Orientações gerais - Domingo de Ramos

 ORIENTAÇÕES GERAIS

 


O Domingo de Ramos abre a. Semana Santa e conta boa participação da Comunidade. Por isso, e, sobretudo, pelo seu importante significado teológico e espiritual, deve-se dedicar imenso zelo na preparação das celebrações. Uma boa leitura do Lecionário, do Missal Romano, do Hinário II da CNBB, das rubricas dará indicações do que deve ser preparado, depois, obviamente, de sorver o sentido litúrgico oferecido pelos textos bíblicos e eucológicos na reunião da equipe de Liturgia.

Três símbolos podem ser expressamente valorizados na celebração deste domingo: os ramos, a procissão de ramos e a proclamação do Evangelho da Paixão do Senhor.

 


Há comunidades que celebram a primeira parte (bênção de ramos e procissão de ramos no Domingo) como celebração independente, e a liturgia da Paixão dias antes da Quinta-Feira Santa. É uma ótima prática. Mas não deve ser simplesmente imposta à comunidade. Deve-se primeiro combinar com todos.

 


Os ritos iniciais desta celebração, nos quais se dá a bênção dos ramos, deveriam ser realizados a uma certa distância da igreja para que se possa depois fazer uma verdadeira procissão. Pode começar numa capela, na praça de um cemitério, se der uma distância boa, numa rua do bairro. Sendo capela rural, começar numa residência ou mesmo embaixo de uma árvore ou num outro lugar significativo. Deve ser um lugar mais ou menos distante da igreja. Se for uma comunidade de periferia, sair de um lugar significativo onde teve início algumas lutas populares por melhores condições de vida do bairro, ou de uma residência ou também de um ponto significativo.

 


É bom que a procissão venha de uma capela para a matriz ou igreja maior. A unidade entre a procissão festiva e a missa marcada pela celebração da Paixão do Senhor pode ser feita através da cruz processional, que conduz a procissão e, na celebração eucarística, é colocada ao lado do altar.

 


Cada pessoa leve o seu ramo enfeitado para a procissão. A equipe de celebração deve providenciar ramos para quem não trouxe. Além dos ramos pode-se também trazer plantas medicinais. Eles serão usados novamente na Quarta-feira de Cinzas do próximo ano - para se fazer as cinzas.

 


A equipe cuide do visual, bonito, discreto, como forma de louvor a Deus.

 


A cor litúrgica deste dia é o vermelho, lembrando a realeza de Jesus.

 


Lembretes para a equipe de celebração: além das coisas costumeiras, é preciso preparar, no local onde começa a procissão, os seguintes objetos: ramos, mesinha para colocar os ramos, caldeira com água benta (se for o caso, turíbulo preparado com incenso), cruz para a procissão, castiçais e velas acessas, o Lecionário e o Missal Romano.

 


Na procissão com os ramos: Neste dia o mais importante não é a bênção, mas a procissão com os ramos. A bênção é feita por causa da procissão. Por isso, não tem sentido nenhum fazer primeiro a procissão e depois a oração de bênção sobre os ramos.

 


Deve-se conciliar a piedade popular, isto é, a devoção de muitas pessoas que vem mais para “benzer o ramo” com a exigência de maior aprofundamento da fé por parte daqueles que têm uma caminhada de comunidade.

 


Durante a procissão, cantar de preferência cantos de acordo com o mistério celebrado. É importante cuidar do conteúdo e estilo dos cantos usados na procissão. O estilo indicado é dos hinos próprios que estão no CD Liturgia XIII e no Hinário II da CNBB. O conteúdo é de aclamação ao Cristo Rei. Não é o momento de cantar cantos marianos ou ao Espírito Santo (“A nós descei”… “Vem Maria vem”…

 


Onde não tiver condições de celebrar a procissão nem a entrada solene, no caso de capelas rurais e capelas de periferia muito distantes da matriz, faça-se uma “Celebração da Palavra de Deus”, sábado à tarde ou domingo em um horário que favoreça a participação de todos. A comunidade pode estar impedida de ter a Missa, mas não de se reunir e celebrar.

