Jornal Correio da Paraíba - Cidades - 21 de outubro de 2020

 Cidades - Paraíba: Quarta-feira, 21 de outubro de 2020 / B1    

Semob-JP redefine linhas do Novo Milênio e altera ponto de saída da T002 para o Manaíra Shopping

Dentre as mudanças está o ponto de saída da T002 para o Manaíra Shopping.

A Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana de João Pessoa (Semob-JP) anunciou algumas mudanças no serviço de transporte coletivo. A partir desta quarta-feira (20), o Novo Milênio passa a ser atendido pela linha 9901, o que também altera o itinerário da linha I008. Além disso, o T002 terá seu ponto de partida no Manaíra Shopping.


A população do Novo Milênio passará a ter como referência a linha 9901 (Mangabeira/Valentina), que vai trafegar pela Rua Cícero Batista de Luna e seguir para o bairro Valentina pelas ruas Sérgio Vieira de Mello, Álvaro Antero Nascimento e Flodoaldo Peixoto Filho. Com isso, a linha I008 (Valentina/Mangabeira), deixa de cumprir este itinerário, tornando o percurso mais ágil.


Outra mudança acontece na Lina T002, que cobre o último horário de circulação no turno da noite. A linha, que antes tinha ponto de partida no Posto 99, na Epitácio Pessoa, passa a sair do Manaíra Shopping às 22h30. Ela vai cobrir ainda as faculdades Iesp e Asper, seguindo para o Posto 99, onde encontra a linha T001 para baldeação de passageiros. Nesse ponto, a linha 1 segue em direção à Zona Sul pela Av. Tito Silva e a linha 2 segue em direção ao Centro e à Av. Cruz das Armas.


Todas as linhas em atividade, seus horários e itinerários podem ser conferidos no Portal de Serviços da Semob-JP. No site ainda é possível verificar as alternativas de circulação para as linhas que ainda não foram retomadas.

B2

UEPB realiza eleições para reitoria nesta quarta; saiba como votar e conheça os candidatos

Pela primeira vez, eleições não vão acontecer presencialmente.

Acontecem nesta quarta-feira (21) as eleições para reitor e vice-reitor da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB). Pela primeira vez na história, devido a pandemia do novo coronavírus, as eleições deste ano serão diferentes do habitual. Acontecerão de maneira remota, por meio de uma consulta pública virtual, das 8h às 20h.


A nova reitoria da UEPB deve administrar a universidade pelos próximos quatro anos. São aptos a votar alunos regularmente matriculados no período letivo 2020.1, cujas aulas estão sendo ministradas remotamente, e servidores técnico-administrativos e discentes efetivos.


Ao todo, quatro chapas são candidatas à reitoria da instituição. A Chapa 01, “UEPB+”, é composta pelo José Etham de Lucena, candidato a reitor, e Valdecy Margarida da Silva, candidata a vice-reitora. Você pode conferir as principais propostas de Etham Barbosa aqui.


Já a Chapa 02, “UEPB Forte”, tem como candidata a reitora a professora Célia Regina, e Ivonildes da Silva Fonseca é candidata a vice-reitora. Veja as principais propostas da chapa aqui.


A Chapa 03, “UEPB Educação com Inovação e Inclusão”, tem como candidato a reitor Juracy Régis, e a vice-reitora Jacqueline Echeverría Barrancos. Confira as propostas da chapa aqui.


A quarta e última chapa, “UEPB Autônoma, Plural e Humana”, tem como candidato a reitor Carlos Enrique Ruiz e candidata a vice reitora a professora Maria Isabelle Silva. Os pilares da candidatura você pode conferir aqui.


 


Saiba como votar

Os membros da comunidade acadêmica aptos a votar devem receber o acesso por meio do e-mail institucional. Lá, eles acessam o sistema Helios Voting, colocam a identificação do eleitor e a senha enviada por e-mail. A UEPB desenvolveu um manual completo, que pode ser encontrado aqui.


 


Qual o peso de cada voto

 


Conforme a resolução que normatiza as regras das eleições para reitoria da UEPB, a composição de votos é paritária, ou seja, os votos por categoria têm um peso idêntico, e são divididos considerando os votos coletivos, e não individuais, da seguinte maneira:


a) segmento Docente: 1/3(um terço);

b) segmento Técnico-Administrativo: 1/3(um terço);

c) segmento Discente: 1/3(um terço).


 


A escolha final é do governador

 


Ainda conforme a resolução, a Comissão Eleitoral da UEPB coordena todo o processo para escolha da nova reitoria. Ao fim da consulta pública, essa comissão envia um relatório completo, contendo a posição de cada chapa, para o Conselho Universitário (CONSUNI).


