Língua Pátria - TV Câmara - Programa 68 - Vícios de Linguagem
Vícios de Linguagem diferem-se das Figuras de Linguagem. Elas, comumente, não obedecem à norma culta padrão da língua portuguesa. Muito pelo contrário, estes vícios são, em sua maioria, repetições ou ainda pequenos erros na oralidade e escrita. A comunicação, desta forma, sofre um sutil ruído, ocasionado por um pequeno erro. Os vícios de linguagem são, portanto, pequenas alterações (erros) na norma culta do idioma. São provocadas, geralmente, por falta de oportunidade de estudo, ignorância, descuido ou ainda descaso com o contexto do locutor.
Sendo uma vertente das figuras de linguagem, os vícios de linguagem são divididos em alguns tipos. São eles assim divididos como ambiguidade, arcaísmo, barbarismo, cacófato, eco, neologismo, pleonasmo e neologismo. Dessa maneira, cada uma terá uma específica função. O descuido ou descaso na fala em muitos casos é passado despercebidamente pelo interlocutor. Assim, a fala/escrita segue seu caminho ordenado de função: passar a mensagem adiante.
vícios de linguagem(Imagem: Reprodução)
Os tipos de vícios de linguagem
Abrangendo diferentes tipos, os vícios de linguagem independerão do contexto, uma vez que são defeitos na norma culta. Por conseguinte, estes vícios serão, independentemente do uso, um desvio/erro/descuido por parte do falante. Afinal, os casos não serão completamente isolados, pois poderão, inclusive, reforçar uma mensagem. Assim, cada vício representará uma determinada situação.
Barbarismo
O barbarismo abrange os vícios de linguagem com desvio a norma culta padrão na:
Grafia: converção/conversão;
Pronúncia: reinvidicar/reivindicar;
Morfologia: reaveu/reouve;
Semântica - emprego inadequado de homônimos ou parônimos: Ele infligiu as leis de trânsito (infringiu);
Substituição de palavras locais por estrangeirismos, fora da linguagem da informática, do jornalismo e da publicidade: Vamos ao shopping comemorar o weekend? (centro comercial e fim de semana)
Arcaísmo
Quando há o emprego de palavras ou expressões já ultrapassadas na linguagem contemporânea. Vício de linguagem oriundo do arcaico.
Exemplo: Vossa Mercê está se agradando do baile?
Neologismo
Quando há o emprego de palavras ou designações populares e contemporâneas que ainda não foram empregadas no idioma oficialmente.
Exemplo: Deleta este rapaz da sua vida. (Deletar no sentido de apagar, aceito apenas na informática)
Solecismo
Podem ser erros de sintaxe apresentados na:
Concordância: Houveram várias eleições. (houve)
Regência: Hoje iremos no teatro. (ao teatro)
Colocação pronominal: Oferecerei-lhe um presente. (oferecer-lhe-ei um presente)
Ambiguidade
Quando há duplo sentido na interpretação de uma frase, provocando confusão no interlocutor. Pode ser também chamada de anfibologia.
Exemplo:
Ambíguo: Marcos beijou Clarice dentro de sua casa. (Da casa de Marcos, de Clarice ou da pessoa com quem se fala?)
Claro: Marcos beijou Clarice dentro da casa dele / dela / de você / do senhor / da senhora / de sua casa dele / sua casa dela.
Eco
Quando há semelhança entre palavras com terminações iguais.
Exemplo: O peito do pé do Pedro é preto.
Pleonasmo vicioso
Quando há redundância desnecessária, não intencional e sem valor estilístico. Pode ser também chamado de tautologia ou redundância.
Exemplo: Subir para cima/Descer para baixo.
Cacófato
Quando há união de duas ou mais palavras, formando uma terceira de sentido inconveniente.
Exemplo: Meu coração por ti gela.
Sendo uma vertente das figuras de linguagem, os vícios de linguagem são divididos em alguns tipos. São eles assim divididos como ambiguidade, arcaísmo, barbarismo, cacófato, eco, neologismo, pleonasmo e neologismo. Dessa maneira, cada uma terá uma específica função. O descuido ou descaso na fala em muitos casos é passado despercebidamente pelo interlocutor. Assim, a fala/escrita segue seu caminho ordenado de função: passar a mensagem adiante.
vícios de linguagem(Imagem: Reprodução)
Os tipos de vícios de linguagem
Abrangendo diferentes tipos, os vícios de linguagem independerão do contexto, uma vez que são defeitos na norma culta. Por conseguinte, estes vícios serão, independentemente do uso, um desvio/erro/descuido por parte do falante. Afinal, os casos não serão completamente isolados, pois poderão, inclusive, reforçar uma mensagem. Assim, cada vício representará uma determinada situação.
Barbarismo
O barbarismo abrange os vícios de linguagem com desvio a norma culta padrão na:
Grafia: converção/conversão;
Pronúncia: reinvidicar/reivindicar;
Morfologia: reaveu/reouve;
Semântica - emprego inadequado de homônimos ou parônimos: Ele infligiu as leis de trânsito (infringiu);
Substituição de palavras locais por estrangeirismos, fora da linguagem da informática, do jornalismo e da publicidade: Vamos ao shopping comemorar o weekend? (centro comercial e fim de semana)
Arcaísmo
Quando há o emprego de palavras ou expressões já ultrapassadas na linguagem contemporânea. Vício de linguagem oriundo do arcaico.
Exemplo: Vossa Mercê está se agradando do baile?
Neologismo
Quando há o emprego de palavras ou designações populares e contemporâneas que ainda não foram empregadas no idioma oficialmente.
Exemplo: Deleta este rapaz da sua vida. (Deletar no sentido de apagar, aceito apenas na informática)
Solecismo
Podem ser erros de sintaxe apresentados na:
Concordância: Houveram várias eleições. (houve)
Regência: Hoje iremos no teatro. (ao teatro)
Colocação pronominal: Oferecerei-lhe um presente. (oferecer-lhe-ei um presente)
Ambiguidade
Quando há duplo sentido na interpretação de uma frase, provocando confusão no interlocutor. Pode ser também chamada de anfibologia.
Exemplo:
Ambíguo: Marcos beijou Clarice dentro de sua casa. (Da casa de Marcos, de Clarice ou da pessoa com quem se fala?)
Claro: Marcos beijou Clarice dentro da casa dele / dela / de você / do senhor / da senhora / de sua casa dele / sua casa dela.
Eco
Quando há semelhança entre palavras com terminações iguais.
Exemplo: O peito do pé do Pedro é preto.
Pleonasmo vicioso
Quando há redundância desnecessária, não intencional e sem valor estilístico. Pode ser também chamado de tautologia ou redundância.
Exemplo: Subir para cima/Descer para baixo.
Cacófato
Quando há união de duas ou mais palavras, formando uma terceira de sentido inconveniente.
Exemplo: Meu coração por ti gela.
Comentários
Postar um comentário