Língua Pátria - TV Câmara - Programa 167 - Verbos Pessoais
Chamamos de verbos aquelas palavras que têm poder de indicar uma ação, estado ou fenômeno, situando-os no tempo São compostos pelo radical, que é a parte invariável, a terminação, que é a parte flexionada, e a vogal temática, que caracteriza a conjugação. Na língua portuguesa, temos três conjugações, que são a dos verbos terminados em AR, dos verbos terminados em ER, e dos verbos terminados em IR. Os verbos são classificados em regulares, que são aqueles que possuem desinências normais da conjugação e com flexões que não provocam alterações no radical; irregulares que têm flexões no radical ou nas desinências; os defectivos, que não apresentam conjugação completa e podem ser impessoais, pessoais e unipessoais.
Verbos defectivos
Os verbos defectivos são os que não apresentam a conjugação completa, como mencionamos anteriormente. Os impessoais são aqueles que não tem sujeito, sendo usados na terceira pessoa do singular. Os verbos impessoais são o verbo haver, fazer e todos aqueles que indicarem fenômenos da natureza, como chover, ventar, nevar, gear, escurecer, amanhecer, entre outros, exceto quando usados para sentido figurado, quando deixa de ser impessoal e passa a ser pessoal. Além disso, são impessoais o verbo passar, indicando tempo, os verbos bastar e chegar quando seguidos da preposição de, e estar e ficar em orações como “está bem”, “não fica bem”, etc.
Os unipessoais, são aqueles que, quando apresentam sujeito, conjugam-se somente na terceira pessoa do singular e do plural. Podemos citar como exemplo de verbos unipessoais os que representam as vozes de animais, como cacarejar, cricrilar, coaxar, entre outros. Além disso, cumprir, importar, ser, parecer, aprazer, doer, importar, entre outros, fazer e ir quando em orações que dão ideia de tempo, porém seguidos da conjunção que.
Por fim, os verbos pessoais de que se trata esse artigo, são aqueles que não apresentam algumas flexões por motivos morfolóticos ou eufônicos, como por exemplo o verbo falir, que teria como formas do presente indicativo “falo”, “fales”, “fale”, que são idênticas às do verbo falar, causando problemas de interpretação.
Verbos defectivos
Os verbos defectivos são os que não apresentam a conjugação completa, como mencionamos anteriormente. Os impessoais são aqueles que não tem sujeito, sendo usados na terceira pessoa do singular. Os verbos impessoais são o verbo haver, fazer e todos aqueles que indicarem fenômenos da natureza, como chover, ventar, nevar, gear, escurecer, amanhecer, entre outros, exceto quando usados para sentido figurado, quando deixa de ser impessoal e passa a ser pessoal. Além disso, são impessoais o verbo passar, indicando tempo, os verbos bastar e chegar quando seguidos da preposição de, e estar e ficar em orações como “está bem”, “não fica bem”, etc.
Os unipessoais, são aqueles que, quando apresentam sujeito, conjugam-se somente na terceira pessoa do singular e do plural. Podemos citar como exemplo de verbos unipessoais os que representam as vozes de animais, como cacarejar, cricrilar, coaxar, entre outros. Além disso, cumprir, importar, ser, parecer, aprazer, doer, importar, entre outros, fazer e ir quando em orações que dão ideia de tempo, porém seguidos da conjunção que.
Por fim, os verbos pessoais de que se trata esse artigo, são aqueles que não apresentam algumas flexões por motivos morfolóticos ou eufônicos, como por exemplo o verbo falir, que teria como formas do presente indicativo “falo”, “fales”, “fale”, que são idênticas às do verbo falar, causando problemas de interpretação.
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