Jornal Correio da Paraíba - Esportes - 7 de janeiro de 2021

 Esportes - Paraíba: Quinta-feira, 7 de janeiro de 2021 / D1

Morre Alex Apolinário, 4 dias após parada cardiorrespiratória em campo

Natural de Ribeirão Preto (SP), Alex Apolinário, de 24 anos, chegou ao time do Alverca no início de 2019

O jogador brasileiro Alex Apolinário não resistiu à parada cardiorrespiratória que sofreu no último domingo (3) e faleceu nesta quinta-feira (8)  em Portugal. O atleta, de 24 anos, defendia clube português Alverca, que publicou uma nota no Instagram comunicando a morte cerebral do atleta de 24 anos.


“Com profundo pesar comunicamos, de acordo com as informações prestadas pelo corpo médico do Hospital de Vila Franca de Xira, o falecimento por morte cerebral do nosso atleta Alex Sandro dos Santos Apolinário, esta manhã. O FC Alverca Futebol SAD prestará todo o apoio necessário a seus familiares. Neste momento de luto todas as atividades do FC Alverca estão canceladas”, disse o clube português.


O jogador sofreu a parada aos 27 minutos da primeira etapa do duelo entre  Alverca e UFC Almerim, domingo passado. Ele chegou a ser reanimado com ajuda de um desfribilador, e depois foi encaminhado pelos bombeiros ao hospital local.


Natural de Ribeirão Preto (SP), Alex Apolinário chegou ao Alverca no início de 2019. No Brasil, teve passagens por Cruzeiro, último clube que atuou no país, Botafogo-SP e Athletico-PR. Pelas redes sociais, os clubes prestaram homenagens ao jogador.

D2

Com gol no fim, Fluminense vence Flamengo no Maracanã

Com o triunfo, o Tricolor fica na 7ª posição com 43 pontos. Já o Rubro-Negro é o 3º, com 49 pontos

Com um gol de Yago Felipe aos 47 minutos do segundo tempo, o Fluminense derrotou o Flamengo de virada por 2 a 1, nesta quarta-feira (6) no estádio do Maracanã, em jogo válido pela 28ª rodada do Campeonato Brasileiro.


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Com o triunfo, o Tricolor fica na 7ª posição com 43 pontos. Já o Rubro-Negro é o 3º, com 49 pontos.


Domínio do Rubro-Negro

A primeira oportunidade do time da Gávea surgiu logo no primeiro minuto. Gerson lança Filipe Luís na esquerda. O lateral avança e cruza rasteiro para o meio da área, onde Everton Ribeiro faz corta-luz para Gabriel chegar batendo sozinho. Mas a bola vai por cima da meta adversária.


O Flamengo volta a ter uma chance clara dois minutos depois, quando, após cobrança de escanteio, Rodrigo Caio acerta cabeçada, mas Marcos Felipe se estica para fazer boa defesa.


O Fluminense só conseguiu sua primeira oportunidade aos 8 minutos. O meia Yago Felipe recebe passe de Fred e acerta chute forte, mas por cima do gol defendido por Hugo Souza.


A partir daí o time da Gávea tomou conta da partida, em especial porque assumiu as ações no meio de campo, mantendo a posse de bola em busca de uma boa oportunidade de vencer o goleiro adversário.


As chances foram se apresentando, mas o ataque do Flamengo só funcionou aos 39 minutos, quando Everton Ribeiro recebe na direita, avança até a linha de fundo e cruza para o meio da área, o zagueiro Matheus Ferraz corta mal e o uruguaio Arrascaeta chega de cabeça para abrir o marcador.


O time das Laranjeiras até tenta algo um pouco antes do intervalo com uma série de escanteios, mas o placar não muda mais nos 45 minutos iniciais.


Virada no fim

Após um primeiro tempo muito ruim, o Fluminense sai mais para o jogo buscando a recuperação diante do Flamengo. Com essa nova postura, o Tricolor começa a ter oportunidades, a primeira delas aos 6 minutos, em boa jogada de Wellington Silva, que chuta com perigo.


E três minutos depois o Tricolor consegue o empate, quando Danilo Barcelos cobra falta na direção da área adversária e Luccas Claro aparece sozinho para marcar de cabeça.


Aos 13 minutos o Flamengo responde em cobrança de falta do uruguaio Arrascaeta que termina no travessão do gol defendido por Marcos Felipe.


