Jornal Correio da Paraíba - Homem & Mulher - 21 de junho de 2022

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Normalmente, o cisto vaginal é benigno, assintomático e não atrapalha seu cotidiano. No entanto, existem diferentes tipos de cistos que podem causar inflamações e desconforto. Para falar sobre o assunto, a Dra. Monique Valois (CRM 159141), ginecologista da Unidade Hospitalar Campo Limpo, administrada pelo CEJAM, explicou em quais situações que devem ser tratados e você pode saber mais sobre isso aqui.


O que é o cisto vaginal

Segundo a ginecologista, o cisto vaginal “é um acúmulo de líquido ou pus no interior da vagina , que pode ser decorrente de traumatismos locais, acúmulo de líquido ainda no período embrionário que não regrediu espontaneamente ou alguma infecção/tumor”.


Além disso, pode ser “decorrente do ducto de Gartner, um órgão presente no período fetal, que geralmente desaparece com o passar do tempo, mas que não evoluiu em algumas mulheres”. Ademais, o cisto vaginal também pode estar relacionado com o acúmulo de líquido na glândula de Bartholin e que é responsável pela lubrificação”.


A especialista explicou que os cistos vaginais costumam não causam maiores complicações. No entanto, “caso a glândula de Bartholin seja infectada por infecções sexualmente transmissíveis, pode gerar formação de abscesso da glândula com necessidade de antibioticoterapia e até mesmo realização de drenagem da glândula”.


CANVA


Existem alguns tipos de cisto vaginal que variam conforme tamanho e região afetada. Sendo assim, a ginecologista citou os mais comuns:


Cisto de inclusão vaginal: segundo a Dra. Monique, esse é o tipo de cisto vaginal mais comum, sendo normalmente “causado por uma lesão na parede da vagina, podendo ser decorrente de partos ou cirurgias, por exemplo”;

Cisto de Bartholin: a ginecologista explicou que esse cisto vaginal pode se desenvolver nas glândulas de Bartholin e, caso inflame, pode ocorrer a formação de cistos, na chamada bartolinite. “Ocorre obstrução do orifício da glândula, pois se forma um acúmulo de líquido e edema no local. Geralmente é indolor, mas pode se tornar um abscesso bem doloroso se for infectado”;

Cisto de Gartner: é localizado na região anterior ou lateral da vagina. Se trata de um “órgão presente no período fetal, que geralmente desaparece com o passar do tempo”. Porém, em alguns casos, pode não desaparecer e criar acúmulo de líquido na região.

Agora que você já sabe quais os cistos vaginais mais comuns, veja no próximo tópico quais os sintomas que podem ocorrer e atente-se!


3 sintomas mais comuns do cisto vaginal

A médica comentou que, geralmente, os cistos vaginais não geram sintomas. Porém, dependendo do tamanho, podem apresentar forma de bola na parede vaginal, podendo causar:


Desconforto;

Dor no local;

Dor durante a relação sexual.

Embora muitas vezes assintomático, o cisto vaginal pode apresentar alguma alteração no corpo. Caso perceba, é importante buscar ajuda médica para avaliar o caso e, se necessário, tratá-lo.



Como tratar o cisto vaginal


De acordo com a ginecologista, o tratamento dependerá da causa e do tamanho do cisto vaginal. Ou seja, “os cistos pequenos e que não causam nenhum sintoma não precisam ser retirados. Já aqueles cistos maiores e que geram desconforto na paciente podem ser retirados cirurgicamente.


A médica complementa dizendo que “nos casos de cistos de Bartholin, o tratamento normalmente com antibióticos e pode ser necessária drenagem”.


É fundamental praticar a autoanálise e consultar uma ginecologista assim que notar algo anormal. Dessa forma, veja quais são os exames ginecológicos que a mulher precisa fazer e cuide da sua saúde íntima”.