Por fim, o Consuni analisa o relatório formaliza a lista tríplice, com os nomes dos três candidatos mais bem votados, ao governador da Paraíba, João Azevêdo, que escolhe o reitor. Normalmente, a escolha considera a preferência da comunidade acadêmica, mas o gestor estadual pode escolher qualquer um dos três indicados pela universidade.

B3

Vacinação contra Covid-19 na Paraíba deve começar em janeiro

Anúncio foi feito após reunião com Ministério da Saúde nesta terça-feira (20)

O governador João Azevêdo participou, nesta terça-feira (20), de reunião, por meio de videoconferência, com o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, e demais governadores do país, ocasião em que foi iniciada a discussão sobre o plano nacional de vacinação contra a Covid-19, que deverá ser apresentado até o final deste ano. A previsão é de que, segundo o governador, a vacinação tenha início na Paraíba, assim como nos outros estados, no próximo mês de janeiro.



O ministério já tinha acordo com a AstraZeneca/Oxford, que previa 100 milhões de doses da vacina, e outro acordo com a iniciativa Covax, da Organização Mundial da Saúde, com mais 40 milhões de doses. Somadas, as três vacinas – AstraZeneca, Covax e Butantan-Sinovac – representam 186 milhões de doses, a serem disponibilizadas ainda no primeiro semestre de 2021.


A reunião foi marcada por apresentações da Fiocruz e do Instituto Butantan acerca da produção de doses das vacinas contra a Covid-19 que serão disponibilizadas à população brasileira. A Fiocruz deve produzir 210,4 milhões de doses em 2021 e o Butantan deve disponibilizar, inicialmente, 46 milhões de doses da vacina que serão adquiridas pelo Ministério da Saúde.


Já a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) explicou os critérios que serão levados em consideração para liberar as vacinas, e representantes do Ministério da Saúde detalharam a elaboração da estratégia de vacinação contra a doença e a aquisição de seringas. No encontro, os Estados garantiram recursos humanos qualificados, o armazenamento e a segurança das vacinas.


O governador João Azevêdo destacou a importância da reunião e da garantia de um ambiente seguro no país para assegurar a distribuição das vacinas. “É importante o Ministério da Saúde assumir a coordenação geral desse processo e isso nos tranquiliza porque teremos um trabalho muito grande pela frente e com essa garantia teremos êxito nessa caminhada”, pontuou o gestor.


Durante a reunião, o ministro da Saúde Eduardo Pazuello afirmou que a vacinação deverá ser iniciada em janeiro. “O Brasil terá uma vacina segura, registrada pela Anvisa dentro de um grande plano nacional de imunização e a vacina vai chegar a todos os brasileiros”, assegurou.

B4

Cobertura vacinal contra quatro doenças têm redução na PB

Vacinação contra hepatite B, poliomielite, BCG e pentavalente apresentação redução nos últimos cinco anos.

A cobertura vacinal  contra doenças para a BCG, a hepatite B, a pentavalente e a poliomielite têm apresentado redução na Paraíba, de acordo com dados do Ministério da Saúde. De acordo com a coordenação estadual de imunização, vários fatores devem ser considerados, desde a não adesão da população aos esquemas vacinais como também as dificuldades no registro de doses dos sistemas de informação.



Em 2015, a vacina para BCG no estado (que protege contra formas graves de tuberculose) foi de 105,73%, enquanto que em 2019 foi de 94,62% – já este ano, os dados preliminares até setembro apontam que foi o estado alcançou, até o momento, 52,36% da meta.  Já em relação à vacina contra a hepatite B, a cobertura em 2015 foi de 87,11%, tendo caído para 75%,29 em 2016, alcançando, em 2019, 86,66% da população; em 2020, esse número, se considerados os meses de janeiro a setembro, está em 49,11%.


A pentavalente, por sua vez, (fornecida pelo SUS, que protege contra difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e contra a bactéria Haemophilus influenza tipo b, responsável por infecções no nariz, meninge e na garganta, segundo o Ministério da Saúde) foi a que apresentou maior queda: enquanto em 2015 a cobertura vacinal no estado atingiu 93,55%, em 2019 passou para 81,74% e, este ano, considerados os dados até o mês de setembro, a cobertura está em 57,66%. Por último, a cobertura vacinal contra poliomielite foi de 96,12% em 2015 e em 2019 de 91,89% – em 2020, até o mês de setembro a cobertura foi de 58,38%. Nesta segunda-feira (19), no entanto, a Secretaria de Estado da Saúde divulgou que a Paraíba é o estado que tem a melhor cobertura da Campanha de Vacinação contra a Poliomielite do Nordeste, ficando em 4º lugar no cenário nacional.