Três minutos depois é o time das Laranjeiras que tem oportunidade cristalina, quando, após boa trama no meio de campo, Fred lança Michel Araújo, que, com habilidade, se livra da defesa adversária e chuta na trave do gol de Hugo Souza.


A partir daí o Fluminense recuou suas linhas e passou a buscar uma oportunidade de desempatar em contra-ataque, enquanto o Flamengo mantinha a posse de bola.


As oportunidades surgiram de lado a lado. Mas o jogo só foi decidido nos acréscimos, aos 47 minutos, quando Filipe Luís vacila na saída de bola, que fica com Yago Felipe, que avança e bate na saída de Hugo Souza. Vitória do Fluminense, de virada, por 2 a 1.

D3

Brasileiro: Bragantino tem noite perfeita e goleia líder São Paulo

Massa Bruta não tomou conhecimento do líder da Série A do Campeonato Brasileiro e goleou por 4 a 2

Noite de sonho para o Red Bull Bragantino e de pesadelo para o São Paulo. Nessa quarta-feira (6), o Massa Bruta não tomou conhecimento do líder da Série A do Campeonato Brasileiro e goleou por 4 a 2 no estádio Nabi Abi Chedid, em Bragança Paulista (SP), pela 28ª rodada da competição. O time dirigido por Maurício Barbieri foi superior durante os 90 minutos, criou várias chances e não tornou o placar mais elástico por conta de importantes defesas do goleiro Tiago Volpi.

O resultado negativo se dá uma semana após a eliminação para o Grêmio na semifinal da Copa do Brasil, que aumentou a pressão pelo título brasileiro. O Tricolor não ergue uma taça desde 2012, quando venceu a Copa Sul-Americana. Com 56 pontos, o clube da capital paulista segue na primeira colocação e acabou se beneficiando da derrota do Flamengo para o Fluminense, também nesta quarta, mantendo a diferença para Atlético-MG e Flamengo (ambos com um jogo a menos) em sete pontos.


Na segunda metade da tabela, o Bragantino se fortaleceu na luta para se distanciar do Z-4. A equipe do interior foi a 34 pontos e assumiu a 12ª posição, na zona de classificação à próxima edição da Sul-Americana. O Massa Bruta ainda pode ser ultrapassado na rodada se o Atlético-GO superar o Vasco na quinta-feira (7), em Goiânia, às 19h (horário de Brasília). O Cruzmaltino, que abre a zona de rebaixamento, e o Bahia, primeiro time fora dela, estão seis pontos atrás do Braga.


Atropelo bragantino

A expressão de poucos amigos do técnico Fernando Diniz, flagrada pelas câmeras de TV aos 18 minutos do primeiro tempo, era possivelmente a mesma de milhões de torcedores são-paulinos pelo país. O Tricolor havia acabado de sofrer o terceiro gol de um Bragantino eficiente, que soube aproveitar os vários erros individuais do Tricolor. Aos três minutos, o atacante Claudinho se aproveitou de uma bola perdida pelo meia Daniel Alves, na entrada da área, para finalizar e abrir o placar.


Dez minutos depois, novo erro do líder do Brasileiro, desta vez no campo adversário. O Massa Bruta puxou o contra-ataque e o meia Raul, com um leve toque na saída de Tiago Volpi, fez o segundo. Aos 15, na primeira investida que conseguiu construir, o São Paulo diminuiu com Tchê Tchê. O volante recebeu cruzamento de Daniel Alves pela esquerda e mandou para as redes. Mas na sequência, após cobrança de falta, o zagueiro Fabrício Bruno cabeceou no contrapé do goleiro tricolor.


O Bragantino seguiu pressionando a saída de bola do São Paulo e finalizando com perigo. Aos 22, 23 e 26 minutos, os chutes de fora da área do volante Ricardo Ryller, do meia Artur e do atacante Tomás Cuello passaram próximos à meta. O Tricolor até balançou as redes aos 37 com o atacante Brenner, mas o árbitro de vídeo (VAR) viu impedimento do meia Vitor Bueno no lance e anulou o gol. Para complicar, aos 44, em outra saída errada da zaga, Artur fez o quarto do Massa Bruta.


