Orientações gerais - Sexta-feira Santa

 ORIENTAÇÕES GERAIS


 


No Espaço Sagrado, pela manhã, pode-se distribuir, ao longo do corredor, ervas aromáticas maceradas. Na hora da celebração, ao abrir a igreja, o perfume exalado pelas ervas contribuirá com a experiência ritual da comunidade.

 


Recorde-se que a presente ação litúrgica tem características muito próprias, em relação ao todo da liturgia. A equipe esteja atenta às rubricas do Missal Romano, para esta celebração. Precisa-se saber, porém, que as rubricas têm o papel de facilitar a boa execução do rito e não de restringi-lo.

 


Valorize-se o silêncio ritual.

 


Hoje e amanhã, segundo antiquíssima tradição, a Igreja não celebra os sacramentos, exceto a confissão e a unção dos enfermos. Durante o dia, não há nenhuma celebração especial, as imagens são envoltas com um paramento roxo, a imagem do Senhor Morto permanece exposta para adoração dos fiéis. Por questão histórica, é rezado o Ofício das Trevas, mas esse não é a Missa. Também não se pode adorar o Santíssimo Sacramento.

 


Não se deve cantar nada para a entrada da equipe de celebração.

 


Esta celebração deve ser austera e despojada. Gira em torno da imolação do Senhor. Por isso, inicia-se com rito muito antigo: a prostração, em silêncio, do presidente e dos seus acólitos.

 


Para a leitura do Evangelho conforme o costume latino, várias pessoas participam. Como no Domingo de Ramos, pode ser lida pelo diácono ou, na falta dele, pelo padre. Mas pode ser lida também por leigos (as), cada um assumindo um papel, deixando a parte do Cristo para quem preside a celebração. Exemplo: narrador ou narradora; presidente da celebração; leitor ou leitora, grupo ou toda a assembléia; Pilatos, Pedro, a criada. Um cuidado especial deve ser dispensado aos idosos e às pessoas com deficiência, a fim de que participem da celebração sem nenhum prejuízo físico, de modo que possam acompanhar a proclamação assentadas.

É sumamente recomendável que as pessoas que vão atuar na proclamação do Evangelho da Paixão combinem-se e ensaiem antes, para que de fato se pareça com a proclamação da Boa-Nova da salvação. O mesmo vale para os demais leitoras e leitoras (em relação à primeira e segunda leituras) e para o canto do Salmo responsorial.

 


Quem preside também deve proclamar as orações com suma piedade, de forma orante, sem pressa, contemplando cada palavra, cada frase e todo o riquíssimo conteúdo dos textos. Para o povo que houve a prece, isso é muito importante do ponto de vista celebrativo e evangelizador.

 


Quanto às músicas para a celebração, a Paulus tem publicado o CD: Tríduo Pascal – I. Quinta-Feira Santa e Sexta-Feira Santa, com cantos do Hinário Litúrgico II da CNBB referentes à Sexta-Feira Santa. Gravado pelo coral Palestrina da Arquidiocese de Curitiba, sob a regência de Ir. Custódia Cardoso, este CD é bem indicado para as comunidades preparem os cantos da celebração.

 


O exercício da Via-Sacra, comum nesta Sexta-Feira Santa logo mais a noite, nas comunidades, poderia ser feito pelas ruas e expressar a dolorosa caminhada dos povos indígenas, da vida no Planeta que pede socorro, dos desempregados, dos enfermos, das crianças abandonadas, dos jovens sem perspectiva, das mulheres maltratadas, dos idosos abandonados, etc.

 


O Sábado Santo, é o dia do grande silêncio. Cristo desce à mansão dos mortos, assume o destino do homem e da mulher até o fim, penetra no abismo da morte, para dela sair vitorioso. Portanto, o Sábado Santo, é o dia do túmulo e lembra a tristeza de Maria e dos Apóstolos.

