Jornal Correio da Paraíba - Veículos - 21 de junho de 2022

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Equipada até então com o defasado e polêmico motor 2.0 turbodiesel, a nova versão de entrada Comfortline da Amarok, passa a ser oferecida com motor V6 de 3,0 litros. 

Apesar da mudança de motor, o câmbio da picape Amarok continua o mesmo automático, de 8 marchas e com tração integral. Segundo a Volkswagen, o V6 turbodiesel fornece 258 cv a 3.250 rpm e um torque de 59,1 kgfm a 1.400 rpm.

A versão Comfortline da picape Amarok pode ser adquirida com controles de estabilidade e tração, controle de cruzeiro, sensor de chuva, retrovisor eletrocrômico, sistema multimídia Composition Media de 6,3” com Bluetooth, faróis de neblina, sensor crepuscular, sensor de chuva, vidros e travas elétricas, rodas de 17” entre outros itens. O único opcional é a capota marítima, estribo lateral e pintura metálica.

Feita na fábrica em General Pacheco, na Argentina, a Volkswagen Amarok é vendida a partir de R$ 294.060. Já as versões Highline e Extreme, são vendidas com preços a partir de R$ 310.750 e R$ 327.270, nessa mesma ordem.


Com as três versões sendo vendidas sem a opção diesel 2.0 TDI de 140 ou 180 c v, a VW Amarok está prestes a receber uma atualização estética para 2023.


Com isso, fica decidido que a nova geração da picape VW Amarok não será fabricada na Argentina. Segue o plano de fabricá-la na África do Sul, em parceria com a Ford , que vai montar a nova Ranger no país vizinho no ano que vem e trazê-la ao Brasil, onde também terá a F-150 , também a partir de 2023 .

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A BMW anuncia a chegada da nova versão do hatch 118i, a 118i M Sport que ganhou não só em design, mais esportivo, mas também em tecnologia e nível de equipamentos.

A começar pelo visual, o hatch esportivo ganhou para-choques mais arrojados, a grade dianteira passa a vir na cor preta brilhante e as rodas de 18 polegadas ganharam novo desenho. Já os faróis, assim como as lanternas traseiras, agora contam com acabamento escurecido.

Na parte interna o destaque ficou por conta do volante M Sport e o revestimento de couro dos bancos que reforçaram ainda mais o caráter esportivo do hatch. Por falar em esportividade, o motor é 1.5 sobrealimentado, de 3 cilindros.

De acordo com a BMW , esta unidade rende 140 cv e  22,4 kgfm de torque a partir de 1.480rpm.  No sistema de transmissão fica o câmbio automático, de sete marchas, e a suspensão tem acerto e calibração M Sport.

Outra novidade está no BMW Live Cockpit Professional, sistema composto de duas telas de 10,25 polegadas: painel de instrumentos e central multimídia. Por ele, o usuário tem acesso ao Alexa da Amazon, e há compatibilidade com Android Auto e Apple CarPlay.


Junto a esse, está o BMW ConnectedDrive, um pacote de tecnologia que engloba várias funções. É possível atualizar remotamente o carro, ter o serviço de concierge ou de informações do trânsito em tempo real.

O BMW Teleservices também envia mensagens automáticas sobre o estado do seu carro com base no uso, o que possibilita agendar serviços na concessionária mais próxima. Também é possível acionar o SOS em uma emergência ou acidente.

Através do My BMW app , é possível ativar funções pelo celular como localizar o veículo, trancar ou destrancá-lo, checar se as janelas estão abertas, se todas as portas estão fechadas, e receber notificações a cada atualização remota de software (Remote Software Upgrade).


Na segurança, o 118i M Sport vem equipado com assistentes de direção como o Parking Assistant (baliza automática), Reverse Assistant (capaz de refazer os últimos 50 metros percorridos autonomamente), farol de LED adaptativo e assistente de farol alto, controle de tração e estabilidade e seis airbags com 8 pontos de proteção.


O novo BMW 118i M Sport chega ao Brasil, importado da Alemanha com preço sugerido de R$ 315.950, enquanto a versão de entrada, chamada 118i Sport GP , custa R$ 295.950.

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A Indian Motorcycle lança a edição especial FTR Stealth Grey Special Edition, projetada especificamente para os mercados internacionais, com uma tiragem de apenas 150 unidades e um novo esquema de pintura e gráficos pensando no gosto americano.

Proporcionando uma experiência de condução verdadeiramente superior, a FTR Stealth Grey beneficia de 123 cv de potência e 12,23 kgfm de torque do seu motor V-twin de 1203 cc com refrigeração líquida.


O manuseio preciso é garantido por meio de uma combinação de guidão ProTaper, ângulo de inclinação de 25 graus, trilha de 99,9 mm, suspensão totalmente ajustável e rodas fundidas de 17 polegadas envoltas em pneus Metzeler Sportec, enquanto os freios Brembo duplos montados radialmente fornecem um poderoso poder de frenagem.

Para um passeio confortável e conveniente, o FTR Stealth Grey vem como padrão com controle de velocidade de cruzeiro, desativação do cilindro para gerenciar o calor do motor quando a motocicleta está ociosa e tela sensível ao toque de 4,3 polegadas, que oferece integração com telefone via Bluetooth ou USB e medidores configuráveis.