 


Nos ritos finais: Na despedida, o presidente convida a assembléia a intensificar a oração e a vida comunitária nestes dias de preparação para a Páscoa. Lembrar aos que não trouxeram os envelopes da Campanha da Fraternidade, que tragam na Quinta-Feira Santa e entreguem no momento da procissão dos dons. O Missal prevê neste dia uma coleta para as pessoas necessitadas, página 249.

 


8- MÚSICA RITUAL


O canto é parte necessária e integrante da liturgia. Não é algo que vem de fora para animar ou enfeitar a celebração. Por isso devemos cantar a liturgia e não cantar na liturgia. Os cantos e músicas, executados com atitude espiritual e, condizentes com o tempo litúrgico, com cada domingo, com as festas ou com a liturgia de um dia especial, ajudam a comunidade a penetrar no mistério celebrado. Portanto, não basta só saber que os cantos são do Domingo de Ramos, é preciso executá-los com atitude espiritual, isto é, de maneira orante. A escolha dos cantos deve ser cuidadosa, para que a comunidade tenha o direito de cantar o mistério celebrado e não cantos que um grupinho ou um movimento impõe.


 


Canto de abertura: Os filhos dos hebreus com ramos de oliveira correram ao encontro do Cristo que chegava; cantavam e aclamavam: Hosana nas alturas! “Hosana ao Filho de Davi!”, CD: Liturgia XIII, melodia da faixa 14; “Hosana, hosana e viva!”, CD: Liturgia XIII melodia da faixa 15; “Hosana hei, hosana há”, ensaiado no encontro diocesano de liturgia sobre a Quaresma, Semana Santa e Tempo Pascal e está na página 439 do Ofício Divino das comunidades.

 


Cantos durante a procissão: “Os filhos dos hebreus, com ramos de oliveira”, CD: CF-2018, melodia da faixa 19; “Os filhos dos hebreus com ramos de palmeira”, CD: Liturgia XIII; “Glória, louvor e honra a ti”, CD: Liturgia XIII; “Cristo vence, Cristo reina”, Hinário II, página 211; “Os filhos dos Hebreus, com ramos de oliveira”, Hinário II, pág. 29; “Os filhos dos Hebreus, com ramos de oliveira”, Hinário II, pág. 28.

 


Salmo responsorial 22/21: Oração na desolação. “Meu Deus, meu Deus, por que me abandonastes?”, CD: Liturgia XIV, faixa 15 ou CD: Cantando os Salmos – Ano B, v1, melodia da faixa 19.

 


Aclamação ao Evangelho: A obediência de Cristo até a morte na cruz. (Filipenses 2,8-9). “Salve, ó Cristo obediente”, CD: Liturgia XIII, melodia da faixa 17.

 


Canto de apresentação dos dons: O canto de apresentação das oferendas, conforme orientamos em outras ocasiões, não necessita versar necessariamente sobre pão e vinho ou oferecimento. Seu tema é o mistério que se celebra acontecendo na fraternidade da Igreja reunida em oração no Domingo de Ramos da Paixão do Senhor. “Ó morte, estás vencida”, CD: Liturgia XIII, melodia da faixa 18 ou no Hinário Litúrgico II da CNBB, página 267. Outro canto apropriado para esta ação ritual é: “Em Jerusalém, prenderam Jesus”, Hinário Litúrgico II da CNBB, página 173.

 


Canto de comunhão: O cálice de Jesus (Mateus 26,42). “Eu vim para que todos tenham vida”, CD: Liturgia XIII melodia faixa 13. “Pai, se este cálice”, CD: Liturgia XIII, melodia da faixa 19 “Oferecerei o seu sacrifício” Salmo 116/115, Hinário Litúrgico II da CNBB, página 63; “Prova de amor maior não há”, CD: Tríduo Pascal – I, melodia da faixa 18 ou Hinário Litúrgico II da CNBB, página 286; “Eu me entrego, Senhor em tuas mãos”, CD: Tríduo Pascal – I, melodia da faixa 11 ou Hinário Litúrgico II da CNBB página 34; “Se o grão de trigo não morrer”, Hinário Litúrgico II da CNBB, página 21.