Tornou-se hábito chamar de Sábado de Aleluia, mas é um erro por duas razões:

1 - o Aleluia pertence ao último dia do Tríduo Pascal, isto é, o domingo

2 - durante o dia, Jesus está morto no túmulo, por isso não se deve cantar 'Aleluia'

 


Neste dia, não se celebra a Eucaristia. As únicas celebrações que fazem parte são as da Liturgia das Horas. Além da Eucaristia, proibido celebrar qualquer outro sacramento, exceto o da confissão e da unção dos enfermos. São permitidas exéquias, mas sem celebração de Missa. A distribuição da comunhão eucarística só é permitida como viático, isto é, em caso de morte.

 


É aconselhável avisar que o dia seguinte é a espera da ressurreição. Fazer desse dia uma silenciosa expectativa, com reuniões com quem vai ser batizado logo mais à noite na Vigília Pascal, bem como as equipes de liturgia para os últimos preparativos para a Vigília

 


9- MÚSICA RITUAL


 


O canto é parte necessária e integrante da liturgia. Não é algo que vem de fora para animar ou enfeitar a celebração. Por isso devemos cantar a liturgia e não cantar na liturgia. Os cantos e músicas, executados com atitude espiritual e, condizentes com o tempo litúrgico, com cada domingo, com as festas ou com a liturgia de um dia especial, ajudam a comunidade a penetrar no mistério celebrado. Portanto, não basta só saber que os cantos são da Sexta-Feira Santa, é preciso executá-los com atitude espiritual, isto é, de maneira orante. A escolha dos cantos deve ser cuidadosa, para que a comunidade tenha o direito de cantar o mistério celebrado e não cantos que um grupinho ou um movimento impõe.


 


Canto de abertura. (Omite-se). Inicia-se com rito muito antigo: a prostração, em silêncio, do presidente e dos acólitos. Nem mesmo música instrumental se justifica nesse momento.

Salmo responsorial 30/31. Salmo de lamentação e confiança. “Eu me entrego, Senhor, em tuas mãos…” CD Tríduo Pascal – I, melodia da faixa 11.

Aclamação ao Evangelho: A obediência de Cristo e sua exaltação (Filipenses 2,8-9. “Salve, ó Cristo obediente”, CD Tríduo Pascal – I, melodia da faixa 12.

Cantos para adoração do Cristo na cruz. “Eis o lenho da cruz…”, Hinário Litúrgico II da CNBB, página 216; “Fiel madeiro da santa cruz, ó árvore sem rival, CD: Tríduo Pascal I, melodia da faixa 17; “Salve, ó cruz libertadora”, CD: Festas Litúrgicas IV, melodia da faixa 6, “Meu povo que te fiz eu?…”, CD: Tríduo Pascal – I, melodia da faixa 16; “Meu povo preste atenção…” CD: Tríduo Pascal – I, melodia da faixa15; “Ó cruz fiel…”, CD: Tríduo Pascal – I, melodia da faixa 17; “Abra a porta povo…” Hinário Litúrgico II da CNBB, página 176; “Vitória, tu reinarás…”, Hinário Litúrgico II da CNBB, página 307; “Bendita e louvada seja…”, Hinário Litúrgico II da CNBB, página 197; “As sete últimas palavras de Jesus…”, Hinário Litúrgico II da CNBB, página 195; “A paixão de um Deus amante…”, Hinário Litúrgico II da CNBB, página 174; Um canto muito oportuno e altamente contemplativo para este momento é: “Salve, ó cruz libertadora”, como indicamos acima.

Canto de comunhão: Das espécies pré-consagradas. “Se o grão de trigo não morrer…” seguido do Salmo 18/17, Hinário Litúrgico II da CNBB, página 21, com a melodia do canto “Então da nuvem luminosa”, do Segundo Domingo da Quaresma; “Prova de amor…”, CD: Tríduo Pascal – I, melodia da faixa 18; “Eu vim para que todos tenham vida…”, CD: Tríduo Pascal – I, melodia da faixa 19.

