Sugestões para a solenidade da Sagrada Família

 COR LITÚRGICA:

Branca


LEITURAS BÍBLICAS

Primeira leitura: Eclesiástico 3.3-7.14-17a

Salmo responsorial: 128(127)

Segunda leitura: Colossenses 3,12-21

Evangelho: Lucas 2,41-52


SUGESTÕES DE TEMAS PARA A CELEBRAÇÃO DESTE DOMINGO:

"Jesus foi encontrado por seus pais no meio dos doutores"; "Convidados a conviver no amor";"Toda família é sagrada";" Quando todos cuidam de todos" (ou outras que a comunidade preferir).


SUGESTÕES PARA A EQUIPE DE LITURGIA

ESPAÇO DA CELEBRAÇÃO E ACOLHIDA: sugestão de ilustração para o espaço celebrativo: a família de Nazaré e as famílias de hoje em atitude de serviço, ou o caminho.

Que todos sejam bem acolhidos, num espaço também acolhedor. Não de maneira formal, artificial, como acontece muitas vezes em ambientes de prestação de serviços públicos. Mas de maneira profundamente humana, carinhosa, afetuosa, divinamente humana. Acolher na celebração é uma forma de oração.

A equipe de acolhida deve preparar um gesto simpático, como, por exemplo, a entrega, a cada família que chega, de uma pequena lembrança, de uma mensagem, ou mesmo de um cartão de boas-vindas.

A cor litúrgica é a branca ou a amarela; usar nas toalhas do altar, na estante das leituras e nas vestes dos animadores, leitores, ministros, acólitos e de quem preside.

RITOS INICIAIS:  lembrando a Sagrada Família de Jesus, Maria e José, sugere-se que uma família participe com os ministros na procissão de entrada para a celebração.

Procissão de entrada com família, levando velas acesas, o livro das leituras, flores...

OUTRA SUGESTÃO PARA A PROCISSÃO DE ENTRADA:  procissão de entrada com famílias, levando a cruz, velas acesas, o livro das leituras, flores. Uma família preferencialmente constituída de pessoas que não têm atuação ministerial ou pastoral, mas que frequentam a missa, traz um quadro ou ícone da Sagrada Família, que será depositado num suporte preparado no presbitério.

Terminada a saudação inicial, conforme as circunstâncias, podem-se ouvir as alegrias, as dificuldades e sonhos das famílias presentes.

Quem preside, após a saudação inicial, convida todos para uma recordação da vida. Que o padre ajude a comunidade, por meio de uma boa motivação, a partilhar as diversas experiências de famílias que encontramos: família de pai, mãe e filhos; famílias de avós e netos; famílias de mães e filhos; famílias de pais e filhos; famílias de parentes; famílias de amigos que cuidam uns dos outros, além de outras categorias de famílias. Após essa partilha, todos se cumprimentam como gesto de acolhida de todas as famílias. Que seja feito sem tumulto.

ATO PENITENCIAL:  rito penitencial com invocações próprias, se possível, apresentadas por algumas famílias. Aspergir a assembleia, enquanto se entoa um canto adequado.

LITURGIA DA PALAVRA: a liturgia da palavra tenha a participação especial da família. A primeira leitura, quando possível, seja feita de cor por um(a) jovem.

Nunca é demais insistir: proclamem-se bem as leituras , até mesmo fazendo um breve silêncio entre cada uma delas. Por exemplo, após o Salmo responsorial, não iniciar logo a segunda leitura. Dar uma pequena pausa para assimilar-se a riqueza do salmo.

OUTRA SUGESTÃO PARA A PRIMEIRA LEITURA: hoje a primeira leitura poderia ser proclamada por um pai, e a segunda, por um casal (até mesmo com a participação de um filho). Mas preparar bem antes! A preparação prévia e de suma importância.

O canto do salmo poderá ser acompanhado por uma dança feita por um grupo e envolvendo toda a assembleia no refrão.

OUTRA SUGESTÃO PARA A SEGUNDA LEITURA: a segunda leitura seja feita por um casal, cuidando para que os versículos dirigidos às esposas sejam lidas pelo marido, e os versículos dirigidos aos maridos sejam lidos pelas esposas.

O evangelho pode ser dialogado.

A homilia poderá contar com depoimentos de algumas famílias.

OFERTÓRIO: os pais presentes apresentam seus filhos(as), acompanhando o gesto de quem preside, na apresentação do pão e do vinho.

LITURGIA EUCARÍSTICA: na Oração eucarística, onde for possível, que todos rodeiem o altar tal qual as famílias ao redor das mesas. Caso contrário, que algumas famílias sejam convidadas a fazê-lo

Na Oração eucarística, "compete a quem preside, pelo seu tom de voz, pela atitude, orante, pelos gestos, pelo semblante e pela autenticidade, elevar ao Pai o louvor e a oferenda pascal de todo o povo sacerdotal, por Cristo, no Espírito.

Cantar o Prefácio, o Santo, as respostas, a aclamação após a Consagração, o Amém final da Oração eucarística e o Cordeiro de Deus.

Na apresentação do pão e do vinho, quem preside pode passar o cálice para que o casal mais próximo faça a elevação dos dons, enquanto se diz: "Felizes os convidados..."

PAI-NOSSO: na oração do Pai-nosso, que poderá ser cantada, fazer uma grande corrente, dando-se as mãos, formando a grande Família de Deus ao redor do altar.

ABRAÇO DA PAZ: dar destaque especial ao Abraço da paz.

COMUNHÃO: a Comunhão pode ser feita com as duas espécies, de acordo com as normas em vigor. Onde for possível, no final, pode-se fazer uma pequena confraternização, com ágape fraterno. Poderá também ser feita com o uso de pão ázimo.

RITOS FINAIS: nos avisos, lembrar que ainda é Festa de Natal, pois estamos na oitava.  Todos somos chamados a ter uma atenção mais cuidadosa com os mais carentes, sobretudo com as crianças. A vida dos pobres é a manjedoura onde reclina o Menino Jesus hoje.

Bênção especial, com a imposição das mãos, sobre as famílias presentes e oração própria. Em seguida, abençoar toda a comunidade com a fórmula própria do Tempo do Natal (cf. Missal, p.520)

OUTRAS RECOMENDAÇÕES: onde for possível, no final, fazer uma pequena confraternização, considerando as crianças e as pessoas que não participaram do Pão eucarístico.

Não esquecer que estamos celebrando o Mistério Pascal de Jesus e não a festa da família, por isso, deve-se evitar cantar a "Oração da família", por que esse canto é próprio para encontros de família, retiros, reuniões, grupos de oração e shows e, não, para Celebração eucarística.

Ao anunciar os cantos, cuidado com alguns possíveis "cacoetes". Por exemplo,"vamos acolher o celebrante com o canto tal", ou "vamos cantar o número tal". Primeiro; a finalidade do canto inicial não é acolher o celebrante, mas fazer com que a comunidade cantando, já faça a experiência de ser acolhida por Deus em sua casa. Segundo: celebrante é a assembleia, o padre é o presidente da celebração.  Terceiro: nunca se canta o número e sim o canto, que tem letra e música próprias para o momento celebrativo.

Outras sugestões poderão ser encontradas na celebração correspondente aos anos A e B na primeira e segunda partes deste livro.

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