 


A comunhão consuma a unidade de todos e manifesta que sua fonte é o corpo de Cristo “entregue por nós”, “por um Espírito eterno” (Hebreus 9,14). “Pela fração do pão e pela comunhão os fiéis, embora muitos, recebem o corpo e sangue do Senhor de um só pão e de só um cálice, do mesmo modo como os apóstolos, das mãos do próprio Cristo” (IGMR, 72,3).


 


9- O ESPAÇO CELEBRATIVO

 


É costume em nossas Igrejas e Oratórios, as comunidades ornarem toda a construção com Ramos. Algo que pode ficar muito bonito e construir um “baldaquinho” com Ramos sobre a Mesa do Altar. Nada sofisticado, mas simples. O baldaquinho evoca a Tenda, lugar da presença e esteve presente em muitas construções sagradas do Cristianismo. Em Roma, é famoso o Baldaquinho de Bernini, arte barroca no centro da Basílica de São Pedro. É importante, porém, que o Baldaquinho não tire a visibilidade do Altar, dificulte o acesso ou “concorra” com ele, mas manifeste a sua dignidade e importância. O baldaquinho pode ser preparado com antecedência, ou pode ser levado ritualmente durante a celebração, conforme sugerimos abaixo em “Ação Ritual”. Veja o gráfico de sua representação.

 


A preparação do espaço deve manter a reserva simbólica, própria do Tempo da Quaresma. A ornamentação com folhagem de palmeira deve ser discreta. São as pessoas quem deve portas ramos. Cuide-se para não transformar a igreja numa floresta…

 


O local da celebração pode ter o corredor central coberto por ervas aromáticas. Uma vez pisadas exalarão delicioso perfume. Esse é um costume antigo das celebrações estacionais, ainda praticado em Roma.

 


Para simbolizar esta realidade da celebração, podemos fazer um arranjo especial para este dia que está no livro “Arte floral a serviço da liturgia”, página 78-79, Edições Paulinas.

 


10- AÇÃO RITUAL


 


Fazer uma acolhida muito fraterna e pessoal a quem chega para a celebração, principalmente os visitantes. Que todos possam sentir sua dignidade humana respeitada e sua identidade cristã reconhecida. Não devemos esquecer que os ritos iniciais, com o sentido de formar o Corpo vivo do Senhor, sejam bem valorizados neste domingo e sempre.


 


Jesus se aproxima da descida do monte das Oliveiras quando toda a multidão dos discípulos começaram, alegres puseram-se a louvar a Deus com voz forte por todos os milagres que tinham visto. Eles diziam: “Bendito seja aquele que vem, como rei, em nome do Senhor! Paz no céu e glória no mais alto dos céus!” (Lucas 19,37-38).


 


Enquanto o povo vai chegando, criar um clima orante através de refrões meditativos preparando os corações para a celebração.


 


Ritos Iniciais


 


A Liturgia de Ramos nos prepara também para a Paixão de Jesus. Agitando palmas, símbolo da vitória contra o mal, iniciamos nossa caminhada com Jesus em direção ao Reino definitivo.

 


O presidente introduz a procissão, dando-lhe o sentido de oração feita com os pés e todo o corpo para seguirmos Jesus hoje em nossa missão. Na Igreja Armênia, uma grande cruz processional representa o Senhor e vai na frente da procissão. O padre pega um ramo e o prende na haste da cruz.

 


Procurar envolver todas as crianças nesta celebração mesmo as que não estão na catequese. Incentivá-las durante a procissão a cantar ou recitar em voz alta o refrão: “Bendito o que vem em nome do Senhor, hosana nas alturas” (cf. Mateus 21,14-16).