Completando o conjunto de recursos estão o escapamento Akrapovic , três modos de condução, controle de empinado com mitigação de elevação traseira, controle de estabilidade, controle de tração e ABS nas curvas.


Consultamos em um site oficial da marca no Reino Unido e o valor da edição da FTR Stealth Grey Edition sai por 16.095 euros, ou convertendo para a moeda brasileira em uma conversão simples, o valor sai por R$ 87.560.

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A GM prepara dois grandes lançamentos para a região do Mercosul nos próximos dois anos. Um deles já foi anunciado pela fabricante: trata-se da nova geração da picape Montana, que será feita em São Caetano do Sul (SP) a partir do ano que vem. O outro deverá ser a versão com ares do cupê do Tracker, que pode ser feito na Rosário (Argentina), fruto de investimentos de US$ 500 milhões, no lugar do Cruze, prestes a sair de linha.

Pois bem, antes do lançamento do novo SUV , que deverá acontecer entre o segundo semestre de 2023 e o início de 2024, eis que o carro aparece sem disfarces primeiramente na China, fabricado pela joint-venture SAIC-GM , que desenvolveu em conjunto com a filial da marca no Brasil toda a família derivada do novo Onix , inclusive o atual Tracker .


As imagens mostram que o carro terá estilo arrojado com luzes diurnas de LED afilados, seguindo o estilo bem sucedido da Fiat Toro e com faróis embutidos no para-choque. A linha de cintura alta e o caimento na traseira, típica dos cupês são outros dois detalhes que chamam atenção no novo modelo.

No Mercosul é possível que o carro que aparece nas imagens feitas na China receba mudanças, assim como na versão que deverá ser vendida nos EUA para ser o SUV mais em conta da GM no mercado norte-americano, onde terá nome diferente do adotado em outras regiões.


A novidade é feita sobre a plataforma VSS-F, a mesma usada pelo Trailblazer global. Esta arquitetura é considerada uma versão mais refinada da GEM, usada por Onix , Onix Plus e Tracker .


De qualquer forma, a estutira do novo SUV será a mesma, com detalhes como para-brisa bem inclinado, ampla grade frontal, rodas de aro 17 com pintura de dois tons e acabamento diamantado, sendo as de aro 18 oferecidas como opcional e de série na versão RS , com maior apelo esportivo.Na traseira, as lanternas têm formato de cubo e o para-choque tem extratores de ar falsos


Pelas imagens, é possível notar, além do perfil em formato de gota, os vincos profundos nas laterais para dar uma ideia de maior robustez e esportividade ao SUV da GM que terá em torno de 4,30 metros de comprimento, um pouco maior que o Tracker convencional, que conta com 4,27 m por 1,79 m de largura e 1,63 m de altura.


Na parte mecânica, a GM não deverá fugir do que já está disponível hoje em dia para os modelos da plataforma GEM, o que significa que o Tracker cupê poderá vir com o 1.2 turbo e câmbio automático de seis marchas com tração apenas dianteira, ou ainda uma nova versão mais potente, de 1.3 litro de cilindrada, usado no Tracker chinês. Mais detalhes devem aparecer numa data mais próxima do lançamento.

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Nada como um modelo híbrido plug-in para poder rodar por quilômetros e quilômetros sem preocupar muito, não é? Bem, era o que contava antes de fazer o teste do Jeep Compass 4xe, em cuja ficha técnica consta uma autonomia de 914 km em trechos rodoviários e de 871 km em urbanos.


Mas, em nossa breve ida e volta entre São Paulo e Vinhedo (SP), tivemos que recorrer duas vezes aos cada vez mais disputados carregadores para carros eletrificados para não ter que abastecer o pequeno tanque de 36 litros gasolina. Não resta dúvida de que estamos falando de um dos SUVs mais econômicos do mercado, mas que não correspondeu às grandes expectativas quando o assunto é autonomia.


Conforme o Inmetro, o Jeep Compass 4xe (R$ 349.990) é capaz de fazer 25,4 km/l na cidade e 24,2 km/l na estrada, mas para chegar a essas médias é preciso que as baterias estejam carregadas o suficiente para não ter que fazer o motor 1.3 turbo a combustão trabalhar mais, inclusive como gerador, para carregá-las. Isso não é lá muito fácil, já que a autonomia declarada apenas no modo elétrico é de apenas 44 km e, na prática, acabou ficando abaixo disso.


Então, se quiser mesmo economizar, é obrigatório dirigir pisando bem de leve no acelerador e sabendo bem onde irá encontrar um carregador ao longo do trajeto. Senão, terá que visitar os postos de gasolina com certa frequência, uma vez que o tanque do Compass híbrido é bem menor que o do fabricado em Goiana (PE). São 36 litros do 4xe ante 60 do movido apenas a combustão.


Agora, se não ligar para a questão do consumo e quiser aproveitar ao máximo o desempenho dos dois motores trabalhando juntos, vai achar o Compass 4xe um dos SUVs mais interessantes que temos no Brasil.