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Se você adora cabelo castanho e deseja valorizar essa coloração, que tal se arriscar no castanho iluminado? Para entender mais sobre o assunto, a cabeleireira Daniele Akamine compartilha dicas para aderir ao visual. Confira!


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Índice do conteúdo:

O que é

Fotos

Vídeos

O que é castanho iluminado

O castanho iluminado é uma técnica que clareia um pouco dos fios, com o objetivo de evidenciar a cor. A profissional explica que as luzes mescladas com o tom natural do cabelo dão mais leveza ao visual, conferindo maior brilho e movimento às madeixas. “Isso acontece porque o iluminado reflete a luz e ainda cria a sensação de mais volume, devido ao contraste de claro e escuro”, completa.


Daniele ressalta que a técnica do castanho iluminado, como o próprio nome diz, consiste em deixar mais claro ou descolorir o cabelo escuro em mechas de 2 ou 3 tons acima da cor natural do cabelo, mas mantendo a base do cabelo castanho.


Segundo a cabeleireira, as opções de cartelas de cores mais indicadas são as de fundo quente, como o mel e o caramelo. Esses dois tons mesclados com o tom do cabelo castanho originam diferentes subtons que criam esse efeito iluminado.

E se você ficou com vontade de dar um up no visual, que tal conferir a seleção de fotos a seguir. Anote as ideias que você mais gostou e marque um horário no salão para renovar os fios!


1. Embora sutil, o iluminado faz toda a diferença nos fios


BIANCA CAMARGO


2. As cacheadas ficam belíssimas com essa técnica


RAYZA NICÁCIO


3. E os cabelos curtinhos também ficam um arraso


MARIANA SAAD

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Em 19 de junho é celebrado o Dia do Cinema Nacional, data que reflete a memória cinematográfica que retrata a história do país. A produção brasileira conta com diversas obras clássicas e contemporâneas de qualidade, como o filme ‘Que Horas Ela Volta’ (2015), dirigido por Anna Muylaert, que contou com atuação da atriz Regina Casé como protagonista. O longa-metragem, que narra a história de uma mulher pernambucana, foi premiado não só nos Estados Unidos, mas também no Festival de Berlim, no Festival de Cinema de Lima, entre outros.



Além disso, temos a atriz Fernanda Montenegro como grande destaque feminino no Brasil, com repercussão internacional. Em 1999, foi indicada ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro e de Melhor Atriz pela sua emocionante e brilhante atuação no filme ‘Central do Brasil’ (1998).


Embora a desigualdade de gênero no cinema persista, principalmente por trás das câmeras, as mulheres fazem parte dessa história e tem presença cada vez mais crescente na indústria cinematográfica nacional em diversas funções. A respeito disso, o Dicas de Mulher fala com Luísa Pécora, jornalista, criadora e editora do site ‘Mulher no Cinema’.


LUÍSA PÉCORA / REPRODUÇÃO


Diante de um cenário ainda dominado pelos homens, a presença feminina luta constantemente para manter-se e crescer em todas as frentes do cinema. Contudo, existem alguns fatores que favorecem maior participação das mulheres no cinema. Luísa Pécora pontua que quanto mais o cinema brasileiro recebe investimentos, mais a produção cresce e, consequentemente, o mercado amadurece e isso favorece as mulheres.


Além disso, “de forma geral, diria que quando você tem a presença da mulher na direção, aumenta bastante a parte da retomada”, pontua. Por outro lado, Luísa também cita “questões de políticas públicas e alguns editais que, nos últimos anos, se preocuparam em ser mais igualitários, não só em questões de gênero, mas também de raça”.


Segundo a editora do ‘Mulher no cinema’, no Brasil, a Ancine (Agência Nacional do Cinema), fazia levantamentos que apontavam o crescimento feminino em produções cinematográficas nacionais. No entanto, “foram descontinuados no atual governo ou pelo menos, não estão sendo divulgados, então é muito difícil de dizer com clareza devido à falta dados”, informa.


