Termos integrantes da oração é o tema da coluna do professor Trindade deste domingo

 Objeto direto - é o termo que completa o sentido de um verbo transitivo direto, ligando-se diretamente a ele, sem o auxílio de uma preposição. Por ser uma função substantiva, pode ser representado por substantivo, pronome, numeral ou oração subordinada substantiva objetiva direta.

Quando representado por pronome pessoal oblíquo, os pronomes o, a, os, as sempre funcionam como objeto direto, os pronomes lhe e lhes funcionam como objeto indireto, enquanto os pronomes me, te, se, nos e vos podem funcionar como objeto direto ou objeto indireto. 

Objeto direto preposicionado - é o termo que completa o sentido de um verbo transitivo direto sendo introduzido por uma preposição. Surge a partir de uma necessidade específica da comunicação e ocorre por questões estilísticas, não por exigência do termo regente que, por ser transitivo direto, não exige o uso da preposição, que se torna objeto indireto. Em alguns casos, seu uso pode ser facultativo com a intenção de enfatizar o que se diz ou escreve. Em outros, é obrigatório, sendo imprescindível.

Os casos mais comuns são: para evitar ambiguidade, para dar ideia de parte, porção, com pronome oblíquo tônico, com pronome relativo quem e com o nome próprio Deus.

Em alguns casos, a preposição é de rigor; em outros, facultativa.

Objeto indireto - é o termo que completa o sentido de um verbo transitivo indireto, ligando-se indiretamente a ele, com o auxílio de uma preposição, mesmo que esta esteja subentendida. Por ser uma função substantiva, pode ser representado por um substantivo, pronome, numeral ou oração subordinada substantiva objetiva indireta.

Muitas vezes, o OI se inicia com crase, isso ocorre quando o verbo exige a preposição a, que se contrai com o termo seguinte.

Tanto o objeto direto quanto o indireto podem aparecer repetidos, geralmente com a intenção de enfatizá-lo e por questões estilísticas. Isso se chama de objeto pleonástico, enfático ou redundante. 

Os pronomes o, a, os, as adquirem as seguintes formas:

o, a, os, as - quando o verbo termina em vogal ou ditongo oral

lo, la, los, las - quando o verbo termina em R, Z ou S

no, na, nos, nas - quando o verbo termina em som nasal

Uma dica para determinar a função sintática do pronome é substituí-lo por um substantivo e verificar a necessidade ou não da preposição.

Agente da passiva - é o termo que ocupa o lugar do executor da ação verbal. Quando se tem uma oração na voz passiva - indicação de que o sujeito da oração recebe a ação, ou seja é o alvo dela, ao invés de praticá-la, pode-se ter o agente da passiva. Normalmente vem precedido da preposição por, e eventualmente da preposição de, ambas em suas contrações.

Pode vir expresso por substantivo, pronome, numeral ou oração subordinada substantiva agente da passiva, por ser uma função substantiva.

Embora seja um termo integrante, pode ser omitido.

Complemento nominal - é o termo que completa o sentido de um nome (substantivo, adjetivo ou advérbio), sempre iniciado por preposição. 

Pode vir expresso por substantivo, pronome, numeral ou oração subordinada substantiva completiva nominal, por ser uma função substantiva.

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