 


O canto de comunhão deve retomar o sentido do Evangelho desta tarde. Esta é a sua função ministerial. Na realidade, aquilo que se proclama no Evangelho nos é dado na Eucaristia, ou seja: é o Evangelho que nos dá o “tom” com o qual o Cristo se dirige a nós em cada celebração eucarística reforçando estes conteúdos bíblico-litúrgicos, garantindo ainda mais a unidade entre a mesa da Palavra e a mesa da Eucaristia. Isto significa que comungar o corpo e sangue de Cristo é compromisso com o Evangelho proclamado. Portanto, o mesmo Senhor que nos falou no Evangelho, nós o comungamos no pão e no vinho.


 


10- ESPAÇO CELEBRATIVO


 


O espaço da celebração esteja totalmente despojado sem flores e sem enfeite nenhum, para lembrar o dia em que “o dia em que o esposo foi tirado”. À luz da vitória, contemplamos as suas chagas e tornamos presentes as dores e os martírios de todos os oprimidos da terra, nos quais a santa páscoa continua.

 


À luz da sua vitória, contemplamos as suas chagas e tornamos presentes as dores e os martírios de todos os oprimidos da terra, nos quais a santa Páscoa continua. Tudo isto deve estar visível no espaço da celebração.

 


Durante a Liturgia da Palavra, seria oportuno colocar um ícone da face de Cristo, Servo e Senhor, junto à Mesa da Palavra ou num outro lugar do presbitério. Devemos recordar que na Liturgia, os Salmos, como as leituras do Primeiro Testamento, são lidas a partir de Cristo e sua experiência pascal. Na tradição oriental se diz que o primeiro ícone de Cristo é a “face de Cristo”, onde se contempla o humano e o Divino numa só pessoa, e assim podemos dizer, a cruz e a ressurreição; a morte e a vida; a dor e a alegria; o sofrimento e a vitória. A seguir um ícone que pode ser utilizado…importante não usarmos uma imagem dorida, isto é, sofrida e ensangüentada da face de Jesus, que desfigura o sentido da celebração do Mistério Pascal, pois se celebra a cruz e a ressurreição.

 


AÇÃO RITUAL

 


O Ressuscitado é o Crucificado. Esta inversão da confissão de Pedro, proclamada no Tempo Pascal, torna-se explícita ritualmente nesta celebração da Sexta-Feira Santa. O Cristo vitorioso é o Cristo Padecente, identificado com o Servo Sofredor, isto é, com o Povo da Aliança perseguido e oprimido, de todos os tempos da história.


 


Ritos Iniciais


 


De joelhos é como se inicia a solene ação litúrgica desta Sexta-Feira Santa. O gesto evidencia a humildade e humilhação dos servos e das servas diante do Senhor, a quem recorrem por compaixão. O silêncio total, que antecede a súplica faz notar a mudez diante da morte iminente. Nenhum canto, nenhum acorde musical se justifica na entrada dos ministros. 

 


O presidente e o diácono, ou os acólitos, de paramentos vermelhos como para a Missa, aproximam-se do altar, fazem-lhe reverência. O presidente se prostra no chão. Enquanto faz isso, toda a assembléia é convidada a se colocar de joelhos. Todos rezam em silêncio por alguns instantes. Em seguida com os ministros, dirige-se para a sua cadeira. Voltando para o povo e de mãos unidas, diz uma das orações que o Missal propõe.

 


Oração (não se diz Oremos).

 


O Missal Romano propõe duas orações. A primeira faz referência direta ao sangue derramado de Cristo instituindo o mistério da Páscoa. Cristo nossa Páscoa foi imolado. “A morte de Cristo é a sua verdadeira Páscoa” (São Cromácio + 408). A segunda opção faz referência direta à morte do homem velho e ao nascimento do homem novo, unindo na mesma súplica, portanto, morte e ressurreição, cruz e glória, sofrimento e vitória.

 


Rito da Palavra


 


O silêncio deve marcar todo o percurso ritual nesta celebração. Uma pequena monição que oriente para o sentido das leituras pode ser conveniente: Irmãos e irmãs, na humildade de quem está unido ao Senhor também na morte e no sofrimento, contemplemos o Servo Sofredor que é o Senhor e somos nós, sua comunidade, nestes momentos decisivos da história de salvação.