 


Neste domingo, pode-se aproveitar a sugestão e imagem do Baldaquinho acima e, durante os dois ritos de introdução na Liturgia da Palavra e da Eucaristia, “montá-lo” primeiro sobre a Mesa da Palavra e depois sobre a Mesa da Eucaristia, o Altar, ou somente sobre a Mesa da Palavra.

 


Durante a procissão de Ramos, pode levar o Evangeliário em um andor, conforme a sugestão anterior. Quatro pessoas levam consigo grandes palmas de modo a formar um “baldaquinho peregrino”. Cada pessoa figura como uma das colunas e as palmas como a “cúpula”:

 


Ao entrar na igreja atrás da cruz e do presidente, a assembléia caminha com Cristo e deixa-se introduzir na celebração do mistério da sua paixão, morte e ressurreição.

 


Uma vez que se entra na Igreja, o Evangeliário é posto sobre a Mesa da Palavra, como de costume. As pessoas com as Palmas permanecem ao redor do Altar, “desmontando” o baldaquinho.

 


A celebração (de cunho estacional) exclui o canto de entrada, a saudação e o ato penitencial. A procissão foi expressão ritual que substitui os ritos iniciais habituais.

 


Na Oração do Dia suplicamos a Deus que é todo poderoso que nos ajude a seguir o exemplo de Cristo que deu sua vida na cruz e possamos ressuscitar com Ele na sua glória.

 


Rito da Palavra


 


Após a Oração do Dia, enquanto se entoa um refrão apropriado, essas pessoas se dirigem à Mesa da Palavra e sobre ela montam a cobertura do baldaquinho.

 


Durante o canto de aclamação “Salve ó Cristo, obediente!” o Evangeliário deve ser levado até a Mesa da Palavra e de lá, feita a narrativa da Paixão, conforme o costume da comunidade. Se for dialogado conforme o “costume latino”, é preciso que se respeite a linguagem ritual que exige a presença do Livro (o Evangeliário) que é um dos sinais sensíveis da Palavra de Deus, de onde se fará a introdução do relato, sua narrativa e a conclusão.

 


Durante a homilia, o baldaquinho pode temporariamente ser desfeito, voltando a se formar sobre a Mesa do Altar, da seguinte forma: As pessoas entram na procissão de oferendas à frente ou depois daqueles que levam os dons do pão e do vinho e montam o baldaquinho sobre o Altar.

Se tiver dificuldade de ritualizar desse modo, pode-se montar o baldaquinho somente na Mesa da Palavra.

 


É bom lembrar que a leitura da Paixão merece uma boa preparação, com bastante antecedência, distribuindo os diversos papéis para tornar mais dinâmica a participação. Personagens que ocorrem no Evangelho deste domingo, texto mais longo: narrador(a), Judas, Simão Pedro, grupo dos discípulos, duas testemunhas, sumo sacerdote, o povo, uma criada que interroga a Pedro, outras pessoas além da criada, sumos sacerdotes e anciãos, Pilatos, os soldados de Pilatos. Para o texto mais curto: narrador(a), Pilatos, soldados de Pilatos, pessoas insultando e zombando de Jesus, o oficial e os soldados. Quem preside, diz as palavras de Jesus.

 


Na liturgia da Palavra: A leitura da Paixão do Senhor (sem as lanternas que acompanham a procissão do Evangeliário, sem o incenso, sem a saudação “O Senhor esteja convosco…” sem fazer o sinal da cruz sobre o livro e sobre si mesmo; no final, não se beija o livro nem se diz “Palavra da salvação…”). Cuidado que o folheto não traz esta orientação litúrgica.

