Jornal Correio da Paraíba - Veículos - 14 de setembro de 2020

 Veículos - Paraíba: Segunda-feira, 14 de setembro de 2020 / I1

Cinco versões do Fiat Punto que não tivemos no Brasil

Com trajetória de mais de vinte anos no exterior e duas gerações que não chegaram ao País, compacto Punto teve até uma versão aventureira

Antes do lançamento do Argo, em 2017, o Punto era o representante da Fiat no segmento dos hatches compactos brasileiros, ficando posicionado na linha acima dos populares Mobi e Uno e abaixo do médio Bravo.


No Brasil, o Punto teve uma vida relativamente curta: foi produzido entre 2007 e 2017 e apenas na terceira geração (que na Europa ganhou o nome de Grande Punto). Mas no Velho Continente, o compacto teve uma trajetória mais longa, tendo sido lançado em 1993 com o objetivo de substituir o Uno.


Com é de se esperar, foram várias as versões do modelo que não tivemos aqui no Brasil, numa lista que inclui opções esportivas, aventureiras e com combustíveis alternativos. Confira cinco delas a seguir.


1 - Punto GT



Fiat Punto GT: versão esportiva que não tivemos no Brasil, mas na Europa houve até com motor turbodiesel




Se no Brasil tivemos o Palio , na Europa foi o Punto que assumiu a função de substituir o Uno. E a versão GT era a mais esportiva do hatch de primeira geração.


Topo da linha, o Punto GT era equipado com o mesmo motor 1.4 turbo usado no Uno Turbo. Com 136 cv em sua variação mais potente, permitia ao hatch acelerar de 0-100 km/h em 7,9 segundos.


2 - Punto 60 Cult



Fiat Punto na versão com apelas o essencial quando o assunto é conforto, como ar-condicionado e direção assistida



O Punto nunca teve uma versão 1.0. Mas estava disponível em uma versão de entrada que trazia um motor 1.2 Fire de apenas 60 cv (15 cv a menos do que o 1.0 Fire EVO oferecido atualmente no Mobi).


A série especial Cult, lançada na Alemanha em 1998, combinava esse motor 1.2 (ou um diesel, também de 60 cv) com detalhes de acabamento exclusivos e uma lista de equipamentos com direção hidráulica e ar-condicionado.


3 - Punto Natural Power



Fiat Punto (2ª geração) também foi vendido na Europa com motor movido a GNV (Gás Natural Veícular)



A segunda geração do Punto, produzida entre 1999 e 2011 na Itália, teve como destaque a versão Natural Power, que trazia um motor 1.2 8V da familia Fire combinado para trabalhar com gasolina ou com gás metano.


O porta-malas era ocupado por um cilindro de gás, que permitia rodar até 280 km sem a necessidade de gasolina. A tecnologia seguiria disponível no Punto de terceira geração, agora combinada a um motor 1.4 Fire.


4 - Abarth Grande Punto




Abarth Punto o verdadeiro esportivo que se parece com o T-Jet que tivemos no Brasil, mas um pouco mais manso



Se no Brasil a versão esportiva era a T-Jet, na Itália esse papel era representado por Abarth Grande Punto, carro que era preparado pela Abarth, o braço esportivo da Fiat.


Além dos diferenciais estéticos para o Punto normal, trazia várias melhorias mecânicas como freios com pinças Brembo e a suspensão recalibrada. Já o motor era um 1.4 turbo, que em sua variação mais potente chegava a 180 cv.


5 - Punto Avventura



Fiat Punto Avventura foi uma versão com apelo aventureiro que vinha com estepe na traseira e ficou longe das ruas do Brasil




Na Índia, onde o Fiat Punto de terceira geração também era produzido, uma das versões mais curiosas era a aventureira Avventura.


Com opções de motores 1.3 diesel, 1.4 Fire gasolina de 90 cv e até um 1.4 turbo vindo do Abarth europeu, esse Punto aventureiro se diferenciava por detalhes como a suspensão elevada e o estepe posicionado na tampa traseira, como no Volkswagen CrossFox .

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VW Polo e Virtus devem ser renovados na linha 2022. Veja as projeções

Além de mudanças no desenho, modelos receberão nova central multimídia VW Play

Já está na hora da Volkswagen adotar novidades na dupla Polo e Virtus. Mas isso deverá acontecer apenas no final do ano que vem, quando a marca irá apresentar a linha 2022. As mudanças deverão seguir a mesma identidade visual adotada na oitava geração do Golf, já à venda na Europa e ainda sem previsão de chegar ao Brasil.



Pelas projeções do designer  Kleber Silva é possível ter uma ideia de como deverão ficar as versões reestilizadas da dupla VW Polo e Virtus. Repare nos faróis com novo formato e com assinatura de LED diferenciada. Além disso, o para-choque passará a ter aspecto mais esportivo,com entradas de ar mais largas.


Na traseira, incluíram apenas lanternas de acabamento fumê e para-choque com novos detalhes entre as novidades. Como de praxe, no pacote de mudanças estéticas também deverão incluir jogos de rodas inéditos, que combinem com o novo estilo dos compactos, que deverão ganhar um aspecto mais esportivo.


