Sugestões para a solenidade de Todos os Santos
COR LITÚRGICA:
Branca
LEITURAS BÍBLICAS
Primeira leitura: Apocalipse 7,2-4.9-14
Salmo responsorial: 23(24)
Segunda leitura: 1João 3,1-3
Evangelho: Mateus 5,1-12a
Obs: Há ano em que a celebração do 31º Domingo do Tempo Comum coincide com a solenidade de Todos os Santos. Quando isso ocorre, as leituras do 31º Domingo Comum são substituídas pelas dessa solenidade, como as aqui propostas.
SUGESTÕES DE TEMAS PARA A CELEBRAÇÃO DESTE DOMINGO:
"Sede santos como vosso Pai do céu é santo"; "A santidade é para todos";"Somos santos porque Deus é santo";"Ser santo é ser feliz"(ou outras que a comunidade preferir).
SUGESTÕES PARA A EQUIPE DE LITURGIA
ESPAÇO DA CELEBRAÇÃO E ACOLHIDA: sugestão de ilustração: a multidão dos eleitos passando por um pórtico onde está escrito: temos sempre vagas.
Preparar uma ou mais faixas, cartaz ou banner para serem colocados em lugares apropriados, porém fora do presbitério, com alguns dos seguintes dizeres: "No caminho de Jesus participamos da alegria das santas e santos de Deus";"Felizes os pobres no espírito: são aqueles que, com coração humilde, escutam a Palavra e a põem em prática";"Os que choram são aqueles que não alimentam a vingança em seu coração";"Os mansos e misericordiosos são aqueles que estão abertos a perdoar e compreender";"Ser santo é estar voltado para Deus e seu projeto.
A pia batismal poderia ser destacada neste domingo. Onde não houver pia batismal, pode-se dispor uma tina com água. O ornamento pode ser um ikebana expressando o "brotar da vida", associado à experiência batismal. Pelo Batismo assumimos em nós a vida de Deus, que em Jesus de Nazaré tem sua plena e nítida manifestação.
A cor litúrgica a ser usada nas vestes, toalhas do altar e do ambão é a branca. Se possível, também usar flores brancas na decoração.
A missa deve ser festiva e com cantos bem animados.
Preparar o local da celebração, evidenciando as imagens dos santos e santas de maior devoção da comunidade, onde houver. Evidencie a imagem do padroeiro ou da padroeira, sem. contudo, exagerar neste aspecto, pois a centralidade da celebração é o Mistério Pascal de Jesus Cristo.
Na acolhida, fazer uma recepção fraterna, alegre e orante para a celebração, com ensaio de cantos e um breve momento de silêncio e de oração pessoal.
RITOS INICIAIS: tendo presente o texto da primeira leitura, a equipe de celebração, com outras pessoas, poderia entrar de vestes brancas e com palmas na procissão de entrada, entoando o hino: "Vejo a multidão em vestes brancas..."(cf. Ofício divino das comunidades, p. 367)
OUTRA SUGESTÃO: na procissão de entrada o celebrante entra pelo fundo da igreja ladeado por representantes das várias pastorais da paróquia (todos trazem velas acesas como sinal da escolha de "felicidade"que assumiram e faixas com os nomes dos serviços pastorais que participam).
ATO PENITENCIAL: o celebrante faz o convite à penitência pedindo a todos um momento de silêncio. Em seguida, o animador pede perdão lembrando as bem-aventuranças: Ex: pelas vezes que não fomos pobres de espírito, ficando apegados às coisas que possuímos ou às nossas próprias ideias, peçamos perdão.Canto: "Senhor, tende piedade de nós"(Lembrar as outras bem-aventuranças de acordo com a realidade da comunidade)... No final, as pessoas se viram umas para as outras (duas a duas) e se tocam em sinal de perdão.
OUTRAS SUGESTÕES: será muito bem-vinda a aspersão como Ato penitencial. O canto "Eu vi água"(Hinário litúrgico 3 da CNBB, n. 83), ou outro semelhante, ajudará a assembléia a entrar no sentido da festa, vivenciado o que nos disse a primeira leitura.
Após a motivação do presidente, alguém entra com uma jarra de água e a derrama na pia batismal ou em recipiente apropriado. Faz-se a bênção com uma das fórmulas propostas no Missal [...]. Segue-se com aspersão ou persignação, conforme as possibilidades do lugar. Se for aspersão, os ministros tomam a água do recipiente e se dispersam pela assembléia. Se for persignação, todos se aproximam da pia ou recipiente.
HINO DE LOUVOR: a equipe de liturgia poderá, antecipadamente, preparar e ensaiar crianças e jovens para jogarem pétalas de flores e incensarem a assembleia dos santos e santas reunidos para louvar a Deus, durante o canto do "Glória".
LITURGIA DA PALAVRA: crianças entram com faixas das bem-aventuranças na frente da Bíblia, que vem trazida por uma pessoa que na comunidade é tida como aquela que sempre está atenta ao irmão. Um casal traz as velas acesas (todos vêm dançando e cantando).
Durante o canto do Salmo 24(23), o grupo de vestes brancas e palmas na mão acompanha com expressão corporal, assim como a Aclamação ao Evangelho e o canto do Santo.
A Proclamação do Evangelho poderá ser cantada. A seguir, a assembleia repete cada bem-aventurança aclamada de novo por pessoas já preparadas ou mesmo por quem fez a proclamação.
HOMILIA: se possível, dialogada com o povo.
PRECES: no momento das preces, rezar ou cantar a ladainha dos santos, acrecentando, se preciso, os nomes dos santos e santas mais conhecidos pela comunidade. Pode-se acrescentar os nomes dos padroeiros das comunidades da paróquia.
OUTRA SUGESTÃO PARA O MOMENTO DAS PRECES: preparar as preces pedindo que as pessoas busquem viver a alegria do encontro com o Senhor e pela coragem da opção pela construção da cidade, cuja luz é o Senhor.
OFERTÓRIO: entregar as faixas (com as bem-aventuranças) para algumas pessoas que estiverem na celebração e que têm uma vida de luta pela santidade. Por exemplo: mãe de família, um deficiente, um doente, um idoso, um sem casa...
LITURGIA EUCARÍSTICA: entre as orações eucarísticas, escolher uma que cite os nomes dos santos como a I (Cânon romano) ou a III (em que pode se citar nomes de santas e santos mais ligados à comunidade).
O Prefácio é próprio e poderá ser cantado, bem como as respostas da Oração eucarística.
Ressaltar a fração do pão eucarístico. Enquanto o ministro presidente parte o pão com calma e dignidade, a assembléia canta o "Cordeiro de Deus".
PAI-NOSSO: rezado, bem pausado, as pessoas com as mãos nos ombros umas das outras.
AÇÃO DE GRAÇAS: em silêncio, com música suave de fundo
RITOS FINAIS: Bênção final própria da festa (Missal romano, bênção solene, n.18, p.529).
Onde for possível, toda a assembleia tenha uma palma, como sinal da sua comunhão com a comunidade celeste.
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