Mulheres estão em todas as frentes

Embora o foco seja sempre em diretoras, roteiristas e atrizes, é válido informar que existem mulheres trabalhando em diferentes áreas do audiovisual e exercem funções importantes.


Conforme menciona Pécora “tem toda uma multidão por trás de um filme e as mulheres estão nessas funções, como diretora de arte, técnica de som, compositora de trilha sonora, diretora de fotografia, além de produtoras, maquiadoras e figurinistas”.


Além disso, ela cita importantes diretoras do cinema nacional, como “Gabriela Amaral Almeida, Juliana Rojas, Everlane Moraes, Glenda Nicácio, Cristiane Oliveira e Grace Passô, já consagrada como atriz, mas tem feito uma carreira bem legal como diretora”.



No entanto, Luísa destaca que embora existam muitas produtoras já olvidadas e talvez haja mais mulheres do que homens nessa função, ainda há uma desigualdade muito grande e que não existe necessariamente uma mudança estrutural sistêmica em curso.


“Outro ponto importante, é ressaltar que quando a gente fala de gênero no cinema a gente fala de raça no cinema também. As mulheres negras continuam pouco representadas, por exemplo, na direção de longa-metragem ou mesmo no roteiro, em frente às câmeras nos papéis e em diferentes setores do cinema”, pontua. Além do mais, ainda existe a desigualdade salarial entre homens e mulheres, e o julgamento de que elas não estão prontas para dirigir qualquer gênero de filme não considerados para mulheres.


A jornalista pontua que há “um caminho muito longo para que o protagonismo das mulheres no cinema seja menos estereotipado”. Entretanto, “há um debate maior e mais público” sobre o tema que pode ajudar a promover a igualdade de gênero e aumentar a representatividade feminina, sobretudo de mulheres negras, no cinema nacional.

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Segundo a revista americana Variety, Baz Luhrmann, diretor do filme "Elvis", concedeu uma entrevista à Radio Times, onde confirmou que há uma versão do longa com 240 minutos de duração. 


O filme chega aos cinemas com 159 minutos, e as cenas que foram cortadas contam com o encontro entre Elvis (Austin Butler), e Richard Nixon, o então presidente dos Estados Unidos.

"Eu tenho uma versão de quatro horas, na verdade. Eu tenho. Mas você tem que reduzir para 2 horas e 30… Eu gostaria de me aprofundar mais em algumas das outras coisas, há muito mais. Quero dizer, há muitas coisas que eu gravei, como o relacionamento com a banda, que eu tive que reduzir e é tão interessante como o Colonel (Tom Parker, interpretado por Tom Hanks) se livra deles", explicou Luhrmann.


"Elvis" conta a história da vida de Elvis Presley, sob a ótica da sua relação conturbada com seu empresário, Colonel Tom Parker. O longa-metragem estreia nos cinemas brasileiros no dia 14 de julho.

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Dirigir um filme de Batman representa mexer com as expectativas dos fãs do herói, mas também é trabalhar sob o olhar atento da indústria automobílista. O Batmóvel, nome dado ao carro que acompanha o homem-morcego, é referência de sonho de consumo e as empresas do segmento olham atentamente para cada novo lançamento.


A chegada de "The Batman" aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (3) marca o início de uma nova fase para o personagem, agora interpretado por Robert Pattinson, com direção de Matt Reeves. Reeves e o designer James Chinlund se propuseram a criar um Batmóvel que fosse "um monstro", um gigante anabolizado feito para intimidar. Conseguiram.


À primeira vista, chamam atenção o para-choque frontal enorme e as rodas — igualmente grandes —, que ultrapassam os limites da carroceria. As saídas de escapamento são salientes e ficam nas laterais.

Mas a graça maior é quando a máquina entra em funcionamento: o poderoso motor traseiro fica exposto, graças a um sistema retrátil semelhante a guelras de peixe. Segundo os produtores, a tração pode ser dianteira, traseira ou nas quatro rodas, de acordo com a conveniência do homem-morcego.