 


Durante toda a Liturgia da Palavra, seria oportuno dispor da face de Cristo, como orientamos acima no Espaço da Celebração.

 


As leituras sejam cuidadosamente preparadas. O rito da Palavra é o ponto alto da celebração desse dia. O salmo responsorial seja cantado e um breve silêncio se faça entre as leituras, antes de começar a homilia e depois, para que todos contemplem o mistério celebrado na Palavra proclamada.

 


O Evangelho de hoje é bem longo. Para melhor acompanhamento, depois da aclamação ao Evangelho, convidar a assembléia a sentar.

 


A leitura é feita sem as lanternas, sem incenso, sem a saudação, “O Senhor esteja convosco…” e a resposta 'Ele está no meio de nós' e sem dizer 'Glória a vós, Senhor' após 'Paixão de nosso Senhor Jesus Cristo', sem fazer o sinal-da-cruz sobre si mesmo nem sobre o livro; no final, não se diz “Palavra da salvação…”. O folheto não traz essas instruções.

 


A leitura do relato da Paixão segundo João pode ser feita por várias pessoas, conforme o costume latino.

 


Entre as leituras e a veneração da Cruz gloriosa, assistimos às grandes preces da Igreja, modelo das preces dos fiéis em nossas liturgias. Este rito também se inspira na idéia de que a cruz é a fonte da graça de Deus, da vida da Igreja: do lado aberto do Salvador nasce a Igreja.

 


A Liturgia da Palavra é encerrada com a oração universal. É feita do seguinte modo como orienta o Missal Romano: “O diácono, de pé junto ao ambão, propõe a intenção especial; todos oram um momento em silêncio; em seguida o sacerdote, de pé junto à cadeira ou se for oportuno, do altar, de braços abertos, diz a oração. Durante todo o tempo das orações, os fiéis podem permanecer de joelhos ou de pé” (IGMR, pag. 255, n. 10). Na falta do diácono, um ministro ou o presidente da celebração pode para anunciar a intenção especial.

 


Especial valor se dê à Oração Universal. Que os convites e as orações sejam conduzidos de modo pausado. Em algumas circunstâncias, pode ser autorizada ou determinada uma intenção especial, por exemplo em 2022 para as vítimas da Guerra da Ucrânia, em 2020 e 2021 pelas vítimas da covid-19.

 


Entre as preces da Oração Universal, sugerimos cantar o seguinte refrão: Deus Santo, Deus forte, Deus imortal tem piedade de nós! O próprio Missal sugere que “as Conferências Episcopais podem propor aclamações do povo antes da oração do sacerdote, ou determinar que se mantenha o tradicional convite do diácono Ajoelhemo-nos – Levantemo-nos, ajoelhando-se todos para a oração em silêncio”. Em vez de ajoelhar a cada oração, o diácono, ou na falta dele o presidente da celebração, convida a assembléia a uma “inclinação profunda”. Tudo com piedade, silêncio e calma. A cada oração responde-se “Amém”, ou como já sugerimos um refrão.


Nesse dia, é realizada a Coleta para a Terra Santa, que pode ser feita também na Quinta-feira Santa.

 


Rito da Adoração do Cristo na Cruz


 


Como de costume, a cruz é apresentada à assembléia com o canto em três tons ascendentes: Eis o lenho da cruz do qual do qual pendeu a salvação do mundo.

 


As pessoas que se dirigem à cruz, demonstram sua adoração do modo que lhes parecer mais conveniente: beijo, abraço, genuflexão, vênia, etc.