De acordo com nota do Ministério da Saúde, alguns fatores fazem parte deste processo, como a falsa sensação de segurança causada pela diminuição ou ausência de doenças imunopreveníveis; o desconhecimento da importância da vacinação por parte da população mais jovem – que cresceu com algumas doenças erradicadas pelo sucesso das campanhas de vacinação ao longo dos anos, e as falsas notícias veiculadas, especialmente nas redes sociais, sobre supostos malefícios que as vacinas podem provocar à saúde.


Ainda de acordo com o órgão, apesar de todos os anos serem distribuídas mais de 300 milhões de doses de imunobiológicos aos estados brasileiros, as coberturas vacinais têm apresentado redução.


Já de acordo com Isiane Queiroga, coordenadora estadual de imunização na Paraíba, o número de vacinações realizadas sofreu o impacto, este ano, também da pandemia do novo coronavírus. “Temos vários fatores a considerar, que vão desde a não adesão da população aos esquemas vacinais como dificuldades no registro de doses dos sistemas de informação. Para esse ano, tivemos mais o agravante da pandemia”, disse.

B5

Ministério da Saúde anuncia compra de 46 milhões de doses da CoronaVac

Imunização deve começar no 1º semestre de 2021.

Governo de São Paulo inicia testes com vacina contra o novo coronavírus.


Após reunião virtual com governadores na tarde desta terça-feira (20), o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, assinou um protocolo de intenções para adquirir 46 milhões de doses da vacina CoronaVac, que está sendo desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan.


Segundo o Ministério da Saúde, esta ação é mais um passo na estratégia de ampliar a oferta de vacinação para os brasileiros. O ministério já tinha acordo com a AstraZeneca/Oxford, que previa 100 milhões de doses da vacina, e outro acordo com a iniciativa Covax, da Organização Mundial da Saúde, com mais 40 milhões de doses.


Somadas, as três vacinas – AstraZeneca, Covax e Butantan-Sinovac – representam 186 milhões de doses, a serem disponibilizadas ainda no primeiro semestre de 2021.


Segundo o ministro, as doses serão distribuídas em todo o Brasil por meio do Programa Nacional de Imunizações (PNI). “Temos a expertise de todos os processos que envolvem esta logística, conquistada ao longo de 47 anos de PNI.  As vacinas vão chegar aos brasileiros de todos os estados”, disse Pazuello.


O acordo

Para o protocolo de intenções de compra de doses da CoronaVac, uma nova medida provisória será editada para disponibilizar crédito orçamentário de R$ 1,9 bilhão. O Ministério da Saúde já havia anunciado, também, o investimento de R$ 80 milhões para ampliação da estrutura do Butantan – o que auxiliará na produção da vacina.


Segundo o Ministério, o processo de aquisição ocorrerá após o imunizante ser aprovado e obter o registro junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).


Produção local

Além destas doses iniciais, a partir de abril, a Fiocruz deve começar a produção própria da AstraZeneca e disponibilizar ao país até 165 milhões de doses durante o segundo semestre de 2021. O acordo do Instituto Butantan com a Sinovac também prevê a transferência de tecnologia e, com isso, o Butantan deve passar a produzir 100 milhões de doses por ano com sua nova fábrica.


A expectativa do Ministério da Saúde é que a vacinação possa ser iniciada em janeiro do próximo ano. Mas alerta que isso vai depender dos resultados da Fase 3 das vacinas, que testa eficácia, e de liberação da Anvisa.


Segundo o ministério, o primeiro grupo a ser imunizado serão os profissionais da saúde e pessoas do grupo de risco para a covid-19 (a doença provocada pelo novo coronavírus). A vacinação, segundo o órgão, não será obrigatória.


Testes

A CoronaVac já está na Fase 3 de testes em humanos. Ao todo, os testes com a CoronaVac – que tiveram início no Brasil em julho – serão realizados em 13 mil voluntários.


Caso a última etapa de testes comprove a eficácia da vacina, ou seja, comprove que ela realmente protege contra o novo coronavírus, o acordo entre a Sinovac e o Butantan prevê a transferência de tecnologia para produção do imunizante no Brasil. A CoronaVac prevê a administração de duas doses por pessoa.


Na segunda-feira (19), o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, anunciou que a CoronaVac é uma vacina segura, ou seja, ela não apresenta efeitos colaterais graves. Ele também disse que os resultados de eficácia ainda não foram finalizados, mas que ele espera que isso seja possível de acontecer até dezembro deste ano.

