As rimas da crase

 Diante de pronome, crase passa fome.

Diante de masculino, crase é pepino.

Diante de ação, crase é negação.

Palavras repetidas: crases proibidas.

“A” + “Aquele / aquela / aquilo” = Crase nele!

Vou a, volto da, estou na, então crase há!

Vou a, volto de, estou em, crase para quê?

Se estiver especificado, crase vai ter!

Diante de cardinal e com pronome pessoal, crase faz mal.

Palavra determinada, crase liberada.

Sendo à moda de, crase vai vencer.

Adverbial, conjuntiva e prepositiva, feminina e locução! Manda crase, meu irmão!

Com pronome de tratamento, crase é um tormento.

Com pronome interrogativo, relativo e demonstrativo, acento proibitivo.

Palavra indefinida, crase tá falida.

Trocando a por ao, crase nada mal!

Trocando a por o, crase vacilou!

Se terra for chão, não há crase não.

Se a casa for sua, bota a crase na rua.

Indeterminada a distância, crase tem repugnância.

Com pronome possessivo, feminino e singular, crase facultativa vai ficar.

Com objeto direto, crase vai pro reto.

Com sujeito, crase não tem jeito.

Diante de nome de mulher e da palavra até, crase se quiser.

Diante de nome histórico, crase é folclórico.

Diante de nome religioso, crase é perigoso.

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