O carro conta com 240 cv ao todo, somando os 180 cv do 1.3 turbo, a gasolina, com os 60 cv do elétrico, que traciona as rodas traseiras. Com todo o conjunto em pleno vapor, o SUV híbrido da Jeep pode acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 6,8 segundos, ante 9,4 s do Compass 1.3 turboflex.



Mas é bom não se empolgar muito nas curvas, uma vez que o centro de gravidade do Compass híbrido é maior que o flex (altura de 1,65 m ante 1,62 m) para proteger toda parafernália eletrônica que fica debaixo do carro, o que inclui as baterias e o motor elétrico. De qualquer forma, há vários dispositivos de segurança que ajudam a manter a boa estabilidade, além da tração integral.


Por falar em segurança, a lista de itens que procuram evitar um acidente é longa, com alertas de ponto cego, mudança indevida de faixa e de iminência de colisão frotal, além de sistema de frenagem de emergência , detector de fadiga, monitoramento da pressão dos pneus, chamada de assistência de emergência, câmera com visão de 360 graus, airbags laterais, frontais e de cortina, entre outros.


Equipamentos é que não faltam. Há também teto solar panorâmico, internet a bordo, sistema de som de alta fidelidade da Alpine com subwoofer no porta-malas, tampa traseira de acionamento elétrico, sistema de reconhecimento de placas, carregador de celular por indução, GPS embutido, faróis de acendimento automático, entre vários outros itens.


 

Afora um ou outro detalhe, o interior do Compass 4xe é igual ao das versões fabricadas no Brasil, com espaço para cinco ocupantes. No porta-malas vão 420 litros, o que é apenas razoável para o porte do carro, que vem com estepe temporário (aquele que roda até 80 km/h, mais estreito e com roda de aço) e um prático carregador portátil que pode ser ligado em qualquer tomada 110V ou 220V.


Conclusão


Para rodar tudo aquilo que diz o Inmetro a bordo do Jeep Compass 4xe é preciso ter sempre as baterias carregadas. Mas isso é praticamente impossível com a estrutura que temos nas estradas do Brasil para os carros eletrificados hoje em dia. Claro que o sistema híbrido vai carregá-las, mas isso acaba consumindo combustível e prejudicando a autonomia.


Com tanque bem menor do que o Compass convencional (24 litros a menos), motor 1.3 turbo que aceita apenas gasolina, além de custar R$ 182 mil a mais que a versão S, o híbrido 4xe acaba cumprindo apenas a função de modelo de imagem da Jeep, o que também é conhecido como show car.


O SUV híbrido  parece que veio para mostrar que a marca está atenta ao segmento de eletrificados e irá ter mais novidades adiante. Sim, porque se for levar a relação entre custo e benefício, o SUV turboflex feito no Brasil continua mais vantajoso que o 4xe italiano. 

Jeep Compass 4xe


Ficha Técnica


Preço: a partir de R$ 349.990


Motor: 1.3, quatro cilindros, gasolina


Potência: 180 cv  a 5.750 rpm


Torque: 27,5 kgfm a 1.750 rpm


Transmissão: Automático, 6 marchas, tração dianteira


Suspensão:Independente (dianteira) e (traseira)


Freios: Discos ventilados na dianteira e sólidos na traseira


Pneus: 235/45 R19


Dimensões:  4,42 m de comprimento, 1,82 m de largura, 1,64 m de altura e 2,64 m (entre-eixos


Tanque: 36 litros


Consumo: 24,2km/l (cidade) /25,4 km/l (estrada) 


0 a 100 km/h: 6,8 s


Vel. Max: 206 km/h

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Em todo começo de ano, para quem é proprietário de veículos, há uma série de despesas para arcar: IPVA, licenciamento, é recomendado fazer revisão para viajar com segurança nas férias, em dado momento irá chegar a renovação do seguro.

A primeira dica para não ser impactado com o valor é verificar antecipadamente a parcela daquele ano, disponibilizado pela Secretaria da Fazenda, para poder se programar corretamente.


É válido lembrar que o IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) é um imposto estadual, cada um aplica os valores com base em uma alíquota, que pode variar entre 1,5% e 4%. Essa avaliação, geralmente, é feita tomando como referência a Tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) e a forma como o imposto deve ser quitado.


Em São Paulo, para quem pagar à vista em janeiro ou fevereiro, há um desconto, caso contrário, o valor pode ser parcelado em 5 vezes. Neste ano, o valor do licenciamento em 2022 sofreu um aumento, passando a ser R$144,82, tanto para veículos novos ou usados.


No Rio de Janeiro, aos que optaram por pagar em cota única , o vencimento foi em janeiro, ou para os que optaram por dividir, a 1ª parcela foi paga em janeiro, e a última em marco. O valor do licenciamento para o estado é de R$242,26.


Minas Gerais também parcela em 3 vezes, sendo a primeira ou única com desconto de 3% a vencer em março, e o valor do licenciamento ficou em R$135,95. No Rio Grande do Sul, o pagamento começa em abril, podendo ser dividido em até 6 vezes e o licenciamento de R$85,22.

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