B6

Paraíba passa dos 129 mil casos de Covid-19 e tem 3.010 mortes pela doença

Novos 496 casos e mais 9 mortes por coronavírus foram confirmados nesta terça-feira (20).

A Paraíba passou dos 129 mil casso de Covid-19, nesta terça-feira (20). De acordo com o boletim epidemiológico da Secretaria de Estado da Saúde (SES), mais 496 casos e nove mortes por coronavírus foram confirmados nas últimas 24 horas. Agora, a Paraíba contabiliza 129.045 casos de Covid-19 e 3.010 óbitos pela doença.


A taxa de ocupação dos leitos de UTI em toda a Paraíba está em 40%. Na Grande João Pessoa, 39% dos leitos de UTI estão ocupados; em Campina Grande, 35%; e no Sertão, 61%. Já o índice de isolamento social media 36,7% até a segunda-feira (19), segundo o Inloco.


Das mais de 129 mil pessoas infectadas pelo novo coronavírus na Paraíba, 105.273 estão recuperadas. Outros 177.728 casos considerados suspeitos foram descartados, e 400.111 testes para diagnóstico da Covid-19 foram realizados.


A Secretaria não informou os cinco municípios com maiores quantidades de casos da Covid-19 até a publicação desta matéria, mas o boletim mostra as cidades que registraram novos casos; são elas: João Pessoa, com 18 novos casos, totalizando 31.606; Campina Grande, com 43 novos casos, totalizando 13.635; Cajazeiras, com 29 novos casos, totalizando 2.455; Sapé, com 20 novos casos, totalizando 1.225; Patos, com 17 casos novos, totalizando 4.693; São José de Piranhas, com 16 novos casos, totalizando 565; Santa Rita, com 15 novos casos, totalizando 3.512; São Bento, com 13 casos novos, totalizando 3.277; Itaporanga, com 11 novos casos, totalizando 1.064; Cabedelo, com 09 novos casos, totalizando 3.138.


Das 9 mortes confirmadas nesta terça, três aconteceram nas últimas 24 horas. Elas foram registradas em pessoas com os seguintes perfis:


Homem, 27 anos, residente em João Pessoa. Portador de doença neurológica e doença renal. Início dos sintomas em 05/10/2020. Morreu em hospital público no dia 20/10/2020.

Homem, 75 anos, residente em João Pessoa. Cardiopata, tabagista, portador de neoplasia e doença respiratória. Início dos sintomas em 25/09/2020. Morreu em hospital público no dia 19/10/2020.

Mulher, 61 anos, residente em João Pessoa. Sem comorbidade. Início dos sintomas 30/29/2020. Morreu  em hospital público no dia 19/10/2020.

Mulher, 76 anos, residente em Bayeux. Portadora de doença respiratória. Início dos sintomas em 17/09/2020. Morreu em hospital público no dia 16/10/2020.

Mulher, 94 anos, residente em Congo. Comorbidade não informada. Início dos sintomas em 15/09/2020. Morreu em hospital público no dia 23/09/2020.

Mulher, 75 anos, residente em Santa Rita. Hipertensa, diabética, cardiopata e portadora de doença neurológica. Início dos sintomas em 25/07/2020. Morreu em hospital público no dia 09/08/2020.

Homem, 51 anos, residente em Cacimba de Dentro. Hipertenso, diabético, cardiopata e portador de doença neurológica. Início dos sintomas em 31/07/2020. Morreu em hospital público no dia 08/08/2020.

Mulher, 52 anos, residente em João Pessoa. Hipertensa, diabética e cardiopata. Início dos sintomas em 06/07/2020. Morreu em hospital público no dia 29/07/2020.

Mulher, 30 anos, residente em Bayeux. Hipertensa e obesa. Início dos sintomas em 27/04/2020. Morreu em hospital público no dia 11/05/2020.

B7

Inmet emite alertas para risco de incêndio em 108 municípios da Paraíba

Os avisos são válidos das 12h  desta terça-feira (20) até às 18h desta quarta (21).

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu dois alertas de baixa umidade, um amarelo e outro laranja, para 108 municípios da Paraíba. Os avisos são válidos das 12h  desta terça-feira (20) até às 18h desta quarta-feira (21). O alerta amarelo foi emitido para 55 cidades e o laranja para 66, mas 13 cidades estão nas duas listas.


Nas cidades listadas no aviso ‘laranja’, a umidade relativa do ar deve variar entre 20% e 12%. O ideal, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), é que ela varie entre 50% e 80%. Além disso, há risco de incêndios florestais e à saúde, ressecamento da pele, desconforto nos olhos, boca e nariz.