Volpi evita goleada maior

O cenário dos 45 minutos iniciais não se alterou nos finais. O Bragantino se manteve no ataque e só não ampliou aos sete e aos 12 minutos, com Claudinho e Artur, porque Volpi salvou. A missão são-paulina se complicou aos 14, com a expulsão de Tchê Tchê por cotovelada em Cuello, identificada pelo VAR. Aos 22, o goleiro tricolor fez duas grandes defesas em sequência, em batidas de Cuello e do lateral Edimar. Já aos 36, a trave evitou que o atacante Jan Hurtado fizesse o quinto.


Nos acréscimos, o São Paulo ainda descontou em lance confuso. Após cruzamento na área, o atacante Gonzalo Carneiro mandou para as redes. O lance havia sido anulado pela arbitragem por causa de um suposto toque de mão do lateral Léo, mas, após revisar a jogada no vídeo, o árbitro Luiz Flávio de Oliveira validou o gol tricolor.


O São Paulo volta a campo no domingo (10), às 16h, para o clássico diante do Santos, no Morumbi. Já o Bragantino joga novamente na segunda-feira (11), às 20h, contra o Atlético-MG, outra vez em Bragança Paulista. Os duelos são válidos pela 29ª rodada do Brasileirão.

D4

Santos e Boca Juniors empatam sem gols na Bombonera

Equipes decidem vaga na decisão da Libertadores na próxima quarta-feira (13), no estádio Vila Belmiro

Silenciosa em razão da pandemia do novo coronavírus e sem a pressão da torcida que a torna temida, a mítica La Bombonera, em Buenos Aires (Argentina), presenciou nessa quarta-feira (6) um equilibrado duelo entre Boca Juniors e Santos. O jogo de ida do confronto pelas semifinais da Libertadores, porém, terminou sem gols e com muita reclamação dos paulistas, que contestam a não marcação de um pênalti em cima do atacante Marinho, no segundo tempo.

A partida de volta será na próxima quarta-feira (13), outra vez às 19h15 (horário de Brasília), na Vila Belmiro, em Santos (SP). Caso o placar da Bombonera se repita, a decisão vai para nos pênaltis. O Boca tem a vantagem do empate com gols. Ao Santos, basta uma vitória simples para levar a vaga à final sul-americana.


Uma saída de bola errada do zagueiro Lucas Veríssimo que o meia Sebastián Villa finalizou no travessão, aos oito minutos, foi o lance mais concreto de gol do primeiro tempo. Não que as equipes tenham evitado o confronto. Pelo contrário. Mas as bem postadas marcações de ambos os lados dificultaram a criação de lances mais agudos. Se Villa era quem dava mais trabalho ao time santista, em especial ao lateral Pará, o atacante Yeferson Soteldo fazia o mesmo contra o lado direito do sistema defensivo do Boca. Os chutes, porém, foram escassos.


Os argentinos voltaram mais agressivos no segundo tempo. No primeiro minuto, o meia Eduardo Salvio obrigou o goleiro John a trabalhar. Para ajustar a marcação no meio-campo, o técnico Cuca tirou Soteldo e colocou o volante Sandry. A troca funcionou, com o equilíbrio dos 45 minutos iniciais retomados e uma leve superioridade do Santos. Aos 28, o Alvinegro ficou na bronca após um pênalti não marcado do zagueiro Carlos Izquierdoz em Marinho, mesmo após revisão do árbitro de vídeo. O clube brasileiro ironizou a decisão da arbitragem pelo Twitter.


Os argentinos passaram a ocupar mais a área santista nos minutos finais, mas esbarraram na marcação. Nos acréscimos, em rara bobeada do sistema defensivo do Alvinegro, o lateral Leonardo Jara teve a última chance do jogo, em batida de voleio, com liberdade, mas mandou por cima da meta de John.


Antes do reencontro com o Boca, o Santos disputa o clássico com o São Paulo neste domingo (10), no Morumbi, pela 29ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro.

D5

Reunião sobre futuro do Campinense acontece nesta quinta

Presidente executivo da Raposa, Phelipe Cordeiro, está bastante otimista

O torcedor tem pouco tempo para esperar. Finalmente foi marcada para esta quinta-feira (7) à noite uma importante reunião do Campinense. O encontro agendado no Renatão, em Campina Grande, serve para definir o futuro administrativo do clube rubro-negro. Com isso, o presidente executivo da Raposa, Phelipe Cordeiro, está bastante otimista.