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Por dentro, as alterações também deverão ser discretas. A principal novidade ficará por conta da central multimídia VW Play , a mesma que está disponível no VW Nivus e T-Cross. Tem tela de 10,1 polegadas, compatível com Apple Car Play e Android Auto e que a partir da conexão 4G do celular consegue funcionar com uma série de aplicativos já embutidos no sistema, entre os quais Waze, Deeze, iFood, entre outros.



Outro detalhe que é certo no VW Polo renovado é o volante, que passará a ser igual ao que foi usado pela primeira vez no Nivus. Vem com o logo reestilizado da VW e novos botões de comando de algumas funções do carro, como ajustes do sistema de som. Na parte mecânica, porém, deverá continuar como está, com as mesmas opções de motor e câmbio atuais, com 1.0 ou 1.6 litro de cilindrada e caixa automática de seis, ou manual de cinco marchas.

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Peugeot lança novo 208 no Brasil a partir de R$ 74.990

Novo 208 agora vem importado da Argentina, em quatro versões, e apenas com motor 1.6 flex. Elétrico 208 e-GT chega em 2021

A Peugeot apresenta as versões e preços do novo 208, modelo que começa a ser oferecido a partir no mercado brasileiro com preços a partir de R$ 74.990.




Agora importado da Argentina, o novo 208 chega em quatro versões, todas equipadas com o mesmo motor 1.6 flex, de até 118 cv e o câmbio automático de seis marchas. Com 4,055 m de comprimento, 1,738 m de largura, e entre-eixos de 2.538 mm, o hatch de nova geração é mais longo, largo e baixo do que o antecessor.



A versão de entrada é a Active, que traz em sua lista de equipamentos airbags laterais, controlador automático de velocidade de cruzeiro, volante multifuncional, vidros e travas elétricas, central multimídia com tela de 7" e espelhamento Android Auto e Apple CarPlay, rodas de liga leve de 16" e luzes diurnas de LED.



A configuração seguinte é a Active Pack (R$ 82.490), que traz o mesmo pacote da versão anterior, mais o teto solar panorâmico, ar-condicionado automático digital e a câmera de ré.


Já a versão Allure (R$ 89.490) é a primeira com o painel digital configurável i-Cockpit 3D e adiciona ainda bancos com forração em Alcantara, carregador de celular por indução, roda de 16" com acabamento diamantado, painel com revestimento macio ao toque, chave presencial e volante com forração em couro. Veja mais detalhes no vídeo abaixo.



A topo de linha do novo 208 flex é a Griffe (R$ 94.990). Além de trazer as rodas diamantadas, ganha ainda capas dos retrovisores e aerofólio com pintura na cor preta, além de itens como sensor de chuva e acendimento automático dos farois, que são de LED nesta versão.


Outro destaque desta versão é o pacote tecnológico, com câmera traseira de 180º, alerta e correção de saída de faixa, alerta de colisão e frenagem automática de emergência, detector de fadiga, assistente de farol alto, reconhecimento de placas de velocidade e sensor de estacionamento traseiro.


Já confirmado, o novo 208 elétrico e-GT desembarca importado da França apenas em 2021, para ser o topo de linha do modelo. O hatch é equipado com um motor com 136 cv, sendo capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em 8,3 segundos, conforme a fabricante. Veja a lista de preços a seguir.


Peugeot 208 Active: R$ 74.990


Peugeot 208 Active Pack: R$ 82.490



Peugeot 208 Allure: R$ 89.490


Peugeot 208 Griffe: R$ 94.990

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Fiat Strada Endurance 1.4 CD: uma campeã mais modesta

Versão mais em conta de cabine dupla mostra qualidades, mas será que vale a pena?

Depois de ter avaliado a "superstar" Volcano, versão topo de linha da Fiat Strada, passo para a mais em conta Endurance, com motor 1.4 Fire Evo no lugar do 1.3 Fire Fly e menos equipamentos de série. A diferença de preço entre as duas é de R$ 5 mil (R$ 74.990 ante R$ 79.990). Ambas têm cabine dupla e um dos principais atrativos da nova picape, a central multimídia, é opcional na mais simples como parte de um pacote de R$ 3.490.




Então, não resta dúvida de que se a ideia e ter um modelo de cabine dupla a melhor alternativa é a topo de linha Volcano, que vem com visual mais caprichado, bem equipada (inclusive, com o multimídia) e mecânica com melhor eficiência. Vamos às diferenças entre as duas versões. Logo de cara, a Endurance não vem com pintura nos para-choques e nem nas carcaças dos retrovisores.


No lugar das rodas de liga-leve da Volcano vão as de aço com calotas plásticas na Endurance, o que dá um aspecto bem mais simples. Mesmo assim, a Strada continua sendo estilosa, parecida com a Toro e com a bandeirinha da Itália estilizada no canto direito da grade dianteira. O espaço é igual nas duas, mas o acabamento é melhor na Volcano. Enrtretanto, a diferença fica por conta apenas de pequenos detalhes.



