superlativos terminados em imo e érrimo são substituídos pelo sufixo íssimo: pobre - paupérrimo e pobríssimo, doce - dulcíssimo e docíssimo, negro - negríssimo e nigérrimo.
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