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Por vezes confundida com espinhas ou até picadas de insetos, a foliculite é uma inflamação do folículo piloso — onde nasce o pelo —de origem infecciosa por fungos, bactérias e eventualmente vírus. O quadro é comum tanto em homens quanto em mulheres, em todas as áreas do corpo, porém ganha atenção especial na barba, local em que os pelos nascem e crescem de maneira desordenada e encravam com frequência, segundo explicam dermatologistas à GQ.


“Forma-se uma membrana em torno do folículo piloso, que impede o pelo de nascer — mas ele continua em crescimento constante, causando a inflamação, que quando colononizada, se torna uma infecção”, destrincha o dermatologista e tricologista Rafael Pessanha. O médico aponta que a foliculite é mais comum em homens de pele negra, devido a espessura e sentido de crescimento do pelo.


Tanto ele, quanto a médica Natalia Cymrot alertam para a necessidade de procurar um especialista em casos de foliculite: “O paciente nunca deve tentar se livrar do quadro sozinho, pois corre o risco de causar uma infecção mais profunda e deixar a pele com manchas e cicatrizes — mais difícieis de se livrar que a própria foliculite”, pontua a também dermatologista.


Abaixo, tire suas dúvidas sobre folículite, suas causas e tratamentos.


Quais os tipos de folículite?

Existem dois tipos de foliculite, segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia: a superficial e a profunda. No primeiro caso, ela afeta apenas a parte superior do folículo piloso, causando lesões parecidas com espinhas, que podem coçar ou causar sensibilidade na região.


Já a foliculite profunda atinge áreas mais fundas da pele e pode haver a formação de furúnculos. As chances de cicatrizes são maiores nesses casos, e pode haver destruição do folículo piloso.


Como tratar a foliculite?

“Depende do agente que está causando a inflamação”, pontua Nathalia Cymrot. “Geralmente, aplicamos antibióticos ou antifúngicos de uso local ou oral. Dou preferência para os géis, pois pomadas são veículos mais oleosos que acabam obstruindo os poro do pelo, por vezes favorecendo a inflamação e até propiciando a acne no rosto”, explica a dermatologista. Ela também aponta o uso do medicamento Roucontan como uma alternativa de tratamento, em casos mais graves.


Rafael Pessanha alerta os pacientes para evitarem traumatizar a região o máximo possível enquanto estiverem sofrendo de foliculite. “Não raspe o fio novamente, por exemplo. Dependendo do caso, pode ser necessário uma drenagem no local, caso o pelo não consiga sair por si próprio.” 


Foliculite tem cura?

É possível curar a lesão, mas uma vez que o paciente teve foliculite em um determinado local, é provável que o quadro irá retornar: “O lugar tende sempre a ser o mesmo, porque a questão está no folículo piloso”, explica Rafael Pessanha. O dermatologista afirma que a melhor forma de se livrar da foliculite seria a depilação à laser, mas em locais como a barba, por exemplo, seria inviável.


Como previnir a foliculite na barba?

“Depende da frequência com que o homem faz a barba”, explica Rafael Pessanha. “O paciente a tira todos os dias, terá mais chances de desenvolver foliculite, pois a região está sendo mais traumatizada”.


O médico dá algumas dicas: “Oriento meus pacientes a primeiro lavar o rosto com água quente; usar aparelhos de barbear com três a cinco lâminas e trocá-los a cada duas semanas; sempre depilar no sentido de crescimento do pelo (de cima para baixo), depois lavar o rosto com água fria e para ajudar a fechar os poros e usar loções pós-barba calmante, à base de aloevera, camomila ou depantenol.


Como se livrar das manchas da foliculite?

Diferente de espinhas, a foliculite dificilmente deixará cicatrizes, mas pode deixar manchas. Tanto Rafael Pessanha, quanto Nathalia Cymrot apontam o uso de cremes clareadores, peeling e laser como alternativas para se livrar das manchas de uma foliculite maltratada — sempre com acompanhamento médico.

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