Um deles é o aplique preto brilhante e o revestimento de couro no volante Além disso, o tecido dos bancos é um pouco mais resistente na Volcano. Portanto, no interior, você não vai notar muita diferença entre as duas versões, principalmente se resolver optar pelo pacote que inclui a boa central multimídia com câmera de ré, oferecido como opcional na Endurance 1.4.




Central multimídia continua sendo um dos principais atrativos da picape da Fiat

A principal diferença entre a Strada Volcano e a Endurance é mesmo a parte mecânica. Além do motor 1.3 Fire Fly render mais (109 cv e 14,2kgfm a 3.500 rpm ante 88 cv e 12,5 kgfm a 3.500 rpm), ainda é silencioso, sobe de giro com mais facilidade e consome mesmo combustível. Comforme os dados do Inmetro, com etanol, a 1.4 faz 8,3 km/l na cidade e 8,9 km/l na estrada, ante 8,4 km/l e 9,4 km/l da 1.3, respectivamente.


Andando no dia a dia com a Strada Endurance 1.4, outra diferença é que o isolamento acústico pareceu um pouco menos caprichado e o ajuste dos retrovisores externos é manual. A suspensão continua sendo um dos pontos altos do carro. Mas, em piso irregular causa solavancos, embora aguente bem sem deixar a parte de baixo raspar em obstáculos, como valetas, rampas e lombadas


Não adianta nem pensar em se empolgar muito ao volante da Strada Endurance 1.4 CD. Com 13 kg/cv em relação entre peso e potência, a força disponível é apenas para ir do ponto A ao B, dentro dos limites de um utilitário. O câmbio de cinco marchas tem engates fáceis, mas poderia ser menos ruidoso em certas ocasiões. Nas curvas, o bom é que há controle eletrônico de estabilidade, mas não precisamos dele, já que a picape se mostrou equilibrada, mesmo com despretenciosos pneus 195/65R.



Para acelerar de 0 a 100 km/h, comforme a fabricante, são necessários 12,8 segundos, com máxima de 158 km/h, o que mostra que o negócio da Strada Endurance é cumprir o seu papel de utilitário. Aliás, pode levar 650 kg e 844 litros na caçamba, que ficou um pouco mais fácil de ser aberta com o novo sistema de amortecimento.


Conclusão


Se quiser uma Strada de cabine dupla, é melhor é optar pela versão topo de linha Volcano, que tem visual mais caprichado, vem bem equipada, além de andar mais e gastar menos, por uma diferença pequena de preço. No caso da Endurance, o que vale mais a pena é a versão com cabine simples.


Ficha técnica


Preço: a partir de R$ 74.990


Motor: 1.4, quatro cilindros, flex


Potência: 88 cv (E) / 85 cv (G) a 5.750 rpm


Torque: 12,5 kgfm (E) / 12,4 kgfm (G)  a 3.500 rpm


Transmissão: Manual, 5 marchas , tração dianteira


Suspensão: Independente, McPherson (dianteira) / Eixo rígido (traseira)


Freios: Discos ventilados (dianteiros) / tambores (traseiros)


Pneus: 195/65 R15


Dimensões: 4,48 m (comprimento) / 1,73 m (largura) / 1,60 m (altura), 2,74 m (entre-eixos)


Tanque: 55 litros


Caçamba: 844 litros


Consumo etanol: 8,3 km/l (cidade) / 8,9 km/l (estrada)



Consumo gasolina: 11,7  km/l (cidade) / 12,4 km/l (estrada)

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Chineses copiam BMW S 1000RR com traços da Yamaha YZF-R1

"Releitura" traz motor com a metade do tamanho e uma fração da potência. Pode ser alternativa para quem não pode comprar uma BMW de verdade

Os chineses são referência quando o assunto é copiar grandes marcas. De tempos para cá, eles vêm investindo mais em projetos de autoria, mas ainda achamos alguns exemplos de “alternativa” mais barata de modelos desejados. Eis, então, que encontramos a S450 da Shanyang Moying, que copia a icônica BMW S 1000RR, uma das motos mais velozes à venda no Brasil.



O design geral imita muito a BMW S 1000RR , seja pelas linhas, ou pelas cores e grafismos. Além disso, uma vez que, nesses projetos, os chineses também têm suas adaptações, encontramos itens copiados também da Yamaha YZF-R1 , como os retrovisores e os canhões dos faróis — localizados no mesmo local da esportiva japonesa. Veja, abaixo, a galeria da autêntica BMW S 1000RR.


Entretanto, as semelhanças com a moto alemã original param por aí. A cópia chinesa é disponibilizada com motor bicilíndrico de 450 cc, que de acordo com a fabricante, é capaz de gerar aproximadamente 33 cv — ante os 207 cv da BMW, que vem equipada com motor de quatro cilindros.


Quanto aos seus equipamentos, a imitação da BMW S 1000RR vem com iluminação Full-LED, com piscas nos retrovisores e também nas carenagens laterais, além de suspensão dianteira invertida, dois discos de freio na dianteira, freios ABS e painel totalmente digital. Encontramos a cópia chinesa À venda no mercado natal por 16.800 yuans, ou aproximadamente R$ 13 mil, em conversão direta. Não há informação de venda em outros países.1.html

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