 


Sobre a leitura do Evangelho da Paixão do Senhor, o Lecionário Dominical sugere o texto longo ou o mais breve. Quando optamos pelo texto longo, pode-se intercalar algum refrão meditativo, para facilitar a participação da assembléia. (Por exemplo: Prova de amor maior não há…). Também quanto ao texto longo ou mesmo o mais breve, as pessoas podem acompanhar a leitura sentadas. Quando o texto narrar a morte de Jesus, todos se ajoelham fazendo uma pausa e uns momentos de silêncio. No momento do silêncio pode-se cantar um canto próprio, mas não longo. (Por exemplo: “Morreu, meu Jesus, na cruz, na cruz…”, ensaiado num encontro diocesano sobre a Quaresma e Semana Santa; “Eu me entrego Senhor, em tuas mãos”, Hinário Litúrgico II da CNBB, página 34, ou o refrão “Prova de amor maior não há”, somente com a estrofe: “E chegando a minha Páscoa, vos amei até o fim…”.

 


A narração do Evangelho, caso seja acertado, pode ser acompanhada pela assembléia assentada. Feita em forma dialogal poderá também ajudar na participação.

A homilia não deve se alongar. O cansaço da assembléia pode comprometer a participação. O homiliasta deve ser claro e conciso, deixando que os ritos falem por si. Haja também tempo para o silêncio e a meditação.

 


Rito da Eucaristia


 


A oração sobre as oferendas destaca que pelo sofrimento de Cristo fomos reconciliados com o Pai.

 


Na preparação das oferendas, junto com os dons da Eucaristia, destacar a coleta da Campanha da Fraternidade como uma “ação ritual” a nível nacional. Evitar chamar esse momento de 'ofertório', pois ele acontece após a narrativa da ceia (consagração).

 


Preparar a forma como será feita a coleta e um recipiente onde as pessoas poderão deixar sua oferta. Perto, também poderá ser colocado um cartaz da CF. As pessoas irão em procissão até perto do altar. Neste momento poderá ser feita a Oração da CF ou cantar o Hino.

 


O Prefácio é próprio para o Domingo de Ramos e enfatiza o sofrimento do justo inocente pela salvação de todos e Santíssimo quis ser condenado a morrer pelos criminosos. “Sua morte apagou nossos pecados e sua ressurreição nos trouxe vida nova”. A Oração Eucarística pode ser a III que enfatiza “quatro” vezes a palavra sacrifício, isto é, fazer algo sagrado, que a nossa vida deve ser uma doação do nascer ao por do sol como foi a vida de Cristo. Pode-se rezar a Oração Eucarística II ou mesmo a I.

 


A comunhão em duas espécies não é só desejável, bem como poderá evidenciar o que foi narrado no início do Evangelho: “o vinho novo no Reino de Deus” (versículo 25).

 


Ritos Finais


 


Na oração depois da comunhão, peçamos a Deus que pela morte e ressurreição de Cristo nos alcancemos a salvação.

 


Bênção solene, para todo o povo, como sugere o Missal Romano, página 522 ou a também muito oportuno a oração sobre o povo, número 17, página 533:

 


Olhai, ó Deus, esta vossa família, pela qual nosso Senhor Jesus Cristo não hesitou em entregar-se às mãos dos malfeitores e sofrer o suplício da cruz. Por Cristo, nosso Senhor.


 


O rito do envio pode estar em consonância com o mistério celebrado: Irmãos e irmãs, a Paixão de Jesus Cristo nos abriu as portas do céu. Vão em paz e o Senhor vos acompanhe.

 


11- CONSIDERAÇÕES FINAIS


 


Humanamente olhando a Cruz, ela revela a dor, sofrimento, desprezo, abandono, injustiça, tortura, manipulação da pessoa humana, morte. A Cruz iluminada pela fé fala de salvação, de comunhão, de misericórdia, de amor extremado, de Reino e de eternidade. Ressurreição já plantada em nós, que, nestes dias de oração e meditação, deve deitar raízes fundas em nós, para dar razão ao nosso viver, despido, por vezes, de razões válidas e fortes.


 


O objetivo da Igreja é ajudar os padres e as comunidades de nossa diocese e todas aquelas outras comunidades fora de nossa diocese que acessar nosso site celebrar melhor o mistério pascal de Cristo.

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