Já nas cidades da categoria ‘amarela’, a umidade relativa do ar deve oscilar entre 30% e 20%. O risco de incêndios florestais e à saúde, nestes casos, é baixo.


Para evitar problemas de saúde, o Inmet orienta que quem estiver na região beba bastante líquido, evite desgaste físico nas horas mais secas, evite exposição ao sol nas horas mais quentes do dia, use hidratante para pele e umidifique o ambiente.


Para mais informações junto à Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193). Em caso de dúvida, o Inmet disponibiliza do número da Defesa Civil (199) e do Corpo de Bombeiros (193).


 


Veja as cidades da Paraíba sob alerta de baixa umidade:


 


Laranja Amarelo

Aguiar Água Branca

Aparecida Amparo

Belém Do Brejo Do Cruz Areia De Baraúnas

Bernardino Batista Assunção

Boa Ventura Belém Do Brejo Do Cruz

Bom Jesus Brejo Do Cruz

Bom Sucesso Cacimba De Areia

Bonito De Santa Fé Cacimbas

Brejo Do Cruz Cajazeirinhas

Brejo Dos Santos Catingueira

Cachoeira Dos Índios Condado

Cajazeiras Desterro

Cajazeirinhas Emas

Carrapateira Frei Martinho

Catolé Do Rocha Imaculada

Conceição Juazeirinho

Condado Junco Do Seridó

Coremas Juru

Curral Velho Livramento

Diamante Malta

Emas Maturéia

Ibiara Monteiro

Igaracy Mãe D’Água

Itaporanga Nova Palmeira

Jericó Olho D’Água

Joca Claudino Ouro Velho

Juru Parari

Lagoa Passagem

Lastro Patos

Manaíra Paulista

Marizópolis Pedra Lavrada

Mato Grosso Picuí

Monte Horebe Prata

Nazarezinho Princesa Isabel

Nova Olinda Quixabá

Olho D’Água Salgadinho

Paulista Santa Luzia

Pedra Branca Santa Teresinha

Piancó Santo André

Pombal Serra Branca

Poço Dantas Sumé

Poço De José De Moura São Bento

Princesa Isabel São José De Espinharas

Riacho Dos Cavalos São José Do Bonfim

Santa Cruz São José Do Brejo Do Cruz

Santa Helena São José Do Sabugi

Santa Inês São José Dos Cordeiros

Santana De Mangueira São Mamede

Santana Dos Garrotes São Vicente Do Seridó

Serra Grande Taperoá

Sousa Tavares

São Bentinho Teixeira

São Bento Tenório

São Domingos Vista Serrana

São Francisco Várzea

São José Da Lagoa Tapada

São José De Caiana

São José De Piranhas

São José De Princesa

São José Do Brejo Do Cruz

São João Do Rio Do Peixe

Tavares

Triunfo

Uiraúna

Vieirópolis

Vista Serrana

B8

Justiça

Justiça condena município a pagar R$ 15 mil por desabamento de passarela em Campina Grande

Uma decisão da 1ª Câmara Cível, do Tribunal de Justiça da paraíba (TJPB), manteve a condenação que obriga a prefeitura de Campina Grande a pagar R$ 15 mil por danos morais e estéticos a um morador da cidade, por conta do desabamento de uma passarela. O acidente provocou ferimentos graves na vítima, que tentava atravessar um canal e ficou impossibilitada de ir ao trabalho por um longo período.


Ao recorrer da primeira condenação, em 1ª instância, o município informou que as passarelas passam por constantes serviços de manutenção e que “não houve nenhuma conduta do Município, seja comissiva, seja omissiva, que tenha, ao menos, contribuído para o evento alegado”.


O relator do processo, porém, explicou que a questão está na responsabilidade do ente municipal no acidente. “O sistema jurídico brasileiro adota a responsabilidade patrimonial objetiva do Estado, sob a forma da Teoria do Risco Administrativo, a qual independe de prova de culpa”, observou o juiz Inácio Jário. A Procuradoria do Município ainda pode recorrer da decisão.


Confira a decisão na íntegra


Essa não é a primeira decisão em que a prefeitura de Campina Grande é condenada a pagar por danos, no espaço público, causados a terceiros. Recentemente uma moradora também conseguiu ser indenizada por ter caído, no Calçadão da Cardoso Vieira, após tropeçar em um buraco.


As decisões recentes mostram que, mais do que nunca, o poder público tem a obrigação de manter obras e espaços com vistorias e manutenções periódicas. Ou evita que acidentes ocorram, ou irá ter prejuízos… em todos os sentidos.

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