Língua Pátria - TV Câmara - Programa 146 - Oração Sem Sujeito
Nós aprendemos, quando estudamos orações, que elas são formadas por sujeito e predicado, mas será que são sempre assim? Na verdade, não. Existem algumas orações que, por exemplo, podem não conter sujeito por não o admitirem. Isso acontece em decorrência da sua construção que é feita com base em verbos impessoais, que, portanto, não se referem a uma determinada pessoa do discurso. Confira um exemplo para entender melhor: “Choveu durante a tarde”. Nesse caso, choveu é um verbo impessoal que não é determinado por um termo específico da oração, sendo, portanto, necessário que a sua flexão seja feita diretamente relacionada ao número e à pessoa. O foco de enunciados como esse, é, portanto, a ação verbal não atribuída a nenhum sujeito. Outro exemplo para melhor entendimento: “Há outras questões importantes”. Nesse caso, há é o verbo que não está relacionado a nenhum sujeito determinado. O foco do enunciado, em orações sem sujeito, é, portanto, a ação verbal que, novamente, não é atribuída a nenhum sujeito. Também denominado sujeito inexistente ou sujeito zero.
Casos comuns de orações sem sujeito
O primeiro dos casos mais comuns, é quando há verbos intransitivos que indicam os fenômenos da natureza. Por exemplo, chover, relampejar, nevar, trovejar, amanhecer, anoitecer, entre outros. Confira o exemplo a seguir para melhor entendimento: “Ainda nem anoiteceu e você já está reclamando”, “Amanheceu e ainda nem consegui dormir”. O segundo caso é quando os verbos estão relacionados aos fenômenos da natureza ou ainda expressões temporais, como ser, estar, fazer e haver, por exemplo. A frase que pode exemplificar esse caso é “É muita matéria para prova”.
É importante lembrar que como não há presença de sujeitos nas orações sem sujeito, como o nome mesmo já sugere, os verbos impessoais devem permanecer na terceira pessoa do singular. Confira os exemplos usando o verbo “haver” no sentido de “existir”: “Havia mil pessoas esperando”, “Houve muitos acidentes por imprudência no trânsito durante o feriado de carnaval”.
Casos comuns de orações sem sujeito
O primeiro dos casos mais comuns, é quando há verbos intransitivos que indicam os fenômenos da natureza. Por exemplo, chover, relampejar, nevar, trovejar, amanhecer, anoitecer, entre outros. Confira o exemplo a seguir para melhor entendimento: “Ainda nem anoiteceu e você já está reclamando”, “Amanheceu e ainda nem consegui dormir”. O segundo caso é quando os verbos estão relacionados aos fenômenos da natureza ou ainda expressões temporais, como ser, estar, fazer e haver, por exemplo. A frase que pode exemplificar esse caso é “É muita matéria para prova”.
É importante lembrar que como não há presença de sujeitos nas orações sem sujeito, como o nome mesmo já sugere, os verbos impessoais devem permanecer na terceira pessoa do singular. Confira os exemplos usando o verbo “haver” no sentido de “existir”: “Havia mil pessoas esperando”, “Houve muitos acidentes por imprudência no trânsito durante o feriado de carnaval”.
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