“Será analisado o contrato com a empresa FDA. Tem ainda um impasse financeiro entre a empresa e o clube. Logo em seguida, o Conselho Deliberativo vai decidir sobre a permanência ou não da parceria”, disse Phelipe Cordeiro, que não esconde a expectativa de anunciar o treinador e começar a montar o elenco.


Com isso, após a definição, seja pela permanência da parceira ou não, Phelipe Cordeiro tem planos definidos. Segundo ele, já existem contatos com o treinador e com alguns jogadores. Ele não fala em nomes. Ele garante que tudo só será concretizado depois da reunião desta quinta-feira (7).


O dirigente rubro-negro defende que o Campeonato Paraibano de 2021 aconteça, sendo disputado no primeiro semestre, e não no segundo. “O que preocupa o Campinense é seguir o calendário da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). O Campinense deve jogar em março pela Copa do Brasil”, disse Phelipe Cordeiro.


Segundo Phelipe, o Campinense está ao lado do Nacional de Patos, São Paulo Crystal e Botafogo. Os dirigentes desses clubes defendem que o Campeonato Paraibano 2021, comece nas primeiras semanas de março. “Esperamos que a Federação Paraibana de Futebol (FPF) convoque os clubes para uma reunião na próxima semana”.

D6

Jovem campeão do NE pelo Náutico passa férias em João Pessoa

História de Gabriel Silva de Lima começou em 2015, jogando futsal no Benfica de João Pessoa

Campeão do Nordeste Sub 20 pelo Náutico-PE, o paraibano Gabriel Silva de Lima, de 19 anos, conta sua história. Gabriel tem uma carreira de gente grande, com passagem pelo Sport Recife e até pela Seleção Brasil Sub 15. Ele está passando férias merecidas com a família em João Pessoa.


Quando estava com 13 anos, jogava futsal pelo Benfica de João Pessoa. Logo despertou o interesse do Sport Recife para fazer parte das categorias de base no futebol de campo. A partir de então ele passou a encarar a prática esportiva como profissão.


Gabriel Silva de Lima nasceu no dia 4 de janeiro de 2002, em João Pessoa. Ele é filho do corretor de imóveis Fábio Lima e da administradora de empresa Giuliana Silva. Ele tem como irmã Gabriele silva.


Mas, não foi fácil deixar a família, os amigos e colegas. “No começo foi muito difícil. Tudo era novidade para mim. Eu não sabia realmente o que queria. Mas no fundo era isso mesmo que eu queria. Hoje está um pouco mais fácil. Já entendo mais”, garante o garoto, que vai completar 20 no próximo ano.


A meta dele é conquistar novos degraus. Ele sonha em se firmar no futebol e pretende chegar mais longe. “Mas não deixa de ser difícil. Ficar longe da minha família realmente é muito complicado. A gente está sempre se falando”. Para vencer a saudade, Gabriel se comunica com ligações e mensagens pelo WhatsApp.


A história de Gabriel Silva de Lima começou em 2015, jogando futsal no Benfica de João Pessoa. Ele ainda teve uma passagem no futebol de campo pelo Juventus-PB. “Era um projeto que tinha na comunidade. Foi graças ao Juventus que pude realmente começar minha trajetória no futebol”.


Mas, a grande oportunidade veio quando ele foi disputar uma competição em Recife-PE. Ele foi chamado pelo Sport Recife. No ano seguinte assumiu a titularidade, participando de competições como Copa Carpina-PE, Copa Dadazinho, Base Brasil, Campeonato de Pernambuco e Copa Votorantim-SP.


Contudo, Gabriel Silva de Lima garante que sua maior felicidade no futebol aconteceu em 2017. Ele foi convocado para a Seleção Brasileira Sub 15. “Foi uma das minhas maiores felicidades dentro do futebol”, destaca o garoto que, no mesmo ano, foi campeão pernambucano Sub 15 pelo Sport Recife.


No ano seguinte, o paraibano Gabriel Silva se transferiu para o Náutico-PE, onde continua. Pelo Timbu foi campeão pernambucano Sub 17 invicto. “Um fato marcante nessa final foi que aconteceu no mesmo dia do aniversário da minha mãe. Ela foi me assistir e consegui pegar um pênalti na final e dedicá-lo a ela”.


Após a competição, ele foi treinar com o elenco profissional. “Se passaram alguns dias e todos os goleiros principais se machucaram. Era próximo de um amistoso contra o Treze de Campina Grande. Eu fui escalado para jogar, com 16 anos, depois assinei meu primeiro contrato profissional”.