 


Para acompanhar o rito sugerimos várias opções de cantos que está acima em Música Ritual. São cantos que expressam uma eloqüente teologia da Cruz-Ressurreição de Jesus que louva a “Beata Pasio”, isto é, Bem-Aventurada Paixão por nos ter resgatado da morte e nos ter comunicado a vida nova em Cristo. Nestes cantos a Cruz é interpretada como “árvore da vida”, cujo fruto é a Páscoa de Cristo da qual somos participantes, principalmente o canto “Fiel madeiro da Santa Cruz ó arvore sem rival” música de José Acácio Santana que está no CD: Tríduo Pascal I. Os cantos que acompanham este momento devem ser meditativos e profundos, apelando ao mistério que celebramos e não ao sentimentalismo. Cantos que não expressa essa teologia, as equipes de liturgia e equipes de canto devem deixar de lado. “Uma enxurrada de coisas produzidas sem melhores critérios e divulgadas sem maiores cuidados, com força devastadora, invade as mentes e os corações dos fiéis menos avisados, solapando os fundamentos sólidos da fé e da piedade” (Canto e Música na Liturgia, Edições CNBB, página 7).

 


Rito da Comunhão


 


Para a comunhão, recomendamos que toda a reserva eucarística seja distribuída, a fim de que não retorne para o tabernáculo, tampouco para o espaço em que se encontrava desde a noite anterior.

 


Este rito da comunhão deve ser simples e devoto: um gesto de dedicação ao Senhor que nos amou até o fim. Este rito estabelece a unidade da presente celebração com a de ontem, consumindo-se hoje as Santas Espécies consagradas ontem (chamadas “pré-consagradas”).

 


O Altar desnudo recebe uma toalha simples, corporal onde o Corpo do Senhor é colocado para ser dado em comunhão aos fiéis. Esse momento requer muita simplicidade e fidelidade ao que se propõe o Missal Romano.

 


Nos Ritos de comunhão. Comungando o Cristo hoje, participamos especialmente da Páscoa da sua cruz. Ele foi morto na mesma hora em que nas casas do povo de Israel se imolava o cordeiro pascal. Unindo-nos a Cristo como nossa Páscoa, participamos com Ele da vida nova que o Pai lhe deu.

 


Estende-se a toalha sobre o altar, e colocam-se o corporal e o Missal. 

 


Pelo caminho mais curto, o diácono ou, na falta dele, o presbítero traz o Pão Eucarístico do local da reposição, pelo trajeto mais curto e coloca-o sobre o Altar, estando todos de pé e em silêncio. Dois ministros com velas acesas acompanham o Santíssimo Sacramento e colocam os castiçais perto do Altar.

 


Depois que o diácono colocou o Pão Eucarístico sobre o Altar e descoberto o cibório, o presidente da celebração aproxima-se e, feita a genuflexão, sobe ao Altar. Em seguida com voz clara, de mãos unidas, convida a assembléia a rezar o Pai Nosso.

 


Rezam-se o Pai-Nosso e Livrai-nos… (não há oração pela paz, nem abraço, nem fração do pão, nem Cordeiro de Deus…).

 


Distribui-se a comunhão como de costume. Caso haja grande quantidade, é recomendável que os ministros a consumam logo após a celebração ou guarde-se de preferência num lugar fora da igreja. (Guarda-se o que sobrou do pão eucarístico, de preferência num lugar fora da igreja.) – Silêncio. Melhor seria consumir.

 


Faz-se a oração depois da comunhão. Nesta oração suplicamos a Deus que sejamos renovados pela santa “morte e ressurreição de Cristo” e que seja conservado em nós, o que a misericórdia de Deus operou e a nossa participação no Mistério, consagre sempre a nossa vida. Quase que na surdina anuncia a Ressurreição.

 


Ritos finais.


 


Faz-se uma oração sobre o povo. Invoca-se a bênção sobre o povo que acabou de celebrar a morte do Senhor na esperança da Ressurreição. 

 


Todos se retiram em silêncio e sem canto. Como nos Ritos Iniciais, aqui também não se justifica nem canto e nem fundo musical.

 


Seria muito oportuno, no fim da celebração, as velas serem distribuídas aos fiéis, sinalizando a íntima relação entre o evento da morte e a ressurreição de Jesus. Nesse caso, sejam avisados de que devem trazê-las para a celebração da Vigília Pascal.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Gravação - Via Embratel (teste - dezembro / 2011)

Como desbloquear canais Sky

VH1 Mega Hits > Comedy Central