Outra grande conquista comemorada por Gabriel Silva de Lima aconteceu no ano passado. Ele foi campeão com a camisa do Náutico da Copa Nordeste Sub 20, sem perder um jogo. O Náutico eliminou Ferroviário-CE, Moto Clube-MA, Vitória-BA, CRB-AL, Ceará-CE e derrotou O Fortaleza na final por 5×1, sendo campeão invicto.

D7

Libertadores será disputada sem público

Final está marcada para acontecer no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, no dia 30 de janeiro

A Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) anunciou na noite dessa terça-feira (5) que a final da Copa Libertadores, marcada para acontecer no estádio do Maracanã no dia 30 de janeiro, não terá a presença de público.

“A final única da Conmebol Libertadores, prevista para 30 de janeiro no Rio de Janeiro, será disputada sem a presença de espectadores, como vem ocorrendo nos mais de 2.100 jogos disputados nos torneios locais no Brasil, desde a volta do futebol. A medida foi adotada em comum acordo pelo presidente da Conmebol, Alejandro Domínguez, e o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Rogério Caboclo”, diz a nota da entidade sul-americana.


Segundo a entidade máxima do futebol da América do Sul, a medida foi tomada em decorrência da atual situação da pandemia do novo coronavírus na América do Sul, o que “não permite a realização de um evento desta magnitude e importância com presença de público, ainda que seja com capacidade reduzida”.

D8

Palmeiras vence River Plate e está perto da final da Libertadores

Time paulista recebe a equipe de Marcelo Gallardo no Allianz Parque (São Paulo), na próxima terça-feira (12) a partir das 21h30

O Palmeiras deu um grande passo na busca por uma vaga na final da Copa Libertadores, ao derrotar o River Plate (Argentina) por 3 a 0, na noite dessa terça-feira (5), no Estádio Libertadores de América, em Avellaneda (Buenos Aires), na partida de ida das semifinais. Agora, o time paulista recebe a equipe de Marcelo Gallardo no Allianz Parque (São Paulo), na próxima terça-feira (12) a partir das 21h30 (horário de Brasília).


Jogando em casa, o River começou a partida pressionando a equipe comandada pelo técnico português Abel Ferreira. Assim, a primeira oportunidade do time argentino não demora a aparecer. Logo no primeiro minuto, Borré chuta para fora com perigo após receber de Matías Suárez.


Quatro minutos depois, o atual vice-campeão da Libertadores quase abre o placar, quando Carrascal bate da pequena área para grande defesa do goleiro Weverton.


Aos 20 minutos, o River Plate tem nova oportunidade, com Borré, que chega de carrinho, mas erra na finalização.


Mas aos 26 minutos o Palmeiras finalmente conseguiu criar algo. E quando o fez, abriu o placar. Gabriel Menino recebe na direita e cruza rasteiro para o meio da área. O goleiro Armani corta errado e a bola sobra na entrada da área para Rony, que bate cruzado para marcar.


Com a desvantagem no marcador, o River se desequilibra, e aos 30 minutos Gustavo Scarpa vence novamente o goleiro Armani. Mas o gol é anulado por impedimento de Luiz Adriano, que participou da jogada.


O tempo passa, e o River Plate volta a melhorar, e a criar boas oportunidades com Matías Suárez, aos 38, e com Ignacio Fernández, que, em cobrança de falta, acerta o travessão do gol defendido por Weverton aos 43 minutos. Mas o placar permanece inalterado até o intervalo.


Domínio no segundo tempo

Se o River começou melhor a etapa inicial, o início do segundo tempo foi do Palmeiras, que marcar seu segundo gol logo no primeiro minuto. Após boa troca de passes dos jogadores do time brasileiro, Luiz Adriano recebe no meio de campo, se livra de Rojas com um giro e parte livre até a pequena área adversária, onde bate na saída do goleiro Armani. Um belo gol.


O Palmeiras passa a controlar as ações no segundo tempo. Já o River se perde, e tem um jogador expulso aos 14 minutos, quando o colombiano Carrascal agride Gabriel Menino por trás e recebe o vermelho. Na cobrança da infração, Gustavo Scarpa levanta a bola na área adversária e o uruguaio Matías Viña faz de cabeça.


Com vantagem numérica, e no placar, o Palmeiras até tentou ampliar o marcador, mas não conseguiu vencer mais a defesa do River Plate.

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